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quarta-feira, agosto 15, 2012

Bynum chega ao 76ers

 
Anunciado esta quarta-feira pelo Philadelphia 76ers em entrevista coletiva, o pivô Andrew Bynum desejou ser parte integrante do futuro da franquia de Philadelphia. Em conferência aberta para o público, o pivô foi recepcionado pela torcida aos gritos de "Bynum!" e "Beat LA!".

Ainda sem cravar se assinará ou não a extensão com o 76ers após a temporada, Bynum respondeu que teve uma ótima primeira impressão do time e que espera que a cidade de Philadelphia seja a sua nova casa.

Bynum tem uma relação já próxima com a cidade. O jogador que teve médias de 18.7 pontos e 11.7 rebotes na última temporada, nasceu a pouco mais de uma hora da Philadelphia e tem um carinho especial pela cidade, principalmente depois da animada recepção de hoje.

Acostumado a ser um coadjuvante no time do Los Angeles Lakers, Bynum chega ao 76ers com a missão de ser assumir o papel principal da equipe. Novo desafio para ele que nunca antes se viu em tal posição, Bynum acredita que será a próxima temporada será muito importante para ele como jogador.

"É o próximo passa da minha carreira. Estou animado com esse time. O Sixers é um time jovem e com muita energia, basta ver o que Doug Collings fez com estes jogadores temporada passada", disse o pivô.

Com foco e escapando das lesões, Andrew Bynum tem tudo para em Philadelphia achar seu melhor jogo e se tornar um dos melhores pivôs da NBA. Um pivô que faça a diferença e leve o 76ers a outro patamar como time. O maior desafio? Colocar isso na cabeça de Bynum.

quinta-feira, agosto 09, 2012

Novela chegando ao final?


Parece que a novela tem tudo para acabar nesta sexta. De novo, são fontes que dizem que o negócio está praticamente selado, mas agora são muitas que confirmam a chegada de Dwight Howard no Los Angeles Lakers. A troca que faria o superpivô chegar ao time da Califórnia envolveria 4 times. Além do Lakers, o Philadelphia 76ers, o Denver Nuggets e, obviamente, o Orlando Magic.

Com a negociação, o Lakers adicionaria ao seu plantel Dwight Howard. Pelo lado do Denver Nuggets, chegaria Andre Iguodala. Já o time da Philadelphia pegaria Jason Richardson e Andrew Bynum. Por fim, Orlando teria Arron Afflalo, Al Harrington, Nikola Vucevic e uma primeira rodada futura do draft de cada uma das três outras equipes.

Há quem diga que Pau Gasol também poderia estar envolvido na troca e iria jogar pelo Nuggets, mas as fontes dizem que existem cenários com e sem o pivô espanhol dentro do bolo de jogadores. Um fator complicador também seria Andrew Bynum. Sempre ele. o 76ers não teria conversado ainda com o pivô e seus agentes. Não sabem se Bynum toparia se comprometer com a equipe do Sixers.

Outras fontes afirmam que Bynum só aceitaria assinar uma entensão de contrato com o Lakers. Há o risco de Bynum sair de graça após um ano, quando ele se torna agente livre e pode assinar por 5 anos, no valor de U$102 milhões. Caso Bynum assinasse a extensão, seriam mais 3 anos e U$60 milhões no bolso do pivô do Lakers.

Que Howard quer sair, não há novidade alguma. Há meses se escuta que ele fala pra quem quiser ouvir sobre o desejo de se transferir. O Lakers assumiria o risco de trazer Howard e poder vê-lo sair no ano seguinte como agente livre. Mas Los Angeles parece querer assumir este risco. Acredita que Howard se sentiria bem em um ambiente que pudesse ganhar o anel da NBA.

De novo, são especulações e fontes. Mas parece que agora vai.

quinta-feira, julho 26, 2012

Novela que segue


Em mais uma sessão de rumores sobre Dwight Howard, a novidade, ou nem tanto, é que o pivô encontrou-se com o General Manager de Orlando ontem e mostrou  a Rob Hennigan o seu desejo de não jogar a próxima temporada pelo Orlando Magic.

Howard não assinará uma extensão de contrato ou concordará em jogar por Orlando após seu contrato expirar em julho de 2013. Já manifestou desejo em ser trocado para o Los Angeles Lakers ou para o Brooklyn Nets. A questão é que Hennigan está firme e sem pressa para negociar.

