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quinta-feira, agosto 23, 2012

LeBron melhor que Jordan? Para Wade, não.


LeBron venceu, enfim, o primeiro anel na NBA. Ganhou também a Olimpíada como um dos protagonistas do Team USA e levou para casa o 3º MVP de uma temporada regular. Este ano dá para dizer que LeBron dominou o jogo de bola ao cesto e colocou de vez o nome na história. 

Mas não satisfeitos em admitir isso, muitos começaram a discutir se LeBron já poderia ser comparado ao maior da história. Enquanto Charles Barkley, por exemplo, disse que não é uma comparação absurda, o companheiro de equipe Dwyane Wade já discorda.

Wade não afirma que LeBron nunca poderá ultrapassar Jordan, mas hoje tem o pé no chão e plena certeza sobre quem é o melhor. "Minha versão para os dois é que ambos estão em um campo de golfe. A difereça é que enquanto Jordan está no 18º buraco, LeBron acaba de chegar ao 4º", comparou Wade.

É óbvio que LeBron ainda está longe de muitos jogadores, o que pensar então do maior de todos. Mas é também verdade que é cedo para afirmar que LeBron nunca conseguirá chegar ao nível de MJ. Jordan venceu o primeiro título com 27 anos. na época, já era considerado um dos melhores jogadores da NBA. Só não tinha ainda Scottie Pippen ao seu lado. Alguma coincidência com LeBron?

Sim. LeBron tem os mesmos 27 anos e também já era um dos melhores da Liga. A diferença é que trocou o Cavaliers pelo Heat. Se juntou a Bosh e Wade para só então poder soltar o grito de "É campeão!".

Enquanto segue o debate sobre quem é o melhor, Wade também falou mais especificamente sobre a próxima temporada. Perguntado sobre a dinastia que o Miami Heat pode instaurar na NBA, o armador afirmou que enquanto as principais peças do time da Flórida estiverem saudáveis, o céu é o limite para o Heat. "Você espera que o time continue a competir e chega uma hora que ele é bom o suficiente e ganha uma trás da outra. Agora que vencemos, queremos continuar sendo melhores e chegar às Finais para vencer outros títulos", disse Wade

Se comparar Jordan com Lebron ainda parece ser loucura, imaginar que o Miami Heat consiga vencer mais títulos nos próximos anos é a realidade hoje da NBA.

quarta-feira, agosto 22, 2012

Kobe vale tudo isso?


Nem LeBron, Nowitzki, Wade, Howard, Carmelo Anthony ou Durant. O jogador mais bem pago da NBA ainda atende por Kobe Bryant. Em lista divulgada ontem, Kobe figura na liderança entre os jogadores que recebem mais dólares por temporada.

Kobe recebe U$27 milhões. O segundo lugar é o alemão Dirk Nowitzki que ganha U$20 milhões por temporada. Sim, não só satisfeito em ser o jogador com maior salário, Kobe recebe U$7milhões a mais que o segundo mais bem-pago da Liga.

Pode-se discutir se Kobe merece receber tal quantia mesmo com 33 anos (Kobe completa amanhã 34 anos). Há quem discuta que ele ganha mais do que merece. Há também quem diga que Kobe é uma lenda. Um símbolo do Lakers e um embaixador do basquete e da NBA. 

Kobe venceu o último título há dois anos. Nas últimas temporadas viu seu Lakers sair para Dallas e Oklahoma na segunda rodada. Em ambas as séries, foi nítido que Kobe poderia dar mais de si. Provar ser o Black Mamba. Kobe não foi. Este ano não conseguiu fechar dois jogos quando o Lakers ganhava do finalista Thunder. Um deles em pleno Staples Center. A culpa não é somente de Kobe. Longe disso. Mas as atenções voltam para o jogador que embolsa U$27 milhões anuais e não é campeão.

Há também o fator extraquadra. Alguém contesta o quanto de mídia e dinheiro Kobe consegue arrecadar e trazer para o Los Angeles Lakers? Em uma época em que poucos podem ser considerados ídolos, Kobe faz justamente o contrário e a cada dia coloca mais o nome na história. Não só do time de Los Angeles, mas de todo o basquete mundial. Kobe é mais que um jogador. Interfere administrativamente no Lakers, dá palpite em contratações e ajuda a franquia. Foi ele quem ligou ara Nash e Howard.

