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segunda-feira, dezembro 17, 2012

Jets de fora


Cinco turnovers, uma corrida de 94 jardas, a mais longa da NFL desde 2006, e o Tennessee Titans despachou o New york Jets da briga pelos playoffs por 14 a 10, no jogo que fechou a Semana 15 da Liga. No possível pior jogo da carreira do quarterback do Jets Mark Sanchez,o jogador lançou quatro interceptações e perdeu fumble na linha de 25 jardas do campo adversário, a apenas 50 segundos do fim do último período.

Muito criticado e cercado de interrogações, Sanchez teve apenas 131 jardas e acertou 13 passes dos 28 que tentou, além das quatro interceptações e do decisivo fumble perdido. Sanchez também chegou à marca de 23 turnovers – maior marca dessa temporada, ao lado de Andrew Luck – e teve o terceiro jogo da carreira com quatro intercepções.

E a surpresa da noite ficou por conta de Tim Tebow. A sensação do ano passado participou pela primeira vez na temporada de toda uma campanha do Jets. Foram duas jogadas óbvias de passe que complicaram o jogador e fizeram com que Tebow fosse sackado em uma e forçado a jogar a bola fora em outro.

A equipe do Jets precisava vencer os últimos três jogos do ano e secar os rivais para tentar chegar à temporada, mas o time não fez o próprio dever de casa. O longo touchdown pelo chão do running back Chris Johnson e oura corrida de 13 jardas do quarterback Jake Locker fizeram o Titans sair vitorioso do penúltimo Monday Night Football do ano.

sexta-feira, novembro 23, 2012

A rodada do Thanksgiving


Era dia de festa nos Estados Unidos e a NFL, como já de costume, abriu a rodada com os tradicionais jogos do Thanksgiving, o dia de ação de graças. No primeiro jogo do feriado, o Houston Texans foi até Michigan pegar o Detroit Lions. O time da casa é uma das equipes da NFL que já são figurinhas do Thanksgiving, mas um field goal de 32 jardas, com apenas 2:21 restantes na prorrogação, deu a décima vitória ao Houston Texans na temporada de 2012. 

A chance de vencer o jogo veio depois de Jason Hanson, kicker do Lions, perder um chute de 47 jardas. O jogo foi para prorrogação depois das equipes fazerem um jogo aberto e com muitos pontos. Houston e Detroit anotaram, cada um, 31 pontos, até Shayne Graham acertar o field goal e jogar água no chopp do Lions. O running back Arian Foster foi um dos principais destaques do jogo, com dois touchdowns e 102 jardas, em 20 carregadas.

RGIII brilha contra Dallas


No segundo jogo da rodada especial, foi a vez do Dallas Cowboys receber o rival Washington Redskins. Dallas tinha a chance de vencer a segunda seguida, mas quem roubou a cena foi o calouro Robert Griffin III. O novato brilhou com 311 jardas e quatro touchdowns, na vitória do Redskis por 38 a 21.

Com a atuação, RGIII tem oito touchdowns nas últimas duas rodadas. Só no segundo quarto, Griffin marcou três touchdowns e comandou os 28 pontos. Já Tony Romo perdeu pela primeira vez como titular em seis jogos de Thanksgiving, apesar de lançar três touchdows no segundo tempo e ter 441 jardas, maior marca da carreira.

No duelo que fechou a noite, a rivalidade entre New York Jets e do New Englans Patriots foi a campo, mas o que se viu foi apenas a atuação de um time. Tom Brady comandou o massacre do Patriots em cima do Jets, por 49 a 19. Foram 35 pontos só no segundo quarto e quatro touchdowns em seis minutos, três deles em 53 segundos. Com os muitos turnovers, o ataque do Patriots não sentiu falta do lesionado Rob Gronkowski. A boa notícia foi o retorno de Aaron Hernandez.

terça-feira, outubro 30, 2012

NFL - Semana 8

Quem brilhou:

Peyton Manning - O quarterback do Denver Broncos segue impararável na NFL. Manning é o único jogador da história da NFL a ter em quatro jogos consecutivos pelo menos 300 jardas, mais de 3 TDs e aproveitamento superior a 70% dos passes. No primeiro reencontro com Drew Brees após a derrota no Super Bowl XLIV, o quarterback do Denver Broncos teve 305 jardas, três touchdowns e acertou 22 dos 30 passes que tentou.

Rob Gronkowski - Sempre bem servido por Tom Brady, o tight end foi um dos protagonistas e o principal alvo do quarterback do New England Patriots na vitória em cima do Saint Louis Rams, em Wembley, na Inglaterra. Gronkowski teve dois touchdowns em oito recepções e 146 jardas.

Jason Witten - O Dallas Cowboys perdeu para o New York Giants, mas o tight end agarrou 18 lançamentos de Tony Romo, recorde da franquia de Dallas, para 167 jardas.

