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sexta-feira, junho 22, 2012

O Rei Coroado


"Já estava na hora". Foram as primeiras palavras de LeBron James, em entrevista logo após o fim do Jogo 5 entre Heat e Thunder. Aliviado, o recém-campeão desabafou. Foi o primeiro título após 9 temporadas regulares, duas finais com resultado negativo e 3 vezes o troféu de melhor jogador da NBA. Após ser muito criticado pela transferência para Miami e por não aparecer nos momentos decisivos, Lebron James, enfim, venceu a NBA.

O King James foi coroado. E com todos os méritos, diga-se logo. LeBron James e o Miami Heat bateram a poderosíssima equipe do Oklahoma City Thunder. Precisaram de apenas 5 jogos. Título incontestável. Assim como o prêmio de MVP dado a LeBron.

O ala parece ter se conformado que não adianta inventar. É preciso apenas fazer aquilo que ele é o melhor. E LeBron fez. Atacou com virilidade e dominou o garrafão. Foi explosivo, mostrou garra e extrapolou vontade. Graças a isto que ele é considerado ums dos melhores da NBA atualmente. LeBron apostou no certo e finalmente venceu o primeiro anel.

O título serve também como um passageiro cala boca a quem o criticava. LeBron cresceu nos momentos certos. Anotou mais de 40 pontos em jogos cruciais contra o Pacers e o Celtics. Se falhou decisivamente em alguns momentos, apareceu em outros.

LeBron conseguiu tirar o grito de "é campeão" que já estava entalado há algum tempo. Como ele mesmo disse, já estava na hora. Um jogador da qualidade do ala precisava vencer um título. Precisava se igualar a grandes nomes como Kobe Bryant, Michael Jordan, Magic Johnson, Larry Bird, Shaq e Tim Duncan. LeBron conseguiu e o peso de ser campeão saiu de suas costas. O medo de ter uma carreira marcada por não vencer um título que fosse se encerrou.

As críticas devem cessar por um tempo. LeBron James deve ganhar um período de trégua. E, novamente, ele merece. Provou que pode ser uma grande jogador. Vibrou como criança ao fim do jogo. Parecia não acreditar que o sonho estava, enfim, se tornando realidade. Que o rei ganharia, enfim, sua coroa. 

Com 27 anos de idade, LeBron James coloca o nome na história da NBA como campeão. E o foco agora é ganhar mais e mais títulos. O primeiro passo e, provavelmente, o mais difícil deles já foi dado. A jornada de LeBron James está apenas começando. 

quarta-feira, junho 20, 2012

Teve culpa?


Tudo caminhava para  um belo cala a boca em todos os críticos. Russell Westbrook vinha fazendo o jogo de sua carreira. Mais de 40 pontos e pura dominância do jogo. Em certo momento anotou 13 pontos seguidos do Thunder. Estava tudo bem. Tudo muito bem em jogo apertadíssimo. Até que faltando 17.3 segundos, Westbrook fez falta boba.

Forçou Mario Chalmers e levou o grande destaque do Jogo 4 para a linha dos lances livres. A posse de bola já iria passar para o Thunder, havia pouco tempo no relógio dos 24 possíveis e Chalmers estava sem ângulo e desequlibrado. Miami abria então mais de uma posse de bola e acabava com as chances do Thunder empatar a série. 

Westbrook passou de herói para vilão em instantes. Toda a performance, brilhante em quase todo o jogo, apagou-se em um lance apenas. Justo? Muito. A partida irrepreensível do armador de Oklahoma será sempre lembrada pelo fatídico lance que definiu o jogo. E Westbrook realmente tem culpa no cartório. Faltou cabeça e faltou pensar ao fazer a infantil falta. Lógico que Oklahoma podia não vencer. Mas a falta simplesmente matou qualquer esperança de vitória.

A partida de Westbrook também escancara uma das maiores críticas sobre o armador. A partida foi incrível, mas ainda assim, Westbrook chutou 32 vezes ao aro. Número completaemnte atípico para um armador, que como a própria função diz, arma o jogo. Não vai ser sempre que as bolas vão cair. E outra. Westbrook tem ao seu lado um dos maiores chutadores da NBA na atualidade: Kevin Durant.

Uma pena que para Westbrook a sua partida de gala tenha acabado tão mal. Serão poucos os que vão lembrar do Jogo 4 como o jogo em que Westbrook comeu a bola. O jogo 4 ficará marcado na história como o jogo em que armador do Thunder acabou com as chances de vitória ao fazer falta. De novo, uma pena.

terça-feira, junho 19, 2012

Série Aberta?


Na primeira vez que chegou às Finais, LeBron James e o seu Cleveland Cavaliers foram varridos pelo San Antonio Spurs.No ano passado, LeBron chegou pela 2ª vez. Dessa vez representando o Miami Heat. LeBron foi muito mal e viu o Dallas Mavericks vencer.

Esta é a segunda final consecutiva que o jogador de Miami chega e este ano tudo está bastante diferente. LeBron James parece ter encontrado seu melhor jogo. Partindo para cima, forçando o contato e abusando da força física. LeBron tem mais de 50% de aproveitamento nos arremessos de quadra, mesmo com 6 jumpshots convertidos em 38 tentados.

A vitória hoje representa estar 48 minutos apenas do tão desejado anel. 48 minutos de provar que ele pode ser considerado um campeão e um grande nome da NBA. LeBron sempre se viu em adversidade quando jogou às Finais. Estava sempre atrás da série e precisava virar a situação. Desta vez, LeBron pode estar na confortável posição de ter que apenas vencer para levar o anel.