O GM de Orlando quer um bom negócio para trocar Dwight Howard. Mas  até agora, nada de aparecer um bom negócio ainda. Brooklyn não consegue mover suas peças e fazer valer a pena para o Magic. Já com o Lakers a situação é fazer com que Andrew Bynum se comprometa a escolher o Orlando como opção para os próximos anos de sua carreira. E aí está outro problema. Fazer com que Bynum se comprometa a algo.

Enquanto nada se resolve, Howard continua insatisfeito na Flórida. A posição do GM Rob Hennigan é interessante. Mesmo com toda a pressão para que Howard saia, ele continua firme e espera uma boa proposta, sempre sem se precipitar. Já Dwight Howard segue envolto de muitos rumores e boatos. Sempre se comenta do desejo do superpivô em sair, mas a verdade é que Howard ainda não se pronunciou oficialmente sobre isso. 

E até isso acontecer, seguirão os boatos e o disse-me-disse sobre o pivô.

quinta-feira, julho 12, 2012

Bynum por Howard. E aí? Vale a pena?


A novela Dwight Howard ganhou mais um capítulo. Chegou dia 11 e o Brooklyn Nets confirmou a chegada de Joe Johnson e a renovação de Brook Lopez, o que pôs fim aos planos do pivô jogar com o Nets, pelo menos na próxima temporada, já que o teto salarial da nova equipe de Nova York está no limite. A novidade agora são as fontes que dizem que uma troca entre Lakers e Magic é possível de acontecer.

O Lakers abriria mão do seu pivô Andrew Bynum e receberia Dwight Howard de Orlando. D12 nunca manifestou interesse de jogar pelo Lakers enquanto Kobe fosse a estrela por lá. Howard seria coadjuvante, o número 2 da cidade e isso o pivô não quer. Apesar disso, diz-se que é possível que aconteça a tal troca e o Lakers tenha Kobe, Nash, Gasol e Howard, em 2012-13.

A grande questão é saber se é bom para o Lakers abrir mão de Andrew Bynum. O pivô do time californiano é mais jovem e apresenta talento incrível. Há anos era tido como promessa e aos poucos vai finalmente se vendo em quadra o que era previsto para Bynum. Um pivô versátil, muito físico e habilidoso. Hoje Dwight Howard é melhor, mas a longo prazo, a história pode ser um pouco diferente.

Mas há também quem já acredite que Bynum é melhor hoje que Dwight Howard. O pivô do Lakers é mais efetivo ofensivamente e tem aproveitamento muito superior na linha dos lances livres. O que ainda pesa na balança para Howard é o seu jogo defensivo. Mas ainda assim, Bynum mostrou esse ano que pode defender e a tendência é que ele melhore defensivamente ao longo das próximas temporadas.

O ponto de interrogação é a personalidade de Andrew Bynum. O pivô é o jogador que bateu de frente com o treinador Mike Brown. Bynum disse que jogaria da forma que ele achasse que seria melhor para seu jogo. Mesmo que para isso tivesse que continuar chutando bolas de 3 sem que o técnico ficasse satisfeito. Bynum também aprontou e dispensou o treinador particular Kareem Abdul-Jabbar por achar que não tinha mais o que aprender com um dos maiores jogadores da história da NBA.

A troca pode sair dos boatos e tornar-se realidade, mas o Lakers viverá um dilema. Manter um jogador que futuramente pode vir a ser melhor que o próprio Dwight Howard, mas que ao mesmo tempo se comporta e tem atitude que compromete a própria equipe. Um jogador extremamente temperamental que parece jogar para si mesmo e não pensar coletivamente. 

Vale a pena pagar esse preço e manter Bynum?

quarta-feira, julho 04, 2012

Steve Nash fecha com Lakers


Tudo que o torcedor do Lakers sonha há anos, virou realidade nessa noite. O duas vezes MVP e ex-armador do Phoenix Suns, Steve Nash, chega a Los Angeles por 3 anos e U$25 milhões. O Lakers pelo armador deu a Phoenix duas escolhas de primeira rodada, 2013 e 2015, e outras duas de segunda rodada, 2013 e 2014.

O negócio movimentou a NBA, já que não se esperava a saída de Nash do Suns e muito menos a sua chegada em Los Angeles. Boatos dizem que Nash também recebeu propostas de Dallas, New York e Raptors, mas optou a equipe de Los Angeles pelas maiores chances de conquistar um inédito anel, um contrato de 3 anos, a estrela Kobe Bryant pressionar Nash e a proximidade com o Arizona, onde o armador canadense estaria mais perto dos 3 filhos.