Kobe Bryant é aquilo que se pode chamar de superestrela. Vence jogos, é espetacular dentro de quadra e sabe ser decisivo. Também cumpre os papéis mais burocráticos. Por onde passa lota ginásios. Todos querem ver Kobe. Nem que seja para vaiá-lo. Extrapola a fronteira das quatro linhas da quadra.

Sim, Kobe vale o que custa aos cofres do Los Angeles Lakers. Não é mistério que o time vai até onde Kobe conseguir ir. E este ano as perspectivas são boas. Discute-se se Kobe vale o quanto ganha, principalmete, pelo pequeno período de jejum do time da Califórnia. Kobe vence o 6º título da carreira e esta conversa nunca terá existido.

sexta-feira, agosto 03, 2012

A Discussão do Team USA


Como em todo início de Jogos Olímpicos, a conversa é a mesma. O time atual venceria o antológico time de 1992, o chamado Dream Team? Este ano não foi diferente. Kobe e LeBron disseram que apesar de ser um jogo duro, o time atual venceria de Jordan, Magic, Bird, Barkley e cia. Logo falaram que as atuais estrelas estariam supervalorizando o time de hoje, mas depois do jogo contra a Nigéria, as coisas talvez tenham mudado um pouco.

Não. O time de hoje não é melhor que o time de Barcelona, mas ainda é um senhor time. Uma equipe que deve ser bastante respeitada. Uma equipe que se dá ao luxo de contar com Kevin Durant, Kobe Bryant, LeBron James, Carmelo Anthony. Com alguns deles na melhor fase da carreira. Um time que só ainda não é mais espetacular graças as lesões de Derrick Rose, Dwight Howard e Dwyane Wade.

Quem se rende ao time de Londres são os próprios integrantes do Dream Team original. Para a ESPN, Magic Johnson rasgou elogios a LeBron e os demais. "Quero parabenizar nossos jogadores por continuarem a dominar a quadra em Londres. Eles estão parecendo com o nosso time de 1992. Quero vê-los  continuarem  essa jornada e trazer a medalha de ouro para cá", disse o armador. Já Charles Barkley elogiou a seleção americana de maneira humorada. "Eles ganhariam do nosso time (o Dream team) por 83 pontos sim. Mas só se nós jogássemos hoje", brincou.

Os Estados Unidos massacraram a Nigéria e venceram por 83 pontos de diferença. A maior na história dos jogos de basquete em Olimpíadas. Foram 29 bolas de três que fizeram o atual Team USA bater o recorde do Team USA de 1992. Se a maior diferença de pontos tinha sido contra Angola por 68, a nova marca agora é de 83 pontos. Marca que também supera a maior diferença de pontos que o Team USA de 1992 já conseguiu. Antes dos Jogos Olímpicos de Barcelona, o Dream Team fez 79 pontos a mais que Cuba.

O time de Londres também tem médias de pontos superiores ao time de Barcelona. Enquanto o Dream Team original anotou 110 pontos, a equipe atual marca 121.3 de média. Apesar disso, os passeios devem ter uma pausa agora. Os Estados Unidos encaram Argentina e Lituânia, duas seleções ranqueadas entre as 5 melhores do mundo pela FIBA. Depois começam as fases de mata-mata e mesmo jogando bem, não devemos ver mais placares tão elásticos e exibições cinematográficas.

Nunca acabará o debate sobre qual seleção for melhor. Vai começar outra Olimpíada e, novamente, o mesmo assunto virá. É inevitável e quase inconsciente comparar as seleções americanas de basquete com Aquela. Aquela escrita em letras maiúsculas justamente por elar ter sido o maior time de basquete da história. Por ter contado com os jogadores mais fantásticos e ter representado o que representou. Não. Não dá pra diminuir o que o time de hoje faz. É outra equipe brilhante. Só não é o time de 1992.

sexta-feira, julho 06, 2012

Os futuros de Ray Allen e Jeremy Lin


Apesar de atual campeão, o Miami Heat não se acomoda e já está atrás de reforços para a próxima temporada. A bola da vez que pode se juntar a Dwyane Wade e LeBron James é o ala do Boston Celtics, Ray Allen.