Lógico que tudo depende de uma vitória. Miami quer liquidar a fatura logo. Não quer correr o risco de voltar ao ginásio do Oklahoma City Thunder. Nunca no sistema 2-3-2, em Finais, um time reverteu a vantagem de 3x1. Miami quer se agarrar a este tabu. Nunca um time chegou sequer a levar para o Jogo 7. Mais um tabu que Miami quer manter.

Mas o Thunder é um time perigoso. Se em 94% das vezes que um time abriu 2x0 na série, esse time levou, Oklahoma se agarrou aos 6% e despachou o Spurs. Perder o Jogo 4 não significa etar eliminado. Durant e cia. podem roubar um mando de Miami e irem até como favoritos jogar em casa por duas vitórias e, consequentemente, o título. Tudo aberto ainda nas Finais. Uma derrota para o Thunder hoje não significa o fim da série. Uma vitória do Miami hoje também não representa o título.

segunda-feira, junho 18, 2012

Alívio


Miami assegurou mais uma vitória. Virou a série contra o Thunder e confirmou a vantagem de jogar em casa. A tônica da série se repetiu. Miami começando muito melhor, dominando o início do jogo. Já  no 2º tempo dando espaço ao Thunder. Fazendo o Oklahoma gostar do jogo e abrindo espaço para um jogo fácil tornar-se complicado.

Russell Westbrook teve a chance de empatar o jogo com um arremesso de 3 livre, mas falhou. Sem contar com Sefolosha que errou, bizonhamente, um lateral e deu a vitória, de vez, ao Heat. O quão preocupado deve estar o Thunder para o Jogo 4 amanhã? Existe aquela história de que todo jogo é uma decisão, mas amanhã será mais do que nunca. Uma vitória representa vida na série. 2x2 e tudo volta a ficar aberto. Já um revés, coloca o Thunder em uma posição complicadíssima.

Desde 1985, quando se instaurou o sistema 2-3-2, 13 times estiveram na situação que o Thunder pode estar, caso perca amanhã. Nenhum dos 13 times conseguiu chegar ao título. Pior. Nenhum time conseguiu chegar ao Jogo 7. Sempre acabou antes. 

Mas também não dá para duvidar do Oklahoma City Thunder e de Kevin Durant. Ninguém imaginou que seria possível vencer o San Antonio Spurs quatro vezes seguidas e chegar às finais. Também não se pode descartar o Thunder pelo equilíbrio da série. Até aqui, em 144 minutos de jogo, o Thunder tem um ponto a mais que o Miami Heat.

O time do Thunder é excelente, tem jogadores que respondem à pressão. Dá para dizer o mesmo de Miami? Até o momento a equipe vem irrepreensível. Inclusive Lebron. Mesmo falhando muito nos jumpshots, tem ajudado Miami nos momentos decisivos.

Tudo caminha para um espetacular jogo nesta terça. É matar ou morrer. Para o Thunder representa voltar ao caminho do título. Para o Miami representa jogar para vencer o título diante da torcida e não encarar mais o hostil ginásio de Oklahoma. Quem leva?

sexta-feira, junho 15, 2012

Calcanhar de Aquiles


Se o grande vilão do primeiro jogo das Finais da NBA foi LeBron James, no Jogo 2, foi o armador do Oklahoma City Thunder, Russell Westbrook quem roubou a cena negativamente. Novamente os números podem confundir. Quem vê apenas o boxscore se depara com 27 pontos, 8 rebotes e 7 assistências. Uma atuação quase impecável. Mas só na estatística. Dentro de quadra, foi tudo bem diferente.

Espera-se de um armador o que? Que ele arme o jogo. Que consiga distribuir passes e faça o jogo fluir. Se esse é o papel do armador, dá para dizer que Westbrook foi tudo menos isso ontem. Pelo contrário. O egoísmo de Westbrook era absurdo quase. 

Em um time com uma máquina de pontuar como Kevin Durant, não se pode chutar mais que a estrela do time. E Westbrook chutou. Foram 26 chutes e apenas 10 convertidos. E este já é o segundo jogo consecutivo que Westbrook tem 4 arremesos a mais que o All Star do Thunder.

De quem é a culpa? Primeiramente, do próprio Russell Westbrook. Não é de hoje que ele vem com o enorme apetite e busca ser "o cara" da equipe de Oklahoma. Seu talento é irrepreensível, apenas falta inteligência quando se tem a bola em posse. Russell Westbrook parece ter um ego muito grande. Quer ser o centro das atenções. Ofuscar Durant e ser a superestrela. E isso não vai acontecer.

A culpa também é do treinador Scott Brooks, do assistente técnico Maurice Cheeks e do reserva de Russell, Derek Fisher. Como 3 grandes armadores da história da NBA, é preciso que seja dito a Westbrook que para vencer um título na NBA precisa-se de um time. Nao apenas uma grande atuação .

O próprio Kevin Durant também já defendeu o armador do Thunder, ao longo da temporada. O cestinha das Finais disse que o time e ele mesmo rendem mais quando Westbrook tem mais arremessos. Nas palavras de Durant, o jogo fica mais solto e a performance do ala melhora. A julgar pelo o que foi visto no Jogo 2, o Thunder precisa mostrar esta postura.

E só para constar: LeBron James tem 4/28 em jumpshots nos últimos 3 jogos.


quarta-feira, junho 13, 2012

E aí, LeBron?


30 pontos, 9 rebotes e 4 assistências. Nada mal para um jogo de final, certo? Mais ou menos. Os números de LeBron James mentem sobre o que foi sua atuação no Jogo 1 das Finais da NBA. Se existia a dúvida de qual dos LeBron James jogaria este ano, nas Finais, pelo o que se viu no Jogo 1, a resposta não é nada boa para quem torce por um triunfo do Miami Heat.