Apesar dos 38 anos de idade, a vinda de Nash é uma das grandes peças que faltavam ao quebra-cabeça do Los Angeles Lakers. Steve Nash teve médias de 12,5 pontos e 10,7 assistências na temporada passada e se com Ramon Sessions as coisas já mudaram um pouco de cara, no ano passado, com o ex-armador do Suns, as coisas tendem a realmente mudar de figura. Nash já não é mais tão explosivo, mas jogar com o trio Bryant, Bynum e Gasol  facilitará e muito o trabalho do armador.

Acostumado a ser protagonista no Arizona, Nash basicamente agora terá a missão de passar a bola e servir os companheiros do Lakers e isso, Nash faz como poucos. A pressão em cima do armador será dividida e isso é importantíssimo para um jogador com 38 anos
A surpresa pela chegada do armador ainda foi maior devido a entrevista dada por ele mesmo em 25 de junho. Nash considerava difícil uma ida para o Lakers. apesar de respeitar e compreender a grandeza da equipe, o canadense admitiu dificuldade em vestir o uniforme dourado e roxo após tantos anos enfrentando o Lakers nos Playoffs do Oeste. 

Com a vinda de Nash, o Lakers volta a ser uma das forças do Oeste. Junto com Oklahoma e Spurs, volta a ser um time de respeito e não se desfaz do seu núcleo principal. Los Angeles continua com o potencial mais talentoso garrafão da NBA. Pelo menos por enquanto, já que a relação entre o time e Bynum já vem azedada. Mas por enquanto, o Lakers vai, aos poucos, voltando a ser Lakers.
A equipe californiana ganha a chance de vencer a NBA em 2012/2013 e o armador canadense ganha a chance de ter um time capaz de lhe dar o anel que ele já persegue por 16 temporadas.

terça-feira, maio 22, 2012

Próximos Passos


Deu a lógica na NBA. Já era esperado e o Los Angeles Lakers caiu diante de um muito melhor Oklahoma City Thunder. Não foi tão fácil como se pensou. A equipe de Los Angeles fez jogos duros. Quase venceu os jogos 2 e 4. No jogo 5, uma apagão no início do 4º período e lá se foi a série. Indiscutível a superioridade do Thunder e do craque Kevin Durant

A pergunta que fica agora é: O que fazer com a equipe do Lakers? Continuar do mesmo jeito que acabou esta temporada é inviável. A não ser que o Lakers queira ser figurante em mais uma temporada. O que não é o caso. Então quem precisa sair? O que é preciso para a equipe da Califórnia voltar a sonhar com títulos?

Vamos caso a caso. O primeiro nome, logo de cara, é Kobe Bryant. Kobe está com idade. Vai fazer 34 anos e jogará em 2012-13 a sua 17ª temporada de NBA. Mas e daí? Kobe ainda é o cara, ainda pode decidir e é a cara do Los Angeles Lakers. O Black Mamba ficará e, realmente, precisa ficar. O próximo nome é Pau Gasol. De extrema importância na conquista dos 2 últimos campeonatos do Lakers, o espanhol não é mais sombra do jogador que foi.

Não bastasse isso, Gasol tem contrato ainda de dois anos com cláusulas milionárias. E nem de perto tem o valor que teria há 2 anos atrás para uma posível troca no mercado. Vale a pena perder Gasol? Talvez. Depende do que se fosse conseguir por dele. Poucos seriam os times que arriscariam uma jogada como essa. Outro nome é Metta World Peace. Bom jogador? Sim. Mas não tem valor também como moeda de troca. Sofre do mesmo problema de Gasol. Caro, já com idade e sem garantia de efetividade como jogador. Quer quer pegar e pagar um contrato de 2 anos no valor de U$15 milhões?

E assim chegamos ao maior nome do plantel do Lakers. Maior tanto em tamanho, quanto em polêmica. Andrew Bynum. Cercado de controvérsias esta temporada, Bynum brigou com o técnico, deu declarações polêmicas e fez todo um circo em Los Angeles. Que Bynum é um dos melhores pivôs da NFL, isso é indiscutível. Mas vale a dor de cabeça? Justamente por isso, o pivô é, sem dúvidas, a maior moeda de troca de LA.