A defesa do Chicago Bears - Em Chicago, quando o ataque não aparece, a defesa é quem se destaca. Atrás no placar por todo o jogo contra o Carolina Panthers, o cornerback Tim Jennings teve duas interceptações, uma delas retornadas para touchdown, e deu ao Chicago Bears a sexta vitória da temporada.

Alex Smith - Em San Francisco, muito se fala que o quarterback é o elo mais fraco da equipe, mas contra o Arizona Cardinals, Smith mostrou que o 49ers não se resume apenas a um bom jogo terrestre e uma forte defesa. Smith errou apenas um passe dos 19 que tentou e lançou três touchdowns e 232 jardas.

Quem decepcionou:

Mark Sanchez - Será que finalmente chegou a hora de Tim Tebow ser titular do New York Jets? Frente o Miami Dolphins, o quarterback não conseguiu produzir, foi interceptado e perdeu um fumble que virou touchdown.

Jay Cutler - O Chicago Bears venceu, mas não deve isso à produção ofensiva do quarterback Jay Cutler. Ainda em recuperação de lesão nas costelas, Cutler sofreu dois fumbles, foi derrubado seis vezes atrás da linha de scrimmage, lançou uma interceptação e teve  uma tarde para se esquecer.

O ataque do Dallas Cowboys - O time ofensivo produziu 434 jardas, mas sofreu muitos turnovers. Tony Romo teve quatro interceptações, sendo três delas apenas no primeiro tempo. O ataque ainda perdeu dois fumbles recuperados pelo New York Giants e o Dallas Cowboys agora completa quatro jogos sem sem vencer o maior rival no novo Cowboys Stadium.

terça-feira, outubro 09, 2012

NFL - Semana 5




Quem Brilhou

- Drew Brees - Os Saints, enfim, voltaram a vencer na NFL e com Drew Brees como prinicpal jogador. Foram 370 jardas, 3 TDs e o recorde da Liga. Brees ultrapassou Johnnny Unitas e tornou-se o único QB com pelo menos 1 TD em 48 jogos consecutivos.

- Andrew Luck - O Indianapolis Colts vai remontando aos poucos seu time e vê que Andrew Luck pode ser sim o novo cara por lá. Luck anotou o TD da vitória contra os Packers com apenas 35 segundos restantes para o fim do jogo. Luck também teve sua melhor marca na carreira em jardas, com 363.

- Matt Ryan - Quase ninguém acreditava, mas Matt Ryan vai levando o Atlanta Falcons ao topo da NFL. O único time invicto da NFC venceu mais uma e com grande exibição do líder na corrida pelo título de MVP. Ryan teve 345 jardas e 2 TDs.

- Eli Manning - Já virou rotina ver Eli Manning saindo atrás do marcador e vencendo jogos pelo New York Giants. Domingo não foi diferente. O time perdia para o Cleveland Browns por 14 x 0, mas Eli tratou de anotar 3 TDs nas 259 jardas lançadas.


Quem Decepcionou

- Michael Vick - A grande preocupação em cima de Vick vai se justificando ao longo dos jogos. Já são 11 turnovers em apenas 5 jogos. No domingo foram dois fumbles perdidos e um primeiro tempo para se esquecer. Vick recuperou-se no segundo, mas o estrago já estava feito.

- Mark Sanchez - Sanchez tinha duas chances: Consagrar-se contra o Houston ou aumentar ainda mais a pressão para que seja substituído por Tim Tebow. E parece que a titularidade de Mark Sanchez está com os dias contados. Mais uma atuação muito fraca do ataque e muitos turnovers. A torcida já quer ver Tebow. E agora, Rex Ryan?

- Cleveland Browns - Um começo de jogo animador contra os atuais campeões, mas foi só. Cleveland perdeu para New York, cedeu 502 jardas e deu 3 bolas para os Giants. A campanha é horrorosa. São 5 derrotas em 5 jogos. Início tão ruim quanto a campanha de 1999.

terça-feira, outubro 02, 2012

NFL - Semana 4




Quem Brilhou

- Drew Brees - O New Orleans Saints perdeu de novo. Mas se dá para ver algum lado bom na 4ª derrota do time de New Orleans, foi a atuação de Drew Brees. Foram 446 jardas e 3 TDs em 35 passes completos.

- Peyton Manning -O atual quarterback dos Broncos nos fez lembrar do Peyton Manning que antes jogava pelo Indianapolis Colts. O QB tentou 38 passes e só não completou 8 deles. 338 jardas e 7 diferentes recebedores dos Broncos tiveram pelo menos duas recepções.

- Jay Cutler -O quarterback do Chicago Bears mostrou que quando tem tempo para lançar, boas coisas podem acontecer e os Bears podem até sonhar com a NFC North. Contra o Dallas Cowboys, vimos justamente isso. Após um 1º tempo muito fraco, o ataque dos Bears voltaram bem e Cutler completou 18 de 24 passes, com 2 TDs para 275 jardas.