Allen jantou ontem com os homens fortes de Miami, Erik Spoelstra e Pat Riley, mas ainda não acertou sua transferência. Fontes dizem que Ray Allen está dividido entre sair para a Flórida e permanecer em Boston. Ray Allen também teve garantido um papel ofensivo importante em Miami para a próxima temporada, jogando ao lado do trio do Heat.


Já a sensação Jeremy Lin recebeu oficialmente proposta do Houston Rockets. São quase U$30 milhões por 4 anos. Mas nem tudo está perdido para o Knicks. O time de Nova York pode igualar a proposta e fazendo isso Lin continua em Manhattan. Há quem diga que o Knicks igualará a proposta que for. 

Nada mais natural. Jeremy Lin vende camisa, ingresso, traz mídia e, o principal, é muito bom armador. Para Lin, a permanência no Madison Square Garden também é positiva para ele. O queridinho da NBA está no maior mercado e sob os maiores holofotes e mesmo com a chegada de Jason Kidd, continuará sendo importante para a equipe. Sua saída para o Rockets, hoje, seria um equívoco.

segunda-feira, junho 18, 2012

Alívio


Miami assegurou mais uma vitória. Virou a série contra o Thunder e confirmou a vantagem de jogar em casa. A tônica da série se repetiu. Miami começando muito melhor, dominando o início do jogo. Já  no 2º tempo dando espaço ao Thunder. Fazendo o Oklahoma gostar do jogo e abrindo espaço para um jogo fácil tornar-se complicado.

Russell Westbrook teve a chance de empatar o jogo com um arremesso de 3 livre, mas falhou. Sem contar com Sefolosha que errou, bizonhamente, um lateral e deu a vitória, de vez, ao Heat. O quão preocupado deve estar o Thunder para o Jogo 4 amanhã? Existe aquela história de que todo jogo é uma decisão, mas amanhã será mais do que nunca. Uma vitória representa vida na série. 2x2 e tudo volta a ficar aberto. Já um revés, coloca o Thunder em uma posição complicadíssima.

Desde 1985, quando se instaurou o sistema 2-3-2, 13 times estiveram na situação que o Thunder pode estar, caso perca amanhã. Nenhum dos 13 times conseguiu chegar ao título. Pior. Nenhum time conseguiu chegar ao Jogo 7. Sempre acabou antes. 

Mas também não dá para duvidar do Oklahoma City Thunder e de Kevin Durant. Ninguém imaginou que seria possível vencer o San Antonio Spurs quatro vezes seguidas e chegar às finais. Também não se pode descartar o Thunder pelo equilíbrio da série. Até aqui, em 144 minutos de jogo, o Thunder tem um ponto a mais que o Miami Heat.

O time do Thunder é excelente, tem jogadores que respondem à pressão. Dá para dizer o mesmo de Miami? Até o momento a equipe vem irrepreensível. Inclusive Lebron. Mesmo falhando muito nos jumpshots, tem ajudado Miami nos momentos decisivos.

Tudo caminha para um espetacular jogo nesta terça. É matar ou morrer. Para o Thunder representa voltar ao caminho do título. Para o Miami representa jogar para vencer o título diante da torcida e não encarar mais o hostil ginásio de Oklahoma. Quem leva?

quarta-feira, junho 13, 2012

E aí, LeBron?


30 pontos, 9 rebotes e 4 assistências. Nada mal para um jogo de final, certo? Mais ou menos. Os números de LeBron James mentem sobre o que foi sua atuação no Jogo 1 das Finais da NBA. Se existia a dúvida de qual dos LeBron James jogaria este ano, nas Finais, pelo o que se viu no Jogo 1, a resposta não é nada boa para quem torce por um triunfo do Miami Heat.

LeBron novamente foi mal. E, de novo, na hora que mais importava. Sumiu de muitos momentos do jogo e teve atuação horrorosa quando arremessou em direção à cesta. É fato que Lebron nunca foi conhedido e aclamado por ser um exímio shooter. Se ele é MVP 3 vezes da temporada regular, deve a incrível explosão e força física em que parte para cima da cesta.

Mas não dá para um jogador do calibre de LeBron não acertar nenhum jumpshot durante todo o 1º tempo do jogo. Ao fim do confronto, LeBron havia conectado apenas 2 arremessos em 12 tentados. Se pegarmos o desempenho nos últimos dois jogos, a situação é ainda pior. LeBron tem fracos e apenas 3 jumpshots convertidos em 24 arremessos.