Bynum poderia ser a solução para negociar a vinda de Dwight Howard para Hollywood. Ou então a chegada de um armador capaz e realmente eficiente. Perguntado ontem ao fim do jogo, Bynum não teve o mínimo pudor em falar do seu futuro na equipe do Lakers e na NBA. "Não me importa para onde eu vou, para mim, não tem importância", disse o pivô. Atitudes como esta que jogam contra Bynum.

A maturidade parece estar longe de chegar. Com 24 anos, Andrew Bynum pode ter uma carreira brilhante pela frente. Mas não com essa cabeça. Chegará a lugar nenhum pensando apenas em si mesmo. O desgaste no Staples Center também já é evidente. Não há mais clima por lá. Principalmente, se Mike Brown permanecer.

A saída é trocar Andrew Bynum. Há riscos? Com certeza. Bynum tornando-se o jogador com o potencial que pode tornar-se, pode trazer problemas futuros. É forte, dominante, tem incrível habilidade no ataque e consistência defensiva. Imagine o sangue no olho que o pivô viria em um eventual jogo de Playoff contra a atual equipe?

 A questão é que no atual momento, o Lakers deve pensar no presente e não no futuro. E hoje, trocar Bynum é o primeiro passo para quem sonha em voltar aos títulos.

quarta-feira, abril 18, 2012

E Quando Kobe Voltar?


Já são quatro vitórias e duas derrotas. Esse é o retrospecto do Los Angeles Lakers sem a estrela Kobe Bryant. A equipe venceu times como San Antonio e Dallas. Mostrou um bom basquete. Gasol e Bynum despertaram e estão em seus melhores momentos na temporada. O Lakers é um time que mostra vontade e comprometimento. Parece querer voltar a ser potência no Oeste que já foi um dia. Mesmo sem Kobe.

Mas Kobe voltará ainda nesta temporada. Sua lesão não é grave e o tempo de recuperação está acabando. Bom período de tempo para recarregar as baterias para os Playoffs de maio. E quando Kobe retornar? Como fica o Los Angeles Lakers? O que esperar da sua volta?

Primeiro é preciso saber que estamos falando de Kobe Bryant. E de Kobe nunca se duvida de nada. Simplesmente pelo Black Mamba ser gênio. Kobe voltará como saiu. Sendo um jogador que mesmo com 16 temporadas na bagagem e 33 anos nas costas, ainda é um dos melhores jogadores da NBA. Jogador que é líder em média de pontos por jogo, com 28, e briga, inclusive, pelo MVP da temporada regular.

Kobe voltará ao time e veremos como irá se adaptar ao novo Lakers. O Lakers sem o camisa 24 teve Andrew Bynum e Pau Gasol extremamente participativos. Dividiram a liderança do time e mostraram o porquê deles formarem a dupla mais temida no garrafão. Antes da lesão, Kobe estava passando pouco para eles e arriscando muitos chutes. Terá de mudar agora.

E Kobe não é orgulhoso para deixar de ver isto. A chance de vitória do Lakers é usando seu trio ofensivo. Kobe não poderá mais chutar 25-30 bolas por jogo. E Kobe muito provavelmente fará isso. Só quando for preciso decidir que ele será o jogador fominho e que coloca a bola debaixo do braço. Até lá, a inteligência do Black Mamba irá mostrar o certo a ser feito. Se for preciso passar e chutar menos para vencer, assim será.

O Lakers tem um final de temporada muito superior ao início. Está com cara de time. A volta de Kobe reforça a equipe. Afinal, estamos falando de Kobe Bryant. Um Kobe participativo significa problemas para a defesa adversária, já que o foco não passa a ser somente ele. A volta da estrela não é esperada só pela equipe e pelos torcedores, mas também por quem quer ver até onde o Los Angeles Lakers pode chegar.

quinta-feira, abril 12, 2012

Até Onde Vai?


A NBA nunca esteve tão aberta. É impossível, hoje, cravar quem vai levar a melhor e levantar o título em junho. E o Lakers acaba de entrar no mix. Importantíssima a vitória for de casa sobre o San Antonio Spurs. SA vinha como uma das sensações até o momento. 11 vitórias consecutivas. Mas o Lakers foi lá e bateu o time do Texas. Mesmo sem Kobe.