LeBron novamente foi mal. E, de novo, na hora que mais importava. Sumiu de muitos momentos do jogo e teve atuação horrorosa quando arremessou em direção à cesta. É fato que Lebron nunca foi conhedido e aclamado por ser um exímio shooter. Se ele é MVP 3 vezes da temporada regular, deve a incrível explosão e força física em que parte para cima da cesta.

Mas não dá para um jogador do calibre de LeBron não acertar nenhum jumpshot durante todo o 1º tempo do jogo. Ao fim do confronto, LeBron havia conectado apenas 2 arremessos em 12 tentados. Se pegarmos o desempenho nos últimos dois jogos, a situação é ainda pior. LeBron tem fracos e apenas 3 jumpshots convertidos em 24 arremessos.

A decepção foi ainda maior na parte defensiva. LeBron assistiu Durant jogar e em momento algum marcou o ala do Thunder. Apenas contemplou o jovem talento de Oklahoma anotar 36 pontos e acabar com o jogo no último quarto. Já quando partiu para o ataque, Lebron teve o mesmo Kevin Durant em seu encalço. E James se assustou. Não partiu para cima, tentando cavar faltas ou impondo sua força e estatura. 

Mas a verdade é que nem tudo é culpa do camisa 6 de Miami. Wade foi extremamente passivo e não correspondeu, nem de longe, ao que se esperava da estrela do Heat. Bosh estava precipitado e tentou muitos arremessos atípicos e longos. O time também tem culpa por não ter sido time. Por não ter ajudado LeBron brilhar.

O King, sem anel, ainda tem outros jogos para provar que pode ser o LeBron da reta final da série contra o Boston Celtics. Se dá para tirar algo de bom da atuação de ontem a noite, dá para dizer que LeBron, com seus 30 pontos, bateu o recorde pessoal de pontos em um final. Mas só isso. Antes era de 25, hoje, 30.

terça-feira, junho 12, 2012

Chegou a Hora!

Miami Heat x Oklahoma City Thunder

Era a final que todos esperavam e a que todos apostavam antes do início da temporada regular. O Miami Heat das estrelas LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh tentando redenção após o fiasco nas finais de 2011, contra o Oklahoma City Thunder, time jovem, mas que conta com Kevin Durant e Russell Westbrook. As duas equipes foram número 2 nas respectivas conferências e a vantagem do mando de quadro é do Thunder.

O Miami Heat chega aos 7 jogos decisivos depois de bater o New York Knicks, o Indiana Pacers e o Boston Celtics. Ambos os últimos dois confrontos terminaram em 7 confrontos. Miami vem oscilando. E a pressão em cima dos jogadores é imensa. Desde o ano passado acredita-se que o time é bom demais para não vencer. LeBron vive, novamente, uma pressão incrível. Tem o mundo nos ombros e precisa vencer para ser coroado rei. 

Já Oklahoma teve um caminho mais tranquilo até a série final. Varreu o ex-campeão Dallas Mavericks, perdeu apenas um jogo para o Los Angeles Lakers e bateu o San Antonio Spurs de forma incontestável. Tem o jovem Kevin Durant jogando o melhor basquete dos seus 23 anos de vida. O time é jovem, mas parece que chegou a hora de ser campeão. Mesmo, o muitas vezes afobado, Russell Westbrook faz um bom Playoff. Sem contar a força coletiva que tem em Ibaka um excelente defensor e em James harden um verdadeiro 6º homem.

LeBron James x Kevin Durant 

O comissário da NBA, David Stern, não poderia querer outra final. Thunder x Heat é simplesmente o confronto das duas maiores estrelas do basquete contemporâneo mundial. LeBron é o atual MVP, mas nada vai importar, caso ele deixe de vencer o anel. A situação está insustentável. Ele pode anotar 100 pontos, fazer chover, tudo será apagado com a derrota.
LeBron ainda não foi o cara que se espera dele no Playoff. Certo, fez um jogo de cinema. Para entrar nas melhores antologias do esporte, em Boston, valendo pelo Jogo 6. Mas o mesmo LeBron perdeu lances livres, arremessos fáceis e tocou de lado quando era preciso decidir para vencer.

Já Durant é justamente o contrário. Gosta do crunch time. É frio e mortal no jumpshot. Parece gostar de jogar sob enorme pressão. O ala hoje é quase impossível de se marcar. e Miami terá muitos problemas com ele. Mesmo o duelo com LeBron parece ter o ala do Thunder levando vantagem.

Dwyane Wade x Russell Westbrook


Wade vem sendo consistente até aqui. Com média de 22.9 pontos por jogo e 47% de arremessos de quadra convertidos, o armador do Miami prova que é importantíssimo. Wade precisa apenas acordar. Acordar mais cedo. É o jogador que LeBron não é no 4º período. Mas precisa ser esse jogador antes do momento decisivo.

Pelo lado do Thunder, Westbrook vive momento bom nos Playoffs. Mas precisa continuar distribuindo o jogo e deixando Durant ser o centro do jogo. Sem se afobar e forçar chutes. Westbrook é um bom jogador, mas depende da cabeça centrada. O armador precisa entender o seu papel. Qusndo o faz, torna-se peça vital.