- O ataque do New England Patriots - Já é chover no molhado dizer que Tom Brady teve outra grande atuação. Mas ele realmente teve. 340 jardas e 3 TDs. Mas quem brilhou mesmo foi o jogo terrestre. Desde 1982, New England não tinha dois jogadores com mais de 100 jardas. Brandon Bolden e Stevan Ridley combinaram para 3 TDs e 243 jardas. Isso sem contar os 45 pontos nos dois últimos quartos.

- Aaron Rodgers - Green Bay precisa de Aaron Rodgers e o quarterback não decepcionou contra os Saints. De 41 passes, acertou 31. Comandou a campanha da virada e ainda anotou 4 TDs distribuídos em 319 jardas.


Quem Decepcionou

- Dallas Cowboys -Em pleno Cowboys Stadium, não se esperava ver tamanho vexame contra o Chicago Bears. Além de levar 34 pontos, Dallas teve Tony Romo com 5 INTs, um grupo de recebedores com incontáveis drops e uma defesa que assistiu Chicago jogar. Ou tudo muda por lá, ou Dallas vai amargar mais um ano sem ir aos Playoffs.

- Mark Sanchez -A pressão em Sanchez continua. E domingo foi dia de mais uma má atuação do QB. Todos em Nova York já querem a entrada de Tebow e o único que parece ainda confiar em Sanchez é o próprio treinador da equipe. Sanchez lançou para apenas 103 jardas, teve uma INT, sofreu um fumble retornado para TD após tentar correr com a bola e ainda foi sacado 3 vezes. Tarde para esquecer.

- A defesa do Buffallo Bills -O time foi para o vestiário no meio do jogo com 21 x 7 no placar. Zebra na NFL, certo? Errado. A defesa dos Bills permitiu incríveis 45 pontos no 3º e 4º períodos. 35 deles seguidos. New England fez o que quis. Por cima, por baixo. Onde está a nova e melhorada defesa de Buffalo? 

Tebow Time?


Semana 4 da NFL e chegou o momento que todos, cedo ou tarde, já esperavam. Atuações fracas de Mark Sanchez, muitos turnovers e pouca confiança. O New York Jets sofreu uma derrota humilhante em casa. Perdeu para o San Francisco 49ers. 34 x 0. Todo o cenário parece estar armado para que Sanchez dê lugar ao quarterback reserva. Tudo conspira para que a Tebowmania estreie em 2012.

Mas apesar de tudo levar a  entrada no time de Tebow, para o treinador Rex Ryan, ainda não é o momento de utilizar o ex-quarterback do Denver Broncos. Sanchez em 4 jogos tem 49.2% de passes acertados, 5 TDs e 4 INTs. Números que fariam qualquer time da NFL repensar sobre o posto de quarterback titular. Mas com os Jets, a história é um pouco diferente.

Rex Ryan podia embarcar de vez no oba-oba em cima de Tim Tebow. Escalá-lo e barrar Mark Sanchez. Mas será que hoje isso seria uma jogada inteligente? A resposta é não. Elevar Tebow a quarterback nº1 apenas traria mais problemas e discórdias para um vestiário já cercado de problemas. Ryan não é bobo e sabe que Tim Tebow é uma quarterback limitado e que não necessariamente é a resposta para todos os problema dos Jets. 

Usar Tebow hoje é quase que um ato de desespero. E é ainda cedo para tomar medidas como esta. Estamos apenas na 4ª semana. Os Jets têm um retrospecto 2-2 e, bem ou mal, ainda lideam a AFC East. A saída de Mark Sanchez significaria perdê-lo de vez. Comprovar que o time e o treinador não confiam no jovem quarterback.

E Rex Ryan sabe muito bem disso. "Acho que Mark é a resposta como nosso quarterback", disse o treinador, bancando Sanchez. Mas perguntado sobre se chegou a hora de usar Tebow, Ryan afirmou que apenas o tempo dirá. O que nos leva a uma lógica conclusão. Rex confia em Sanchez? Não. Mas ainda dará algum tempo para que o quarterback consiga se recuperar. E é bom que isto aconteça.

O problema é que tudo parece jogar contra Mark Sanchez. A fase dele não é nada boa, o ataque comandado por Tony Sparano não consegue atacar e o GM Mike Tannenbaun não tem respostas para uma ofensiva, montada por ele, que não passa, nem corre. Adicione a isso as lesões de Santonio Holmes e Darrelle Rives e você tem o tamanho do problema do New York Jets.

Sanchez admite que precisa melhorar. E realmente precisa o quanto antes. Desta vez ele tem como reserva um jogador que assumiu um Denver Broncos com fraca campanha de 1-4 e levou os Broncos aos Playoffs. Todos querem ver o que Tebow pode fazer com o New York Jets. Mas será que ele pode ser a solução dos problemas em Nova York?