A decepção foi ainda maior na parte defensiva. LeBron assistiu Durant jogar e em momento algum marcou o ala do Thunder. Apenas contemplou o jovem talento de Oklahoma anotar 36 pontos e acabar com o jogo no último quarto. Já quando partiu para o ataque, Lebron teve o mesmo Kevin Durant em seu encalço. E James se assustou. Não partiu para cima, tentando cavar faltas ou impondo sua força e estatura. 

Mas a verdade é que nem tudo é culpa do camisa 6 de Miami. Wade foi extremamente passivo e não correspondeu, nem de longe, ao que se esperava da estrela do Heat. Bosh estava precipitado e tentou muitos arremessos atípicos e longos. O time também tem culpa por não ter sido time. Por não ter ajudado LeBron brilhar.

O King, sem anel, ainda tem outros jogos para provar que pode ser o LeBron da reta final da série contra o Boston Celtics. Se dá para tirar algo de bom da atuação de ontem a noite, dá para dizer que LeBron, com seus 30 pontos, bateu o recorde pessoal de pontos em um final. Mas só isso. Antes era de 25, hoje, 30.

terça-feira, junho 12, 2012

Chegou a Hora!

Miami Heat x Oklahoma City Thunder

Era a final que todos esperavam e a que todos apostavam antes do início da temporada regular. O Miami Heat das estrelas LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh tentando redenção após o fiasco nas finais de 2011, contra o Oklahoma City Thunder, time jovem, mas que conta com Kevin Durant e Russell Westbrook. As duas equipes foram número 2 nas respectivas conferências e a vantagem do mando de quadro é do Thunder.

O Miami Heat chega aos 7 jogos decisivos depois de bater o New York Knicks, o Indiana Pacers e o Boston Celtics. Ambos os últimos dois confrontos terminaram em 7 confrontos. Miami vem oscilando. E a pressão em cima dos jogadores é imensa. Desde o ano passado acredita-se que o time é bom demais para não vencer. LeBron vive, novamente, uma pressão incrível. Tem o mundo nos ombros e precisa vencer para ser coroado rei. 

Já Oklahoma teve um caminho mais tranquilo até a série final. Varreu o ex-campeão Dallas Mavericks, perdeu apenas um jogo para o Los Angeles Lakers e bateu o San Antonio Spurs de forma incontestável. Tem o jovem Kevin Durant jogando o melhor basquete dos seus 23 anos de vida. O time é jovem, mas parece que chegou a hora de ser campeão. Mesmo, o muitas vezes afobado, Russell Westbrook faz um bom Playoff. Sem contar a força coletiva que tem em Ibaka um excelente defensor e em James harden um verdadeiro 6º homem.

LeBron James x Kevin Durant 

O comissário da NBA, David Stern, não poderia querer outra final. Thunder x Heat é simplesmente o confronto das duas maiores estrelas do basquete contemporâneo mundial. LeBron é o atual MVP, mas nada vai importar, caso ele deixe de vencer o anel. A situação está insustentável. Ele pode anotar 100 pontos, fazer chover, tudo será apagado com a derrota.
LeBron ainda não foi o cara que se espera dele no Playoff. Certo, fez um jogo de cinema. Para entrar nas melhores antologias do esporte, em Boston, valendo pelo Jogo 6. Mas o mesmo LeBron perdeu lances livres, arremessos fáceis e tocou de lado quando era preciso decidir para vencer.

Já Durant é justamente o contrário. Gosta do crunch time. É frio e mortal no jumpshot. Parece gostar de jogar sob enorme pressão. O ala hoje é quase impossível de se marcar. e Miami terá muitos problemas com ele. Mesmo o duelo com LeBron parece ter o ala do Thunder levando vantagem.

Dwyane Wade x Russell Westbrook


Wade vem sendo consistente até aqui. Com média de 22.9 pontos por jogo e 47% de arremessos de quadra convertidos, o armador do Miami prova que é importantíssimo. Wade precisa apenas acordar. Acordar mais cedo. É o jogador que LeBron não é no 4º período. Mas precisa ser esse jogador antes do momento decisivo.

Pelo lado do Thunder, Westbrook vive momento bom nos Playoffs. Mas precisa continuar distribuindo o jogo e deixando Durant ser o centro do jogo. Sem se afobar e forçar chutes. Westbrook é um bom jogador, mas depende da cabeça centrada. O armador precisa entender o seu papel. Qusndo o faz, torna-se peça vital.