Conclusão 

A série tem tudo para ser épica. Não se espera menos. Duas equipes que sabem jogar tanto no ataque, quanto na defesa. Equipes que contam com estrelas. Estrelas que vestem o uniforme, repsentam e fazem o espetáculo. É difícil apontar favorito. Talvez o Thunder pelos jogos em casa. A certeza é que teremos jogões e, ao fim, LeBron ou Durant ganhará seu merecido 1º anel. Que vença o melhor.

sexta-feira, junho 08, 2012

LeBron tira Miami do buraco

 
Oeste e Leste vinham com finais de conferência bem parecidas entre si. Quase que como um espelho. Boston e Oklahoma haviam vencido 3 jogos consecutivos e buscavam terminar a série com uma vitória em casa. O Thunder consguiu e de forma espetacular. Já o Celtics deixou escapar a chance. Mais do que isso. Miami conseguiu impedir o vexame. 

Miami impediu que fosse eliminado e se alguém deve ser ser responsávell por isso, que o nome dele seja dado: LeBron James. Em noite de Wade apagado, quem brilhou foi o camisa 6 de Miami. Com uma exibição impecável, James anotou 45 pontos, 15 rebotes e 5 assistências. Não só impecável, mas também histórica.

Lebron James é apenas o 2º jogador da história da NBA a ter em um jogo de Playoff 45 pontos, 15 rebotes e 5 assistências.Apenas Wilt Chamberlain, lenda do basquete, já havia anotado tamanha marca. Dos 45 pontos, 30 vieram do 1º e LeBron saiu de quadra para descanasar apenas quando faltavam poucos minutos para o término do jogo.

Mass e por uma lado tudo foi bem para LeBron e o Miami Heat, o lado perdedor do jogo de hoje foi muito mal. Boston e seus jogadores não foram nem uma mera sombra do que nos acostumamos a ver e do que sabemos que eles podem fazer. Rondo teve recorde de turnovers na carreira. Foram 6 deles. PIerce errou tudo que tentou e Ray Aleen foi omisso.

Para se ter uma ideia do que foi LeBron James nesa quitna, ele bateu em pontos, rebotes e assistências o Big Three de Massachussets.

Sábado de noite temos o último capítulodo Leste. Falta ainda um ato. Quem joga dia 12, contra Oklahoma, em Oklahoma? A figura mudou um pouco. Tudo indica que agora Miami é a equipe tem ligeira vantagem. Para aumentar um pouco a expcetativa, Bosh, hoje, teve mais tempo de quadra. Quando ele jogou, o Heat converteu 24-45 arremessos, aproveitamento de quase 54%. Com Bosh fora, o desempenha despenca para 13-31, ou 42%.

Vale lembrar que apesar da perfomance entregue, a pressão está longe de acabar. Pelo contrário, LeBron tem pela frente um Jogo 7. E após o que ele fez hoje, todos vão estar de olho no King. O torcedor de Miami torce para que isso seja passado, que LeBron comece a decidir e fechar jogos. Que a bola não seja passada para Wade quando a situação apertar.

quinta-feira, junho 07, 2012

Fator decisivo

 
Tudo caminhava para um resultado incrível. O San Antonio Spurs começou como um verdadeiro rolo compressor. Tony Parker estava em noite inspiradíssima. Anotou 21 pontos e deu 10 assistências apenas no 1º quarto. Oklahoma ia sucumbindo diante do ginásio lotado. Diante da própria torcida.

Até que surgiu Kevin Durant. E quando Durant resolve aparecer... Foram 34 pontos, 14 rebotes e 5 assistências. Mais que números e estatísticas, Durant provou que é o melhor jogador da NBA, hoje. Com um incrível "clutch gene", ou seja, disposição natural para decidir, Durant tirou o Thunder do buraco e levou a equipe à final da NBA.

Com precisos e preciosos arremessos, bem colocados e na hora certa, Durant mostrou o repertório farto de jogadas. Viu-se um jogador com muita vontade. Um jogador que quer vencer o título mais do que qualquer coisa. Mesmo que para isso tivesse que passar por cima do monstruoso 1º tempo de Tony Parker. Se a primeira metade do jogo foi do francês, a segunda foi toda do jovem jogador do Thunder.

A sensação que dá é que algo é ligado na cabeça de Durant quando se é preciso decidir e fechar jogos. Ele simplesmente se transforma. Algo da sua própria natureza. Instintivo. E foi assim. Liderados por Durant, o Thunder tem a chance de conquistar o anel da NBA, 33 anos depois do último título. A vantagem de mando de quadra é também do Thunder. 

Thunder que também se torna apenas o 3º time a perder os dois primeiros jogos de uma final de conferência e vencer consecutivamente os outros 4 para avançar às finais. Espera agora por Miami ou Boston. Descansando e estudando bem o adversário. A apenas "um passo do sonho", segundo o jogador que mais joga basquete atualmente no mundo.

quarta-feira, junho 06, 2012

Acabou para o Heat?


Da mesma forma que no Oeste, o Leste da NBA continua disputado e trazendo surpresas. Se na segunda-feira quem aprontou foi o Thunder, contra o Spurs e fora de casa, ontem foi a vez de Boston, que venceu também fora o poderoso Miami Heat.

A série está praticamente acabada. A expressão dos jogadores de Miami retrata bem isto. Todos não pareciam acreditar no que viam. Um Boston convertendo incríveis bolas, com destaque para uma de Paul Pierce, ao fim do jogo. Já Miami precisava confiar em Dwyane Wade. Se Wade está mal, Miami vai mal. E foi assim até o 4º período, quando a estrela da Flórida acordou.

Já LeBron continua sendo LeBron. Quando é preciso aparecer, não paarece. Quando precisa decidir, não decide. Segue erradno jumpshots, lances livres e passando a bola de bola. Boston dá uma aula de jogo coletivo em Miami. Enquanto o time do Celtics pensa como unidade, como conjunto, Miami, basicamente, resume-se a duas esrtrelas. Não é um time formado. Mas uma equipe extremamente dependente de LeBron w Wade.