Os Jets sofrem com a posição de QB, mas é ingenuidade achar que o problema é apenas o próprio quarterback. Além dos já conhecidos problemas no ataque, a equipe também sofre na defesa e no time de especialistas. O time hoje é uma grande bagunça. Tebow não será o salvador. Pode contribuir para uma melhora, mas ele não vai conseguir arrumar a casa sozinho.

Mas enquanto a Tebowmania não é liberada no ano de 2012, podemos aprender muito sobre o quão forte é a cabeça de um pressionadíssimo Mark Sanchez e o quanto Rex Ryan confia no quarterback titular.

Inegável não apontar Sanchez como um dos porquês os Jets estarem tão mal. Mas a situação só tende a piorar com uma entrada prematura de Tebow. Sanchez deve ter mais chances. Mas ele que fique atento. Porque Tebow está logo ali. Pronto para tentar repetir o que fez em 2011.

terça-feira, setembro 11, 2012

NFL - Semana 1

Quem Brilhou

- Peyton Manning - 19 meses longe dos gramados da NFL, mas e daí? Peyton Manning voltou em grande estilo. 2 TDs, 253 jardas, 19/26 passes completos e a certeza de que o quarterback está longe de aposentado. Manning também chegou à marca de 400 TDs na carreira e fez todos que duvidaram dele repensarem sobre o quão Manning ainda pode ser eficiente. Nunca se pode duvidar do craque.

- Robert Griffin III - Ainda é cedo, mas o Washington Redskins já parece ser outro time. Se ele já havia ido bem na pré-temporada, RGIII pegou o poderoso New Orleans Saints e não pareceu se importar com Drew Brees e cia. 320 jardas, 2 TDs e ainda de quebra 42 jardas pelo chão.

- Mark Sanchez - Não havia jogador mais pressionado que Sanchez em toda a NFL. Examinado atentamente por todos, Sanchez não fez caso e atropelou a equipe do Buffalo Bills. Foram 3 TDs, 266 jardas e 19 de 27 passes completos. Por ora, não se fala em Tebow em Nova York, apenas de Mark Sanchez.

- O ataque do Chicago Bears - Tá certo que os Bears pegaram uma defesa mais frágil, mas foi animador ver que a dupla Jay Cutler e Brandon Marshall deve voltar a dar bons frutos. Matt Forté, de contrato e ânimo renovados, também contribuiu e mostrou que voltou bem da lesão. O time que antes confiava somente em sua defesa, parece ter encontrado o caminho para ter um poderoso ataque.

Joe Flacco - Que o QB dos Ravens não é unanimidade, todos já sabem, mas Flacco tratou de mostrar que Baltimore não precisa apenas confiar na defesa para vencer jogos. Com uma vitória expressiva de 44x13 em cima do Cincinatti, Joe Flacco teve ótimos número e comandou Baltimore. Foram 2 TDs conseguidos através de 299 jardas em 21 dos 29 passes tentados.

Quem Decepcionou

- Os QBs calouros - Com exceção de Robert Griffin III, a rodada não foi nada boa para Andrew Luck, Brandon Weeden e Ryan Tannehill. Muitas interceptações e cada um com uma tarde para ser esquecida. Ok que os times não ajudam muito, mas a expectativa estava lá em cima para os novatos.

- Chris Johnson - Início de temporada nada bom para o running back do Tennessee Titans. Depois de um ano de 2011 para se esquecer, 2012 parece ainda não ter começado para Chris Johnson. Foram 13 vezes com a bola e apenas 10 jardas. Simplesmente irreconhecível.

- Michael Vick - O quarterback foi horrível na feia vitória dos Eagles contra os Browns. Vick tentou 56 passes e completou 29. Sem contar as 4 INTs que tornaram um jogo que tinha tudo para ser tranquilo em uma verdadeira batalha. Vick forçou demais o jogo para si e acreditou que poderia vencer sozinho. Quase que não dá. Atuação inexplicável e que precisa melhorar muito, caso os Eagles sonhem chegar ao Super Bowl.

- Ryan Fitzpatrick - 2011 parece ainda não ter acabado para o quarterback dos Bills. Se temporada passada liderou a NFL em INTs lançadas, em 2012, já anotou outras 3 INTs logo no primeiro jogo contra os Jets. O QB também anotou  3 TDs, mas só quando os Jets já venciam por 41x7 e não estavam lá muito mais interessados no jogo.

segunda-feira, agosto 27, 2012

Tudo bem?


Três jogos de pré-temporada e três derrotas. Ok. Não é lá nenhum bicho de sete cabeças perder quando a temporada não está valendo. Mas em Nova York a situação é um pouco mais complicada. Os Jets não marcam um únco touchdown já há 3 jogos.