Conclusão 

A série tem tudo para ser épica. Não se espera menos. Duas equipes que sabem jogar tanto no ataque, quanto na defesa. Equipes que contam com estrelas. Estrelas que vestem o uniforme, repsentam e fazem o espetáculo. É difícil apontar favorito. Talvez o Thunder pelos jogos em casa. A certeza é que teremos jogões e, ao fim, LeBron ou Durant ganhará seu merecido 1º anel. Que vença o melhor.

sexta-feira, junho 08, 2012

LeBron tira Miami do buraco

 
Oeste e Leste vinham com finais de conferência bem parecidas entre si. Quase que como um espelho. Boston e Oklahoma haviam vencido 3 jogos consecutivos e buscavam terminar a série com uma vitória em casa. O Thunder consguiu e de forma espetacular. Já o Celtics deixou escapar a chance. Mais do que isso. Miami conseguiu impedir o vexame. 

Miami impediu que fosse eliminado e se alguém deve ser ser responsávell por isso, que o nome dele seja dado: LeBron James. Em noite de Wade apagado, quem brilhou foi o camisa 6 de Miami. Com uma exibição impecável, James anotou 45 pontos, 15 rebotes e 5 assistências. Não só impecável, mas também histórica.

Lebron James é apenas o 2º jogador da história da NBA a ter em um jogo de Playoff 45 pontos, 15 rebotes e 5 assistências.Apenas Wilt Chamberlain, lenda do basquete, já havia anotado tamanha marca. Dos 45 pontos, 30 vieram do 1º e LeBron saiu de quadra para descanasar apenas quando faltavam poucos minutos para o término do jogo.

Mass e por uma lado tudo foi bem para LeBron e o Miami Heat, o lado perdedor do jogo de hoje foi muito mal. Boston e seus jogadores não foram nem uma mera sombra do que nos acostumamos a ver e do que sabemos que eles podem fazer. Rondo teve recorde de turnovers na carreira. Foram 6 deles. PIerce errou tudo que tentou e Ray Aleen foi omisso.

Para se ter uma ideia do que foi LeBron James nesa quitna, ele bateu em pontos, rebotes e assistências o Big Three de Massachussets.

Sábado de noite temos o último capítulodo Leste. Falta ainda um ato. Quem joga dia 12, contra Oklahoma, em Oklahoma? A figura mudou um pouco. Tudo indica que agora Miami é a equipe tem ligeira vantagem. Para aumentar um pouco a expcetativa, Bosh, hoje, teve mais tempo de quadra. Quando ele jogou, o Heat converteu 24-45 arremessos, aproveitamento de quase 54%. Com Bosh fora, o desempenha despenca para 13-31, ou 42%.

Vale lembrar que apesar da perfomance entregue, a pressão está longe de acabar. Pelo contrário, LeBron tem pela frente um Jogo 7. E após o que ele fez hoje, todos vão estar de olho no King. O torcedor de Miami torce para que isso seja passado, que LeBron comece a decidir e fechar jogos. Que a bola não seja passada para Wade quando a situação apertar.

quarta-feira, junho 06, 2012

Acabou para o Heat?


Da mesma forma que no Oeste, o Leste da NBA continua disputado e trazendo surpresas. Se na segunda-feira quem aprontou foi o Thunder, contra o Spurs e fora de casa, ontem foi a vez de Boston, que venceu também fora o poderoso Miami Heat.

A série está praticamente acabada. A expressão dos jogadores de Miami retrata bem isto. Todos não pareciam acreditar no que viam. Um Boston convertendo incríveis bolas, com destaque para uma de Paul Pierce, ao fim do jogo. Já Miami precisava confiar em Dwyane Wade. Se Wade está mal, Miami vai mal. E foi assim até o 4º período, quando a estrela da Flórida acordou.

Já LeBron continua sendo LeBron. Quando é preciso aparecer, não paarece. Quando precisa decidir, não decide. Segue erradno jumpshots, lances livres e passando a bola de bola. Boston dá uma aula de jogo coletivo em Miami. Enquanto o time do Celtics pensa como unidade, como conjunto, Miami, basicamente, resume-se a duas esrtrelas. Não é um time formado. Mas uma equipe extremamente dependente de LeBron w Wade.