Noite de gala com Andrew Bynum pegando 30 rebotes. O Los Angeles Lakers ontem se credenciou como time que pode, sim, chegar às finais da NBA. É o time que mais tem virórias, atrás apenas do Celtics, após o break do All Star Game. Além disso, Oklahoma não vive um bom momento e o Los Angeles Clippers já perdeu duas vezes para o rival de Los Angeles.

Vale lembrar que o Lakers tem duas coisas que nenhum time da NBA tem. Só o Lakers tem 2 jogadores com mais de 2,10m habilidosos e talentosos como Andrew Bynum e Pau Gasol. Só o Lakers tem um jogador como Kobe Bryant.

Daí pode-se perguntar: O Lakers também tinha este time ano passado e caiu como caiu para Dallas. O time pode até ser bem parecido, mas a postura é outra. Principalmente se olharmos para a defesa. Mike Brown pode ter todos os efeitos, mas é inegável que o time californiano defende com mais gosto agora. Se o fator decisão saiu com Derek Fisher, chegou Ramon Sessions, que mal vestiu o uniforme e já começou a jogar muito.

O fator limitante para o sucesso é o banco. Muito aquém do time principal, dá para dizer que o Lakers chegará até onde seu banco o levar. Já que não se duvida da qualidade dos 5 titulares.

A volta de um Kobe saudável também é fundamental para a equação do sucesso dar certo. Não aquele Kobe que chuta 30 bolas por jogo e tenta decidir tudo sozinho. Mas aquele Kobe que sabe a hora certa de arremessar, de passar e de segurar o jogo. O Kobe 6 vezes campeão da NBA e que está louco para provar que não está velho para ser o antigo Kobe.

O Lakers ainda não é o favorito, mas tem um lineup de respeito. Até onde pode chegar, só os Playoffs dirão, mas um fio de esperança surgiu em Los Angeles. E o fio é dourado.

terça-feira, abril 03, 2012

Clima Nada Bom


"Não sei. Não faço parte das conferências. Estou descansando e relaxando". Assim Andrew Bynum respondeu, após ser perguntado o que Kobe disse na conferência do time, depois de desperdiçar 15 arremessos consecutivos. O pivô mostrou um lado extremamente imaturo. Já pelo lado do Lakers, escancarou uma crise que há algum tempo pensávamos já existia. O clima entre o técnico Mike Brown e a equipe californiana não anda nada bom.

Que Bynum foi imaturo, isso é impossível negar. Um jogador profissional e all star como o pivô não pode falar algo assim. O clima pode não estar bom, mas expor isso a público é extremamente prejudicial. Para a imagem do jogador e do time. Bynum já havia mostrado sinais de imaturidade nos últimos jogos. Foi sacado e agiu como um menino mimado no banco. Ficou de cara feia. Apenas olhou o jogo. Não vibrou, reagiu ou comemorou.

Já sobre o clima entre Mike Brown e a equipe, todos sabem que ele nunca foi a opção preferida por lá. Kobe manisfestou isso logo de cara quando Mike Brown foi anunciado. Há uma guerra declarada entre Kobe e Jim Buss, executivo do Lakers. Os dois já trocaram farpas e não se bicam. Buss bancou Brown em LA e Kobe não gostou nada.

Se por um lado Bynum explanou seus sentimentos em relação ao momento vivido no vestiário do Lakers, Kobe fez justamente o contrário quando foi sacado por Mike Brown. Usou sua experiência e mostrou ser veterano. Não criticou abertamente Brown. Era visível que ele não havia gostado nem um pouco de ficar de fora do jogo, mas acatou e não polemizou. Mas apesar disto, Kobe vem dado declarações na mídia apoiando Andrew Bynum.

Já Bynum fez justamente o contrário. Chutou o balde na mídia. Um jovem imaturo ou uma atitute premeditada? Pode Mike Brown sobreviver como técnico do Los Angeles Lakers? Tudo parece caminhar para um motim no Lakers. Uma autosabotagem. Brown terá que ser extremamente habilidoso para voltar a ter o time na mão. Se é que ele já teve um dia...

quarta-feira, março 28, 2012

Problemas em LA?


Nem quando o Lakers vence parece haver paz em Los Angeles. Se no domingo Kobe ficou de fora do último quarto, na derrota para o Memphis Grizzlies, o novo barrado por Mike Brown foi o pivô Andrew Bynum. No domingo, Kobe soube lidar bem com a situação. Ao fim do jogo falou aos repórteres que não havia problema ficar no banco. "Ninguém quer ficar de fora, mas a decisão é dele. Se vocês estão esperando por uma história, da minha parte, não vão ganhar", afirmou o Black Mamba.