Marca que iguala o Atlanta Falcons de 1977. Sim. 35 anos depois o New York Jets faz o mesmo que os Falcons de anos atrás. Não cruza a endzone em nenhum dos tês primeiros jogos da pré-temporada. Na ocasião, Atlata terminou a temporada com 7 derrotas e 7 vitórias. Um time que não fedeu, nem cheirou e, consequentemente, não chegou a lugar nenhum. Coisa que os Jets não almejam de jeito nenhum este ano. Basta ver o investimento e plantel da equipe nova iorquina.

Lógico que ainda é cedo para fazer prognósticos e previsões. A NFL começa a tomar forma a partir de agora. É preocupante não conseguir pontuar? Sim. Mas mais preocupante do que isso é o time achar que está tudo em ordem. "Honestamente, não acho que devemos estar frustrados com nada", disse Santonio Holmes. Sério, Holmes? Se ganha na NFL apenas pontuando de 3 em 3?

Já Mark Sanchez concordou com a noite infeliz, mas disse confiar nos companheiros de time para reverter a situação. "Como eu vejo, acho que estamos guardando o nosso melhor para a temporada regulhar", afirmou.

Verdade que pode ser discurso para a mídia. Sem querer criar muitos problemas e escancarar qualquer tipo de crise, mas é estranho, pra dizer o mínimo, viver uma situação como essa e achar que tudo anda bem. Que tudo uma hora melhora. Ou pior, que quando passar a valer, tudo se acerta.

Se a pré-temporada serve de ensaio e preparação para os 16 jogos que movimentarão os próximos três meses, a coisa não anda lá muito para o time de Nova York.

Tebow e Sanchez têm somados 30 drives e nenhum TD. Some isso mais 4 turnovers e esse é o Jets até agora. Fato que parece não incomodar o sempre otimista Rex Ryan. O treinador apontou os lançamentos de Sanchez e a proteção do pocket como pontos positivos na atuação do fim de semana contra o Carolina Panthers. Ok, Rex. Mas as pessoas estão começando a se cansar de ouvir o discurso de que tudo está sempre bem ou caminhando para que fique tudo bem.

De forma séria e sem nenhum sarcasmo, Rex terminou a entrevista com uma singela declaração. "Nosso time de Field Goal estava muito bem hoje a noite anotando os chutes".

Dá pra levar a sério?

quinta-feira, agosto 16, 2012

O despertar de Sanchez


Se todas as atenções do training camp do New York Jets tem sido voltadas para Tim Tebow e tudo que a Tebowmania traz, chegou a vez de Mark Sanchez levantar um pouco a voz e mostrar que ele é, pelo menos ainda, o cara dos Jets. "Essa aqui é o meu huddle", disse Sanchez.

Postura interessante e corajosa do quarterback que vinha calado até aqui. A posição de lançador na NFL envolve saber ser líder e competência no jogo. Se Sanchez até agora não mostrou nenhuma das duas qualidades na sua totalidade, a temporada 2012-2013 pode marcar a virada de personalidade para Mark Sanchez.

Com desejo de, enfim, deixar de lado o status de promessa e virar realidade, Sanchez diz esperar estar entre os 10 melhores QBs, na temporada que começa em setembro. Sanchez já disse e mostrou aos que viram que o camp deste ano é, sem dúvidas, o seu melhor, desde que chegou a Liga de Futebol Americano profissional. A capacidade e a vocação para ser líder também aumentam aos poucos. 

Se Mark Sanchez antes estava acomodado e confortável como quarterback prinicipal, a chegada de Tim Tebow parece ter mexido com a cabeça de Sanchez. Se muito se discutiu sobre o porquê de trazer Tebow e todo o circo que envolve o quarterback, por mais que Tebow não tenha chances ou não jogue, dá para dizer que, ao menos, a vinda do ex-quarterback de Denver trouxe a Sanchez mais pressão e competitividade.

Até onde essa competitividade pode chegar é cedo para dizer. Problemas extracampo nos Jets não são novidade. Inclusive com o próprio Sanchez. Brigou feio com Sanotnio Holmes na última temporada. É verdade também que a pressão pode ser tanto positiva, quanto negativa. Se por um lado pode elevar o jogo de Sanchez a um novo e outro nível, basta Sanchez falhar ou errar e logo o mundo inteiro estará gritando pela entrada do garoto maravilha Tim Tebow.

Ainda falta pouco mais de um mês para ver como Rex Ryan usará os dois quaterbacks e como cada um deles atuará na jornada de levar o Jets a conquista do tão sonhado Super Bowl. Se Tebow já havia dado sinais de que busca ser o cara por lá, Sanchez parece ter finalmente acordado e manifestado o mesmo desejo. A briga vai ser boa.

segunda-feira, julho 23, 2012

O que vem por aí na NFL - Parte 1


Depois de uma conturbada e movimentada offseason, a NFL começa nesta semana os training camps. A temporada começa dentro de pouco mais de um mês e com os treinos abertos, surgem as primeiras grandes questões que devem ser respondidas ao longo do ano, mas que já intrigam a todos.