A série está perdida para Miami? Ainda não. Da mesma forma que não se esperava um revés fora de casa, o mesmo pode acontecer e Miami bater o Celtics em plena Boston. Não é impossível que aconteça, só é difícil de imaginar com o retrospecto atual da equipe da Flórida. 

A verdade, em 5 jogos até aqui, é que o Boston Celtics vem mostrando na série para o Miami Heat o que é ser, de fato, um time.

terça-feira, maio 29, 2012

Miami passeia em 1º jogo


Se a ideia era impressionar e dizer logo de cara que o Heat ainda é o melhor time, Miami conseguiu. Com uma atuação expressiva e sem contestação, mesmo para os mais céticos, LeBron e Wade comandaram a primeira vitória sobre o Boston Celtics e deram mais um passo para o objetivo. Vencer a NBA.

Comparando time a time, o Miami é, sem dúvidas, superior. Mas na atuação de ontem, o Heat que foi muito bem ou Miami que foi muito mal? A noite na Flórida juntou ambos elementos. O Heat tem, na teoria, a melhor dupla de jogadores da NBA. LeBron James e Dwyane têm um potencial talento que combinados podem fazer um incrível estrago.

Ontem a dupla funcionou também na prática. Os dois combinaram para 54 pontos. LeBron não sentiu o peso da decisãoe  anotou 32 pontos e pegou 12 rebotes. Miami nunca se viu em apuros. Desde o início dominando e impondo seu jogo. Fez valer o mando de quadra como manda o figurino.

Já Boston não foi o Boston que conhecemos. O Celtics não é melhor que o Heat, mas é um time que pode sim dar mais trabalho para LeBron e cia. Defensivamente, apenas GKevin garnett apareceu para o jogo. E só com ele, não dá tem como parar o rolo compressor que é o ataque do time da Flórida.

A série continua na quarta. De novo em Miami. O Celtics precisa mudar de postura, caso queira ter alguma chance. O Miami precisa repetir a dose. Abrir 2x0 daria tranquilidade e colocaria o Heat bem próximo do que sonha desde quando perdeu para o Dallas, ano passado.

sexta-feira, maio 18, 2012

E agora?


Tudo o que não podia acontecer com Miami aconteceu. Tudo o que se imaginava que não aconteceria com Miami aconteceu. Favoritos para bater o Pacers e chegar à final do Leste, Miami perdeu. E perdeu feio. Indiana abriu 2x1, na série. Joga, de novo, em Indianapolis fim de semana para abrir 3x1 e complciar mais ainda as coisas para o favorito da NBA.

Miami esteve irreconhecível. Se a grande preocupação dos Playoffs era como se sairia LeBron, não se esperava que quem tivesse uma horrível noite fosse Dwyane Wade. Com atuação ridícula, Wade fez apenas 5 pontos e errou 11 arremessos em 13 tentados. Noite para se esquecer. Wade ainda brigou com o técnico Spoelstra. Bateu boca com o treinador e só complicou mais a situação do time da Flórida.

Com um bom início de 1º quarto, o Heat foi para o 2º tempo com tudo igual, no placar, mas novamente sofreu com o apagão do 3º quarto. Dessa vez, o Indiana Pacers apicou  26-12, nos primeiros 12 minutos do 2º tempo, e liquidou a fatura aí. LeBron voltou a não mostrar o porquê é 3 vezes o MVP. Viu o companheiro Wade falhar, mas não conseguiu assumir o jogo.

O Heat vai para o 4º jogo da série, praticmante, jogando a vida. Dificilmente conseguirá reverter uma diferença de 3x1. Não dá para imaginar vencendo 3 jogos seguidos. Uma vitória é urgente. 2x2 na série significa zerar tudo e jogar dois jogos em casa.

Volta toda a pressão em cima de LeBron. Mais uma temporada sem ganhar o título, seria mais um fracasso em seu currículo. Seria o fracasso da equipe de Miami e suas estrelas. Estrelas que estão desfalcadas da estrela que tem menor brilho, mas que tem uma importância absurda. Como faz falta Chris Bosh... Mas um time que tem LeBron James e Dwyane Wade não pode deixar ser levado pelo Indiana Pacers.