A série está perdida para Miami? Ainda não. Da mesma forma que não se esperava um revés fora de casa, o mesmo pode acontecer e Miami bater o Celtics em plena Boston. Não é impossível que aconteça, só é difícil de imaginar com o retrospecto atual da equipe da Flórida. 

A verdade, em 5 jogos até aqui, é que o Boston Celtics vem mostrando na série para o Miami Heat o que é ser, de fato, um time.

terça-feira, junho 05, 2012

Já deu Thunder?


A NBA segue sem ser nem um pouco previsível e óbvia. Desta vez, a nova reviravolta foi a vitória do Oklahoma. Não que o Thunder vencer seja uma surpresa. Longe disso. São não se esperava um San Antonio Spurs tão mal como o que se viu ontem.

A grande experiência mesclada com a juventude e o excelente técnico não foram capaz de parar a fortíssima equipe do Oklahoma City Thunder.  Enquanto o Thunder pareceia ter controle do jogo por todo o tempo, demonstrando calma e invejável frieza, nada disso se via no San Antonio Spurs. Bastava olhar para o banco texano. Jogadores inquietos, nervosos e com olhar amendrontados.

A situação de Tim Duncan e cia agora ficou mais complicada do que nunca. É preciso viajar até Oklahoma e vencer o Thunder diante de sua apaixonada torcida. Os fãs mais barulhentas de toda a NBA. Torcedores apoiando a chegada do time à final da NBA e batendo os grandes favoritos para vencer este ano.

Dentro do vestiário do Thunder sempre se disse que a chave de tudo era vencer o Jogo 5. Trazer a vantagem para casa. Quebrar um mando do Spurs. Está aí. Oklahoma nunca esteve tão perto da final da NBA. A hora de Durant parece ter finalmente chegado. A chance é de ouro e não deve ser desperdiçada.

San Antonio é uma equipe respeitável e muito forte. Mas toda a vantagem e momento são agora do Thunder. Também não dá para discutir que o Jogo 6, na quarta, será fraco ou ruim. Com certeza veremos mais uma batalha das duas melhores equipes do Oeste. Mas tem tudo para dar Durant.

sexta-feira, junho 01, 2012

Temos uma série?


10 pontos e 9 assistências. Números que não chamam muito a atenção, mas Russell Westbrook fez contra  Spurs, no Jogo 3 da sére, talvez, o seu melhor jogo como armador em a sua carreira. A impressão passada é que alguém chamou ele e conversou "ou você joga como um armador, ou perderemos isso".

Antes de arremessar ao aro, Westrbrook facilitava e distribuía o jogo. O tiro à cesta era usado somente em última instância. Russell passou a ser coletivo e o Thunder venceu. Logo no início do primeiro período, Westbrook tentou 7 arremessos. 4 deles precipitaodos Não à toa, San Antonio levou a vitória parcial.

Vendo o placar de inceretzas, Westbrook precisou mover mais  a bola. E o time acabou fluindo. A impressão é que o Thunder fosse o Spurs. Tamanha coletividade e jogo em quipe. Westbrook também fez ecelente marcação. Manteve o corpo nas jogadas, estava em todos os lugares e evitou infiltrações.

O armador do Thunder apesar da fama de fominha, resolveu passar a bola. San Antonio pode ligar o sinal de alerta, se Russell Westbrook resolver aderir a nova filosofia. Basquete é um jogo de equiope. Westbrook descobre isso e junto com Kevin Durante, podem começar a sonhar com o anel de campeão.

quarta-feira, maio 30, 2012

Fim de Série?


E no Oeste continua dando Spurs. Agora com vantagem de duas vitórias em dois jogos, o San Antonio se apresentou bem novamente e passou pelo Oklahoma. 120 pontos anotados, jogo sem sustos e que teve liderança larga, principalmente nos 2º e 3º quartos, quando o Spurs jogou um basquete fino e que não deu chances para Durant ou Westbrook, sequer sonharem.

O Spurs chega a uma impressionante marca na pós-temporada 2011-12. São 10 vitórias em 10 jogos. Mais do que apenas número, San Antonio impressiona pela qualidade de jogo apresentada. É difícil imaginar hoje um time conseguir 4 vitórias sobre o time do Texas.

Mais do que uma ou outra estrela, o Spurs não depende apenas de certos nomes. Pode se dar ao luxo de ver titulares jogando mal e mesmo assim vencer. Exemplo ontem de Tim Duncan. Com 2 arremessos de quadra convertidos em 11, Duncan estava longe de ser o Duncan que vimos este ano. Danny Green também está irreconhecíve na série. Converteu 2 tiros para 3 em 12, mas o Spurs continua amassando os adversários.

A força do Spurs está no coletivo. Tony Parker é hoje o melhor armador na NBA. Joga como o verdadeiro MVP. Distribui o jogo, infiltra, arremessa. É completo. Não existe hoje jogador mais decisivo para fechar jogos que Manu Ginobili. Com a canhotinha certeira, ele vem causnado estragos. Também está para aparecer alguém que proteja o aro e seja mais reboteiro que Tim Duncan.

Com cara de campeão, o Spurs abre 2x0 contra o Thunder. A série agora vai para Oklahoma. Difícil pensar em varrida. Oklahoma tem seu valor e conta com Kevin Durant. Mas difícil também imaginar que o Spurs já não esteja de olho em Miami ou Boston.

terça-feira, maio 29, 2012

Miami passeia em 1º jogo


Se a ideia era impressionar e dizer logo de cara que o Heat ainda é o melhor time, Miami conseguiu. Com uma atuação expressiva e sem contestação, mesmo para os mais céticos, LeBron e Wade comandaram a primeira vitória sobre o Boston Celtics e deram mais um passo para o objetivo. Vencer a NBA.