A Situação do New Orleans Saints
Programas de recompensas e escutas nos microfones adversários. O que não faltou em New Orleans foram acusações e conduta suspeita. O time começa a temporada sem alguns jogadores, entre eles o suspenso por toda a temporada Johnathan Vilma, e o técnico Sean Payton. Sem um dos melhores técnicos da Liga e de time xodó de todos para um time visto agora com muitas ressalvas, o New Orleans Saints tem tudo para ter uma complicada temporada. De positivo, a renovação de Drew Brees. Após longa negociação, o quarterback conseguiu um contrato longo, está feliz e precisará liderar a equipe.

Peyton Manning nos Broncos
Após 14 anos vestindo as cores do Indianapolis Colts, chegou a hora de Manning jogar pelo Denver Broncos. Não se sabe como está o seu estado de saúde, se ele pode lançar a bola, se o braço está forte e se o time em torno dele é talentoso. Manning terá que se acostumar a novos dirigentes, parceiros de time, cidade, torcida, técnicos, expectativas e rivais de divisão. Conseguirá Peyton Manning levar os Broncos a algum lugar?

O New York Giants
Após vencer o Super Bowl como zebra, os Giants entram 2012-13 como atuais campeões e com uma reputação a zelar. Nunca um time venceu dois Super Bowls consecutivos e certamente New York vai atrás deste feito. Antes cercado de dúvidas, Eli Manning agora figura entre os melhores QBs da NFL e já tem mais anéis que o o irmão mais velho. Com elenco praticamente mantido, Eli e os Giants conseguirão fazer o raio cair duas vezes no mesmo lugar?

Chegou a hora do Philadelphia Eagles?
Com um dos plantéis mais fortes, os Eagles chegam como favoritos para este ano. Contam com um ótimo Michael Vick, talentosos jovem jogadores e uma sólida defesa. Tudo para finalmente ganhar o 1º Super Bowl, mas temporada passada o time também era muito forte e os Eagles foram a grande decepção da liga, conseguindo apenas 8 vitórias em 16 jogos.

Tebow x Sanchez
O duelo dos QBs em Nova York promete. Sanchez é o titular, mas Tebow está pronto para assumir a titularidade. Todo mundo que em algum ponto a situação será insustentável, Sanchez encontrará dificuldades e Tebow terá sua chance de iniciar o jogo. O New York Jets vem de uma temporada conturbada nos vestiários e com um sistema que terá dois quarterbacks alternando a titularidade, mais problemas podem surgir. 

terça-feira, julho 17, 2012

Holmes detona Sanchez + Tebow


Não é mistério para ninguém que desde a chegada de Tim Tebow a Nova York, o New York Jets conta com dois quarterbacks no plantel. Mark Sanchez e Tim Tebow. Também não é mistério que na NFL quando se tem dois quarterbacks em um mesmo time com potencial para serem titulares, você tem um problema. Há quem diga que quando se tem dois quarterbacks, acaba não se tendo nenhum. Mas não para o técnico Rex Ryan. 

Perguntado alguns meses atrás se os Jets conseguiriam jogar com dois QBs, Ryan foi enfático. Os dois dividirão o posto e revezarão a posição durante o jogo. Não se sabe ainda se tal decisão será mantida e se ela dará certa, mas se depender do wide receiver Santonio Holmes, a ideia está vetada de cara. Em recente entrevista, Holmes detonou o novo sistema. 

"Não se pode jogar com dois quarterbacks". Simples e direto, Holmes sintetizou o que se pensava desde quando Ryan manifetsou o interesse em utilizar ambos quarterbacks. A posição de QB é extremamente delicada. O quarterback tem como função guiar o time de ataque dentro de campo. 

 É preciso muito entrosamento, comando e espírito de liderança. Saber se comunicar com os companheiros de ataque é imprescindível e com dois jogadores para a  a mesma posição, as chances de um ruído é exponencialmente aumentada. Apesar disso, Tebow e Sanchez, até agora, vêm mantendo a política de boa vizinhança. Ambos trocam elogios por meio da imprensa e não parecem ligar para quem será titular ou não.

Pelos últimos anos como QB, relativamente bem-sucedido em Nova York, é natural que Sanchez comece jogando, mas também é natural que a pressão e os erros comuns da posição façam com que Tebow logo seja alçado à posição de titular.

Santonio Holmes acredita que o sistema duplo de quarterbacks não funcionará, mas também acredita que Tebow pode ir a campo e ocupar dignamente a posição de lançador do time. Não é segredo que o wide receiver não se deu bem, no ano passado, com Sanchez. Após uma temporada fraca, o recebedor pode ver em Tebow uma esperança de voltar a ter bons números.