Kobe usou toda sua experiência e contornou bem a situação. Não polemizou e acatou o que Mike Brown decidiu fazer. Muito diferente do que fez Andrew Bynu, na noite passada. O Lakers fazia jogo duro contra o Golden State Warriors. Bynum vinha fazendo uma partida bem mediana. Terminou o 1º tempo com 10 pontos e 3 rebotes. Começou o 3º quarto e tentou um chute precipitado de 3 pontos. sim. O pivô preferiu não passar, perdeu a cabeça e arriscou uma bola de 3 pontos.

A bola ainda viajava em direção a cesta e já dava pra ver que Mike Brown não gostou nada daquilo que via. Tirou Andrew Bynum. O pivô ficou fora de todo o 3º quarto e jogou apenas 3 minutos do último período. Bynum não quis dar entrevistas, ao fim do jogo. Mas dava pra ver que ele não gostou nada de ser sacado.

Imagens da TV americana focalizavam o banco e um Bynum bem irritado estava sentado por lá. Único membro que não levantava para vibrar após uma cesta ou para cumprimentar seus companheiros, quando um tempo técnico era pedido.

Como Mike Brown vai lidar com isso? Será interessnate de se ver. Não dá para barrar um jogador como Andrew Bynum. Ele é extremamente importante para a equipe do Los Angeles Lakers. Mas quem gosta de ver um jogador insubordinado? Bynum mostrou que ainda está longe da maturidade e de ser um líder em quadra. Justamente o que LA espera dele. Basta comparar com a atitude de Kobe Bryant. Problemas ?

quarta-feira, fevereiro 29, 2012

O Desabafo de Bynum


"Para mim não importa. Eu não leio os jornais. Há um banco em cada cidade e eu vou jogar basquete, independente da cidada que eu estiver". Assim cravou Andrew Bynum, perguntado sobre os rumores que poderia estar envolvido em uma mega-troca com o Orlando Magic. O pivô do Lakers está certo ou errado ou fazer uma declaração tão forte?

Já não é a primeira vez que Bynum vê seu nome e a palavra "troca" em uma mesma frase. O Lakers desde a troca vetada pela NBA, que traria Chris Paul, pensa em se livrar de Andrew Bynum. Inegável o talento do jovem pivô. Facilmente com potencial para ser um dos melhores hoje no jogo. Já há quem o considere. Chris Webber e Shaq pensam assim. O problema com Bynum é o seu custo/ benefício. É muita grana e muita insegurança. Como desenbolsar a farta quantia de U$16 milhões e não poder contar com um jogador totalmente recuperado de suas lesões?

Bynum teria motivo então para declarar o que declarou. Um jogador nunca vai gostar de ser preterido pelo seu atual clube. Se o Lakers o envolve em uma troca, para Bynum, em outras palavras significa claramente "Você não serve mais aqui". Como se concetrar, focar e estar confiante quando o seu próprio chefe tenta empurrar você goela abaixo para meia-dúzia de times?

Só que ao mesmo tempo, a frase de Bynum é extremamente polêmica. Quando Bynum diz que "Há um banco em toda cidade", o pivô desconsidera o carinho de Los Angeles que o acolheu tão bem. Passa-se também uma impressão de desleixo e profissionalismo levado às últimas consequências. Desleixo porque ao falar isso, Bynum mostra que pouco importa onde jogue, o que vale é ser pago. Já o profissionalismo em excesso não é positivo.

Ao dizer que jogará onde for, portanto que receba seu salário, Bynum desconstrói o amor e paixão por uma equipe. Sentimento hoje quase impossível entre time e jogador, mas que com certeza contribui na produção de um atleta. Um jogador motivado e jogando por paixão tende a jogar muito mais que um jogador que joga basquete apenas para ser pago.

Vale lembrar também como Gasol está este ano. Após milhares de especulações e boatos, o espanhol se vê em uma temporada sofrível. Caminho natural para um jogador sem confiança alguma.

Bynum está errado? Não. Falou o que pensa e passa na sua cabeça. Mas que suas declarações caem como uma bomba no vestiário do Lakers. Ah, isso caem.

Obs: A troca envolvendo D12 no LAkers emperraram e parece ser boato mesmo. Aguardar para ver.