Miami terá de jogar muito mais no domingo. Se perder, não vai para casa. Ainda. Porque o caminho de volta para a Flórida já vai estar bem encaminhado.

segunda-feira, maio 14, 2012

Existe vida sem Bosh?

 
Não bastasse o "simples" problema de ter que ganhar o título da NBA, para, enfim, provar que LeBron James é um jogador vencedor, o Miami Heat ganha mais um problema para os Playoffs 2011-12. Desta vez foi Chris Bosh que se machucou. Ainda não há muitas informações sobre o grau da lesão do ala. Apenas que ele teve uma contusão muscular no musculatura abdominal.

Bosh é, segundo o Miami Heat, day-to-day. Ou seja, entra em quadra dependendo de como estiver no dia. Mesmo que jogue, é provável que não esteja 100%. Isso sem contar os boatos que Bosh rompeu o músculo, o que representaria um problema maior ainda.

Com Bosh de fora, ou meia-bomba, LeBron e Wade vão ter de chamar a responsabilidade. O trio do Miami passa a ser a dupla. Complicações? Não acredito que por agora. Apesar de um jogo bem parelho, ontem a tarde, Miami venceu o Pacers, 95x86. E isso deve acabar se repetindo nos próximos jogos. Muito equilíbrio, mas na hora mesmo, Miami deve mostrar porque é um melhor time.

Danny Granger, a melhor esperança do Indiana Pacers teve um desempenho preocupante e sofrível. Apenas 1 arremesso de quadra convertido em 10 tentados. Muito pouco para quem é a estrela da companhia. Muito pouco para quem sonha desbancar o Miami Heat.

A lesão de Bosh também joga mais pressão em LeBron. Mais do que nunca, ele precisará aumentar seu nível de basquete. Uma possível série com Boston, nas finais do Leste, e uma final contra Thunder ou Spurs já seriam extremamente difíceis com a presença do trio. Apenas com  a dupla, aumenta-se substancialmente o trabalho de LeBron. E consequentemente a pressão. Ou James vai querer, novamente, ser taxado de amarelão.

Por mais estranho que posssa soar, a lesão de Bosh é boa para o basquete e para quem gosta da NBA. Não por Bosh perder jogos em si. Mas por podermos ter a chance de ver quem realmente LeBron é quando mais se precisa que ele prove ser o jogador apelidado de King James, o 3 vezes MVP, o melhor pós-Michael Jordan.

terça-feira, maio 01, 2012

Acabou?


Sim. Parece que acabou. Se o New York Knicks tinha esperanças ainda em vencer o Miami Heat, Amar'e Stoudemire terminou de acabar com ela. Com um soco em um escudo protetor do extintor de fogo, Stoudemire cortou a mão e está foda da série. Uma ação juvenil e boba. A raiva e o descontentamento consigo mesmo tirou Stat dos dois próximos jogos contra o Heat.

Não que sua presença até aqui estivesse contribuindo muito para o New York Knicks. Em dois jogos, Amar'e tentou apenas 16 arremessos. Em comparação, arremessou 25 menos vezes que Carmelo. Também foi mal na defesa. LeBron e cia. fizeram gato e sapato, novamente, do Knicks.

Knicks que além de Stoudemire também não pode contar com Shumpert. Fora pelos próximos 6 meses, graças a uma lesão no joelho, fica tudo mais fácil para D.Wade. Wade que por sinal deve ter algo contra o Knicks. Novamente ele se exibe em sua melhor forma contra o time de Nova York. Ainda não há explicação para a lesão de Jeremy Lin, que não volta nunca. Baron Davis é outro que enfrenta problemas de lesão. Desta vez nas costas.

Mas o grande fesfalque, até aqui, tem sido, sem dúvidas, Tyson Chandler. O pivô esteve irreconhecível nos dois primeiros jogos. Com uma forte gripe, Chandler não era sombra do jogador que é. Sem portência defensiva alguma. Viu LeBron penetrar como quis no garrafão. O jogo 3 é apenas na quinta. Tempo suficiente para Chandler se recuperar e mostrar porque muitos acreditam ter sido ele o fator decisivo para o título, ano passado, do Dallas Mavericks.