Não que Tebow tenha excepcionais números lançando a bola, nem que ele lance como Brady, Brees ou Rodgers. Mas Tebow vem para fazer com que os Jets corram com a bola e em play actions, podem surpreender defesas desguarnecidas e Holmes poderá anotar TDs e somar muitas jardas aéreas com muitas jogadas longas e fundas.

Enquanto a temporada não começa, segue a indefinição e a curiosidade em torno de como será o New York Jets em 2012-13. Setembro vem aí.

terça-feira, junho 26, 2012

Sinceridade?


Os treinos da NFL já começaram a todo vapor e, consequentemente, os jogadores começam a falar mais e darem mais entrevistas. Desta vez, quem resolveu falar foi Tim Tebow. O jogador mais comentado do futebol americano e, talvez, do esporte mundial foi novamente polêmico. Entre outras declarações, Tebow afirmou que acredita no trabalho do companheiro Mark Sanchez e torce pelo sucesso do quarterback.

"É muito fácil dizer que eu vou torcer para ele. Não vou torcer contra ele. Desejo tudo de melhor para ele, o que não significa que eu não vou treinar forte e me dedicar. Realmente acho que Sanchez faz um ótimo trabalho", disse Tebow. Estaria ele tentando ser bom moço ou o ex-jogador dos Broncos realmente está falando a verdade? 

Não dá para duvidar das ações e do ser humano que Tim Tebow é. Isso ele provou ao longo da última temporada. Mas tudo que Tebow faz ou fala vira polêmica, e dizer que torce pelo companheiro de time foi mais uma dessas.

Como um quarterback reserva que veio para ser titular do New York Knicks, torce para que o atual número 1 da posição se dê bem e tenha sucesso nas performances? Aí que está. Tebow tem todos os motivos para torcer contra Sanchez. O quarterback titular dos Jets é um empecilho para o sucesso de Tebow e sua afirmação de vez na NFL. Sanchez joga bem como Tebow diz torcer e o ex-jogador do Denver Broncos será banco. Terá ambições e sonhos quebrados.

O mais maquiavélico acredita ainda que Tim Tebow dá força a Mark Sanchez para se fazer de bom moço, ganhar mais mídia e gerar uma boa imagem. Para que mesmo indo mal, consiga manter seu espaço no noticiário e ser defendido. 

Muitos pensamentos e armações. Nem um pouco a cara do quarterback que todos conheceram melhor no ano passado. Se Tebow ainda faz declarações como esta para chamar atenção? É possível que sim. Mas também é possível que a cumplicidade e o companheirismo dentro de um esporte tão duro e competitivo como o futebol americano da NFL esteja em extinção e poucos são os que ainda acreditam nele.

quarta-feira, maio 02, 2012

Ele pode vencer de novo?


"Ele é forte, tem tamanho, tem velocidade e sabe lançar a bola". Assim definiu Rex Ryan, perguntado sobre a atuação de Tim Tebow no 1º treino do New York Jets para a temporada 2012-13. Ryan realmente falou a verdade ou apenas jogou para a galera?

O treinador fala com experiência de causa. Viu o Jets perder para o Broncos no 4º quarto. Especialidade de Tebow. Além dessa, o quarterback virou mais 5 jogos, nos momentos mais decisivos. Naquela ocasião, Rex Ryan viu, perplexamente, Tebow percorrer 95 jardas e anotar o TD vitorioso para Denver. Agora tem sob seu comando Tebow.

Sempre gira ao redor de Tim Tebow a interminável discussão. Ele consegue lançar a bola? Novamente voltamos aos números do ano passado. Em algumas estatísticas, o pior jogador quarterback da NFL. Em outras, um jogador valioso para qualquer time. Tebow ficou conhecido por fazer o que todos têm como objetivo: vencer. Mas também por ser amada e odiado. Por se tornar umas das figuras mais polarizantes do esporte mundial.

A lua de mel com Rex Ryan acabou desde o ano passado. Motim de jogadores, vestiário conturbado, um time sem comando. Deu tudo errado para o Jets. Tebow veio com o papel de agregar o time. A princípio, a sua vinda foi bem aceita. Até Sanchez, pelo menos na mídia, mostrou-se satisfeito. Tebow passa a ser o novo trunfo de Rex Ryan. Montar um time que corra com a bola, queime o tempo e vença graças à defesa. 
 
Rex Ryan já disse que alternará entre Sanchez e Tebow. A última cartada em sua manga para manter o emprego. Precisa fazer que os Jets voltem a serem respeitados. Que voltem a vencer. Será que Tebow é esse cara? Rex Ryan parece acreditar que sim.

terça-feira, abril 17, 2012

Sanchez + Tebow: Vai?