Comparando time a time, o Miami é, sem dúvidas, superior. Mas na atuação de ontem, o Heat que foi muito bem ou Miami que foi muito mal? A noite na Flórida juntou ambos elementos. O Heat tem, na teoria, a melhor dupla de jogadores da NBA. LeBron James e Dwyane têm um potencial talento que combinados podem fazer um incrível estrago.

Ontem a dupla funcionou também na prática. Os dois combinaram para 54 pontos. LeBron não sentiu o peso da decisãoe  anotou 32 pontos e pegou 12 rebotes. Miami nunca se viu em apuros. Desde o início dominando e impondo seu jogo. Fez valer o mando de quadra como manda o figurino.

Já Boston não foi o Boston que conhecemos. O Celtics não é melhor que o Heat, mas é um time que pode sim dar mais trabalho para LeBron e cia. Defensivamente, apenas GKevin garnett apareceu para o jogo. E só com ele, não dá tem como parar o rolo compressor que é o ataque do time da Flórida.

A série continua na quarta. De novo em Miami. O Celtics precisa mudar de postura, caso queira ter alguma chance. O Miami precisa repetir a dose. Abrir 2x0 daria tranquilidade e colocaria o Heat bem próximo do que sonha desde quando perdeu para o Dallas, ano passado.

domingo, maio 27, 2012

Quem leva no Oeste?


Começam hoje as finais da Conferência Oeste. De um lado, o San Antonio Spurs. De outro, o Oklahoma City Thunder. Duelo de gerações na NBA. Duelo dos melhores ataques da Liga e das duas melhores equipes, até aqui, dos Playoffs. Duelo que todos queriam ver e que promete ser a final antecipada da Liga.

Quando a temporada começou, foi unanimidade apostar no Oklahoma City Thunder, em uma eventual final. Nada mais natural. O time com o melhor jogador da NBA, com dinamismo, torcida apaixonada e excelente conjunto. Tudo estava preparado para a chegada do Thunder ao título. Para o 1º anel do craque Durant. Esse ano pareceia não ter como escapar. Todos só não esperavam na volta do temido San Antonio Spurs.

A equipe do Texas, apesar da idade, mostrou que ainda é um dos times mais perigosos da NBA. Usando e abusando da experiência do trio prinicipal, o Spurs teve uma fantástica campanha depois do All Star Game. Logo se alçou a melhor time da Liga. Era difícil acreditar no que era visto. Um time tão envelhecido jogar como verdadeiros jovens.

Duncan com 36 anos e 13 temporadas na bagagem parece viver o melhor momento como jogador de basquete. Forma física impecável e atuação defensiva de dar inveja. O papel de protagonista passou para o armador Tony Parker. Mais maduro, Parker desbancou Rose, Rondo, Deron Willians e Chris Paul. Hoje ele é o melhor armador da Liga. Sem contar com Ginobili. O argentino voltou a sofrer com lesões, mas voltou a tempo de ser decisivo e importante para San Antonio.

Já o Thunder confia na continuidade das atuações de Westbrook. Principal jogador na série contra o Lakers, o armador do Thunder tenta provar que é,sim, um jogador de valor para Oklahoma e que também é tão importante quanto Kevin Durant. A defesa do Thunder também conta com dois ótimos nomes. Ibaka e Perkins dão o equilíbrio necessário ao setor defensivo. Ibaka é, inclusive, para muitos, o melhor jogador de defesa hoje na NBA.

Vale lembrar que ambas equipes têm mostrado um basquete de altíssimo nível nos jogos da pós-temporada. Enquanto o Spurs varreu o Utah Jazz e Los Angeles Clippers, o Thunder varreu o campeão passado, Dallas Mavericks, e perdeu apenas um jogo para o Los Angeles Lakers.

No confronto direto entre as duas equipes, nos últimos 10 jogos, foram 8 vitórias para o lado do Spurs. Dos 3 jogos, nessa temporada de tiro curto, o Spurs venceu os 2 últimos. Um deles com direito a atuação de gala do francês Tony Parker, e no ginásio do Oklahoma. Parker tirou o sono de Russell Westbrook, com 42 pontos e 9 assistências.Vale lembrar também que nos 3 confrontos da temporada regular, Ginobili esteve machucado e não esteve, sequer, um minuto em quadra contra Durant e cia.

É certo que podemos esperar uma série espetacular pela frente. Ambos os conjuntos e elencos são fora de série. As duas melhores equipes do Oeste chegaram à final com todos os méritos. Todas as duas equipe têm muito a perder. Já nós, amantes do melhor basquete do mundo, só temos a ganhar.

terça-feira, maio 22, 2012

Próximos Passos


Deu a lógica na NBA. Já era esperado e o Los Angeles Lakers caiu diante de um muito melhor Oklahoma City Thunder. Não foi tão fácil como se pensou. A equipe de Los Angeles fez jogos duros. Quase venceu os jogos 2 e 4. No jogo 5, uma apagão no início do 4º período e lá se foi a série. Indiscutível a superioridade do Thunder e do craque Kevin Durant

A pergunta que fica agora é: O que fazer com a equipe do Lakers? Continuar do mesmo jeito que acabou esta temporada é inviável. A não ser que o Lakers queira ser figurante em mais uma temporada. O que não é o caso. Então quem precisa sair? O que é preciso para a equipe da Califórnia voltar a sonhar com títulos?