Uma derrota no Madison Square Garden, na quinta, pode significar ao Knicks a 13ª derrota seguida em pós-temporadas. Recorde negativo e que ninguém quer ter. A última vez que o Knicks venceu um jogo nos Playoffs foi no dia 26 de abril de 2001. Já são 11 anos. Que o New York Knicks não deve passar pelo Miami, isso é ponto pacífico. Mas pode, sim, conseguir uma vitória para quebrar o tabu.

Há quem diga que o Knicks sem Amar'e é um melhor time. Passa a ser o time de Carmelo. Ele dita o ritmo, joga mais solto. Na temporada, são 14 vitórias em 19 jogos, quando Stoudemire fica de fora. Esperar pra ver. Se não vier a vitória, que ao menos venha uma postura diferente.

quinta-feira, março 01, 2012

Mascarado


Após uma concussão e uma fratura nasal, no All Star Game de domingo, Kobe Bryant voltou a jogar pelos Lakers. E não fez nem um pouco feio. O camisa 24 aotou 31 pontos, pegou 7 rebotes e distribuiu 8 assistências em apenas 32 minutos jogados. Sim, Kobe se recuperou de uma lesão a tempo e levou o Los Angeles a mais um triunfo. Dessa vez sobre o Minnesota Timberwolves, no Staples Center.

Após a convincente vitória e uma bela atuação, Kobe foi perguntado sobre a falta que gerou sua contusão. O lance foi com o seu companheiro de seleção norte-americana. Perguntado se guardava mágoas de Wade, Kobe disse achar engraçado toda a situação vista na mídia. Disse também que nunca teve problemas com Wade, que são amigos e que está tudo bem entre eles. Dwyane Wade também parece ser um jogador boa praça. Sem histórico de problemas ou faltas sujas na NBA.

Mas o mais interessante de toda essa questão é ver como Kobe Bryant consegue sair das adversidades causadas por lesões. Há quanto tempo ouvimos que Kobe não está 100%? Sempre há um joelho, pulso ou braço machucados. Dessa vez, o Mamba jogou de máscara e não pareceu se incomodar nem um pouco com isso. E é aí mesmo que diferenciamos o craque do jogador comum.

Como bem definiu Derek Fisher, "Kobe é um dos caras mais duros, se não o mais duro de todas que eu já conheci quando o assunto é jogar com lesões ou superá-las. Ele sempre dá um jeito de usá-las em seu favor e não usá-las como desculpa".

Muito mais que encestar bolas, driblar e ganhar jogos, o craque transcende o dentro de campo. Tá aí porque Kobe é gênio.

OBS: Vale lembrar que domingo teremos Heat x Lakers. Irá Kobe e cia. devolver a jogada que o lesionou? Veremos.

sexta-feira, janeiro 20, 2012

Heat melhor sem Wade?


Não há outra pergunta na NBA que não seja essa. Após um impressionante e dominador início, o Miami Heat caiu de rendimento. Deixou de ser o time sensação. Com alguns erros em momentos decisivos. Logo enfileirou algumas derrotas. E Wade se lesionou. Nada muito grave. Mas que tira o armador de Miami por alguns jogos. Muito alarde em Miami. Seria possível o Heat se virar sem Dwyane Wade?

Até agora, a resposta é sim. Miami se reencontrou com as vitórias. E LeBron tomou o posto de protagonista. Já são 5 vitórias em 5 jogos, sem Wade. Com Wade, são 5 vitórias em 9 jogos. A pergunta então que vem logo a cabeça é óbvia. O Miami Heat é melhor sem Wade? A resposta é: claro que não. Wade é um valor incrível. É decisivo, não se esconde e está entre os 5 melhores jogadores da NBA hoje. A questão é que sem Wade, LeBron está mais a vontade em quadra.

LeBron parece estar mais solto e confortável. O que não aparenta quando precisa dividir as atenções com seu companheiro de time. Essa maior liberdade é expressa nos números. LeBron, sem Wade, tem 7 pontos a mais, duas mais assistências e 4 mais arremessos de média por noite, se comparada com seus números quando Wade joga ao seu lado.

A temporada do Heat é crucial para o futuro da dupla na Flórida. Não dá para fracassar novamente. É preciso vencer o anel esse ano. E Wade será fundamental. LeBron não é conhecido por brilhar em momentos decisivos. Pelo contrário. Costuma sumir na hora da onça beber água. James precisa jogar ao lado de Wade o que joga quando Wade não está jogando. Aí sim pode sonhar com o anel de campeão.