Os treinamentos da NFL ainda estão longe de começarem, mas se já há algo quase definido por lá é como jogará o New York Jets, na temporada 2012-13. Ainda não está cravado, mas Rex Ryan deve optar por um ataque que alterne entre Tim Tebow e Mark Sanchez. Sim, o técnico do Jets deve usar a mais nova aquisição do New York Jets logo de cara.

A grande questão é: Como fazer que um ataque com dois QBs funcione? A NFL nunca viu um sistema assim que tenha dado resultados. Nunca um time foi campeão jogando como os Jets pretendem jogar. Alternar dois quarterbacks pode representar também um grande problema. O sistema que Rex Ryan quer implantar tem controvérsia na sua essência.

Começa-se o jogo com um QB e logo se tira, quando ele estiver mal. Qual a confiança que o QB substituído terá? E o quarterback na NFL precisa estar confiante. É uma posição que exige precisão cirúrgica. E um jogador desequilibrado ou mal emocionalmente não conseguirá cumprir com eficiência.

Há quem defenda que 2 QBs poderia surpreender as defesas. Mas será mesmo? Todos sabem que com Tebow em campo, você pode esperar corridas. Com Sanchez, o passe. Ou seja, em vez de surpreender, acabaria deixando o trabalho da linha de defesa adversária mais fácil.

Outra questão é: Quem usar em situações decisivas? Tim Tebow, que se acostumou a desafiar o impossível, ou Mark Sanchez, que não tem lá muito histórico em decidir jogos? A resposta mais óbvia seria Tebow, mas assim voltamos à questão da confiança. Que confiança Sanchez teria em seu time e técnico, se no momento em que ele pode brilhar e que o time mais precisa de boas jogadas, ele é sacado?

Outra dúvida é se Rex Ryan realmente acredita em Mark Sanchez. Ryan sempre gostou de dominar o jogo terrestre e apostar que a defesa traga vitórias. Justamente o que Tebow pode oferecer. Quando Sanchez passou a bola, vimos um QB mediano, errando bastante e, graças isso, um motim contra o quarterback, no vestiário dos Jets, liderado por Santonio Holmes. Diem que a situação por lá se acalmou, mas é bobo pensar que tudo voltou a ficar bem tão rapidamente.

Ter 2 QBs e alternar seu uso é uma novidade interessante. Vai chamar atenção de quem for assistir os jogos dos Jets. Vai trazer mais mídia para o New York Jets. Mas existem altas chances de dar errado. Usar ora um, ora outro QB sginifica que seus lançadores têm deficiências e, consequentemente, seu time tem problemas.

Enquanto Rex Ryan decide o que ele acha melhor para seus comandados, o guard Matt Slauton já deu seu recado "É como ser dois times diferentes, mas até onde eu sei, Sanchez é nosso QB titular". Será?

segunda-feira, março 12, 2012

Sanchez Renova: Bom Negócio?


Se alguém sonhava com Peyton Manning fazendo sombra a Eli Manning em Nova York, pode esquecer. Mark Sanchez assinou uma extensão de contrato com New York Jets. Por 3 anos e com U$ 20 milhões garantidos. Não importa o que aconteça. Será Sanchez o quarterback ideal para os Jets? E Sanchez vale tudo isso?

Quando Mark Sanchez chegou à NFL, foi logo de cara para os Playoffs. Claro, com imenso suporte defensivo. O carro chefe de Rex Ryan. Sanchez foi apenar correto. Sem comprometer, jogando passes curtos, trabalhando muito o jogo pelo chão. No início todos acharam que Mark ainda melhoraria seu jogo e viria a ser um grande jogador na NFL. Passaram-se alguns anos e Sanchez evoluiu muito pouco.

Mark Sanchez não é nem de perto um quarterback que saiba liderar seu time. Atua como coadjuvante em uma posição que pede uma liderança natural. Mas mesmo assim só fica trás de Eli Manning em jogos vencidos fora de casa em Playoffs. Sanchez e o New York Jets venceram 4 jogos longe de seus domínios.

Dar um contrato longo e com muita grana garantida é a jogada tentada pelo New York Jets para ver se Sanchez, enfim, se torna o jogador que se espera dele. É levantar a moral de seu quarterbcak. É chegar pra ele e dizer "Estamos com você. Você é o nosso quarterback. Confiamos em você". Sanchez dificilmente será protagonista na NFL. O que não quer dizer que não possa vencer um Super Bowl. Mas para isso, o Jets precisa voltar seu foco à defesa.

Não dá para esquecer também o circo que foi New York Jets na temporada 2011-12. Uma completa zona, com direito a Santonio Holmes querendo derrubar o próprio Mark Sanchez. Ambos renovaram seus contratos. Renovar com Sanchez é mostrar ao seu time que o quarterback é ele. Rex Ryan arruma a defesa, o ataque passa a jogar junto e não se sabotando, e o New York Jets vem como um dos favoritos na próxima temporada.