Vamos caso a caso. O primeiro nome, logo de cara, é Kobe Bryant. Kobe está com idade. Vai fazer 34 anos e jogará em 2012-13 a sua 17ª temporada de NBA. Mas e daí? Kobe ainda é o cara, ainda pode decidir e é a cara do Los Angeles Lakers. O Black Mamba ficará e, realmente, precisa ficar. O próximo nome é Pau Gasol. De extrema importância na conquista dos 2 últimos campeonatos do Lakers, o espanhol não é mais sombra do jogador que foi.

Não bastasse isso, Gasol tem contrato ainda de dois anos com cláusulas milionárias. E nem de perto tem o valor que teria há 2 anos atrás para uma posível troca no mercado. Vale a pena perder Gasol? Talvez. Depende do que se fosse conseguir por dele. Poucos seriam os times que arriscariam uma jogada como essa. Outro nome é Metta World Peace. Bom jogador? Sim. Mas não tem valor também como moeda de troca. Sofre do mesmo problema de Gasol. Caro, já com idade e sem garantia de efetividade como jogador. Quer quer pegar e pagar um contrato de 2 anos no valor de U$15 milhões?

E assim chegamos ao maior nome do plantel do Lakers. Maior tanto em tamanho, quanto em polêmica. Andrew Bynum. Cercado de controvérsias esta temporada, Bynum brigou com o técnico, deu declarações polêmicas e fez todo um circo em Los Angeles. Que Bynum é um dos melhores pivôs da NFL, isso é indiscutível. Mas vale a dor de cabeça? Justamente por isso, o pivô é, sem dúvidas, a maior moeda de troca de LA.

Bynum poderia ser a solução para negociar a vinda de Dwight Howard para Hollywood. Ou então a chegada de um armador capaz e realmente eficiente. Perguntado ontem ao fim do jogo, Bynum não teve o mínimo pudor em falar do seu futuro na equipe do Lakers e na NBA. "Não me importa para onde eu vou, para mim, não tem importância", disse o pivô. Atitudes como esta que jogam contra Bynum.

A maturidade parece estar longe de chegar. Com 24 anos, Andrew Bynum pode ter uma carreira brilhante pela frente. Mas não com essa cabeça. Chegará a lugar nenhum pensando apenas em si mesmo. O desgaste no Staples Center também já é evidente. Não há mais clima por lá. Principalmente, se Mike Brown permanecer.

A saída é trocar Andrew Bynum. Há riscos? Com certeza. Bynum tornando-se o jogador com o potencial que pode tornar-se, pode trazer problemas futuros. É forte, dominante, tem incrível habilidade no ataque e consistência defensiva. Imagine o sangue no olho que o pivô viria em um eventual jogo de Playoff contra a atual equipe?

 A questão é que no atual momento, o Lakers deve pensar no presente e não no futuro. E hoje, trocar Bynum é o primeiro passo para quem sonha em voltar aos títulos.

sexta-feira, maio 18, 2012

E agora?


Tudo o que não podia acontecer com Miami aconteceu. Tudo o que se imaginava que não aconteceria com Miami aconteceu. Favoritos para bater o Pacers e chegar à final do Leste, Miami perdeu. E perdeu feio. Indiana abriu 2x1, na série. Joga, de novo, em Indianapolis fim de semana para abrir 3x1 e complciar mais ainda as coisas para o favorito da NBA.

Miami esteve irreconhecível. Se a grande preocupação dos Playoffs era como se sairia LeBron, não se esperava que quem tivesse uma horrível noite fosse Dwyane Wade. Com atuação ridícula, Wade fez apenas 5 pontos e errou 11 arremessos em 13 tentados. Noite para se esquecer. Wade ainda brigou com o técnico Spoelstra. Bateu boca com o treinador e só complicou mais a situação do time da Flórida.

Com um bom início de 1º quarto, o Heat foi para o 2º tempo com tudo igual, no placar, mas novamente sofreu com o apagão do 3º quarto. Dessa vez, o Indiana Pacers apicou  26-12, nos primeiros 12 minutos do 2º tempo, e liquidou a fatura aí. LeBron voltou a não mostrar o porquê é 3 vezes o MVP. Viu o companheiro Wade falhar, mas não conseguiu assumir o jogo.

O Heat vai para o 4º jogo da série, praticmante, jogando a vida. Dificilmente conseguirá reverter uma diferença de 3x1. Não dá para imaginar vencendo 3 jogos seguidos. Uma vitória é urgente. 2x2 na série significa zerar tudo e jogar dois jogos em casa.

Volta toda a pressão em cima de LeBron. Mais uma temporada sem ganhar o título, seria mais um fracasso em seu currículo. Seria o fracasso da equipe de Miami e suas estrelas. Estrelas que estão desfalcadas da estrela que tem menor brilho, mas que tem uma importância absurda. Como faz falta Chris Bosh... Mas um time que tem LeBron James e Dwyane Wade não pode deixar ser levado pelo Indiana Pacers.

Miami terá de jogar muito mais no domingo. Se perder, não vai para casa. Ainda. Porque o caminho de volta para a Flórida já vai estar bem encaminhado.

quarta-feira, maio 16, 2012

Que tal o Duncan e o Spurs?


Depois do Lakers, o outro time de Los Angeles perdeu. Na estreia pelas semifinais de conferência, o Clippers caiu diante do San Antonio Spurs. Nada anormal. Jogar e vencer em San Antonio é uma tarefa espinhosa, seja o time que for da NBA. Só que também como o Lakers, o jeito como o Clippers perdeu foi o que chamou  atenção.

Se Oklahoma fez um jogo perfeito contra o Lakers, dá para izer o mesmo de San Antonio. Impecável, o time do Texas definiu a fatura nos 2º e 3 quartos. Abriu 58x43 e uma vantagem tranquila de 15 pontos. Só adminitrou. Já o destque do jogo não poderia ser outro, que não Tim Duncan. Melhor a cada dia que passa, o ala anotou 26 pontos. 14 deles no momento em que o Spurs provou a superiodade, frente o Clippers.

