Sete derrotas consecutivas. Nenhuma vitória. Jogo terrestre ineficiente. Defesa passiva. Quarterbacks que não funcionam. Humilhado após levar 62 pontos, em pleno horário nobre americano.
Há algum tempo atrás esse seria o cenário de times como o Detroit Lions, o Carolina Panthers, o Miami Dolphins. O que ninguém imaginava é que esse retrospecto negativo viria do poderoso Indianapolis Colts. Campeão do Super Bowl XLI, vice do Super Bowl XLIV, dono de um dos melhores elencos da NFL e sempre postulante ao título.
Ok, a equipe não conta com seu principal jogador. Peyton Manning lesionou-se na pré-temporada. Teve de operar o pescoço três vezes. O que antes imaginava-se ser uma lesão que o tiraria por apenas algumas semanas, acabou ceifando toda a sua temporada. Nao só a dele, mas a de todo o Indianapolis Colts.
O pior de tudo é que o time não é ruim. Definitivamente não é time pra brigar nas últimass posições. Conta com um excelente plantel de Receivers. Afinal, ninguém discute a qualidade de Reggie Wayne, Pierre Garçon e Anthony Gonzalez. A defesa tem como líder o bom Robert Mathis. O técnico é discípulo de Tony Dungy, campeão em 2006 pelo próprios Colts.
Mais uma vez, qualquer equipe, seja lá qual for o esporte, sentirá falta da principal estrela da companhia, mas é incrível como o Colts sofre sem Peyton Manning. Enquanto o torcedor chora um ano perdido e sem expectativas, a fatídica temporada 2011/2012 pode abrir os olhos do Indy. Deu pra ver que o time já precisa pensar em uma reposição para Manning.E urgente. O camisa 18 já não é mais nenhum garoto. Mais lesões são inerentes da idade, que com o tempo vai prejudicando tanto a sua forma técnica, quanto física.
O draft do ano que vem é a oportunidade de já projetar a substituição de Manning. Não se sabia que um jogador faria tanta falta a um time. O pescoço do quarterback pode ter feito o Colts perder um ano, mas ganhar muitos outros em um futuro breve.
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