Duncan também adicionou 10 rebotes à sua conta. Resultado final, vitória do Spurs tranquila por 108 x 92. Popovich faz extamente o que havia pretendido. Poupar os jogadores em jogos comuns de temporada regular e usá-los, com força máxima e saudáveis, por todos os Playoffs. Duncan mesmo particiou de 36 minutos, mesmo número de aniversários completados por ele.

Até agora, a ideia do técnico do ano vem dando certo. Mesmo sem os medalhões, o Spurs porta-se bem e com a presença deles só melhora. Depois de poupá-los, Popovich agora os coloca em ação. Entre eles o interminável, mas sempre eficiente, Tim Duncan.

Era natural uma vitória do San Antonio Spurs, em casa. Não se sabe se dá para jogar assim novamente. Caso dê, as esperanças são que nem tudo caíam. É preciso também que a saúde da equipe de San Antonio não esteja comprometida. Apesar de ser bom, um time vira outram com as pesquenas mudanças.

terça-feira, maio 15, 2012

Vem varrida aí?


Primeiro jogo da série entre Lakers x Oklahoma e 1º atropelo. Não deu para o Lakers. A equipe de Los Angeles viu o Thunder fazer um jogo perfeito. Tudo caiu para Oklahoma e até o que não vinha acontecendo, resolveu acontecer na partida de ontem.

A começar pelos pontos positivos de OKC. Russell Westbrook teve uma partida mágica. Converteu 10 de 15 arremessos de quadras. Não foi o jogador que prende o jogo, arremessa e, na maioria das vezes, desperdiça oportunidades. Outro ponto de destaque foi o desempenho ofensivo de Oklahoma. Líder em turnovers da NBA, com 16 por jogo de média, o Thunder cedeu apenas 4 ao Lakers, na noite passada. O Lakers apenas assistiu o Thunder dar seu show. Isso sem contar com o já habitual Kevin Durant sempre fantástico.

Já pelo lado do Lakers, os problemas já habituais. Kobe anotou 20 pontos, mas errou 11 arremessos de 18. O time parecia não estar ligado no jogo. Abateu-se facilmente com a rápida transição do Thunder e não conseguiu acompanhar o ritmo. Alguém precisa avisar que já estamos nos Playoffs. Raça, vontade e determinação são precisos para um time que quer vencer e ser campeão.

Ramon Sessions e Steve Blake também não apareceram. Gasol foi soft, após a excelente partida que fez contra Denver. Kobe forçou tudo e Mike Brown apenas contemplava com olhar estático o massacre. Caso não mude a postura, a coisa vai ficar feia para o lado do Lakers. Contra um time pior, já foi varrido ano passado. O Thunder deste ano é melhor que o Mavericks campeão da temporada anterior. Significa que vem outra varrida por aí?

Talvez. Ainda é cedo. Oklahoma, sem dúvidas, acertou um jogo perfeito. Um jogo em que tudo deu certo. Será difícil repetir a dose. Mas, independentemente disto, ainda é mais time que o Los Angeles Lakers. A equipe de idade do Lakers tem tudo para sofrer com a juventude, velocidade e vontade do Thunder. Kobe ainda pode ganhar jogos para LA. Mas ganhar a série, pelo o que foi visto até aqui, será extremamente difícil. Bem improvável

segunda-feira, maio 14, 2012

Existe vida sem Bosh?

 
Não bastasse o "simples" problema de ter que ganhar o título da NBA, para, enfim, provar que LeBron James é um jogador vencedor, o Miami Heat ganha mais um problema para os Playoffs 2011-12. Desta vez foi Chris Bosh que se machucou. Ainda não há muitas informações sobre o grau da lesão do ala. Apenas que ele teve uma contusão muscular no musculatura abdominal.

Bosh é, segundo o Miami Heat, day-to-day. Ou seja, entra em quadra dependendo de como estiver no dia. Mesmo que jogue, é provável que não esteja 100%. Isso sem contar os boatos que Bosh rompeu o músculo, o que representaria um problema maior ainda.

Com Bosh de fora, ou meia-bomba, LeBron e Wade vão ter de chamar a responsabilidade. O trio do Miami passa a ser a dupla. Complicações? Não acredito que por agora. Apesar de um jogo bem parelho, ontem a tarde, Miami venceu o Pacers, 95x86. E isso deve acabar se repetindo nos próximos jogos. Muito equilíbrio, mas na hora mesmo, Miami deve mostrar porque é um melhor time.

Danny Granger, a melhor esperança do Indiana Pacers teve um desempenho preocupante e sofrível. Apenas 1 arremesso de quadra convertido em 10 tentados. Muito pouco para quem é a estrela da companhia. Muito pouco para quem sonha desbancar o Miami Heat.

A lesão de Bosh também joga mais pressão em LeBron. Mais do que nunca, ele precisará aumentar seu nível de basquete. Uma possível série com Boston, nas finais do Leste, e uma final contra Thunder ou Spurs já seriam extremamente difíceis com a presença do trio. Apenas com  a dupla, aumenta-se substancialmente o trabalho de LeBron. E consequentemente a pressão. Ou James vai querer, novamente, ser taxado de amarelão.

Por mais estranho que posssa soar, a lesão de Bosh é boa para o basquete e para quem gosta da NBA. Não por Bosh perder jogos em si. Mas por podermos ter a chance de ver quem realmente LeBron é quando mais se precisa que ele prove ser o jogador apelidado de King James, o 3 vezes MVP, o melhor pós-Michael Jordan.