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terça-feira, agosto 28, 2012

Chegou a Hora?


Ele foi eliminado na 1ª rodada, nas semifinais, nas finais de conferência e finalmente nas Finais da NBA. Kevin Durant ano a ano cresceu e levou o Oklahoma City Thunder mais longe nos Playoffs. O caminho natural para o ala é que este ano ele solte o grito de campeão que estão entalado na garganta.

"Ouvi algumas vezes que em 3 ou 4 anos 'Essa liga vai ser sua'. Não gosto disso. Sinto que agora estou estabelecido na NBA. Minha hora chegou. Sinto que provei nos últimos 5 anos que eu posso ser um dos melhores jogadores da NBA. Ainda falta muito para ser o maior de todos, mas acho que meu tempo chegou. Estou começando a alcançar meu auge", afimrou Durant em entrevista ao Washington Post.

A hora dele parece ter chegado mesmo. Durant foi impressionante nas Olimpíadas. Ofuscou estrelas como Carmelo, Kobe e o próprio LeBron. De onde chutou convertou os arremessos e provou que todos estavam certos. Durant em alguns anos viraria um dos melhores jogadores do mundo. Ele hoje é realmente um dos melhores, talvez o melhor.

Oklahoma tem tudo para novamente dominar o lado Oeste da NBA. Tem no novo Los Angeles Lakers o maior adversário para chegar pelo segundo ano consecutivo nas Finais. Durant precisa apenas virar, de uma vez, dono do Thunder. Westbrook precisa entender que não pode arremessar mais vezes em um jogo do que a máquina de pontuar Kevin Durant.

Durant precisa entender também que chegou a hora de ser protagonista e a nova cara da NBA. Potencial, talento e bola ele tem de sobra. Durant também já provou que pode ser decisivo. Não foi o Durant de sempre nas Finais da temporada passada. Teve médias de 30 pontos por jogos e 50% dos arremessos de quadra. Impressionante, sem dúvidas, mas na hora que o Thunder mais precisou dele, ele não foi o Kevin Durant que conhecemos. 

Compreensível. Muito jovem, apenas 23 anos, e a primeira final de muitas outras que ainda devem pintar para o talentoso jogador de Oklahoma. 

Se chegou a hora de Durant vencer? Tem tudo para que isso aconteça. Se um Kevin Durant já fez o que fez até hoje, calcule o que ele é capaz se ele realmente chegar ao auge. Sorte do Thunder. Azar dos adversários.

quarta-feira, junho 20, 2012

Teve culpa?


Tudo caminhava para  um belo cala a boca em todos os críticos. Russell Westbrook vinha fazendo o jogo de sua carreira. Mais de 40 pontos e pura dominância do jogo. Em certo momento anotou 13 pontos seguidos do Thunder. Estava tudo bem. Tudo muito bem em jogo apertadíssimo. Até que faltando 17.3 segundos, Westbrook fez falta boba.

Forçou Mario Chalmers e levou o grande destaque do Jogo 4 para a linha dos lances livres. A posse de bola já iria passar para o Thunder, havia pouco tempo no relógio dos 24 possíveis e Chalmers estava sem ângulo e desequlibrado. Miami abria então mais de uma posse de bola e acabava com as chances do Thunder empatar a série. 

Westbrook passou de herói para vilão em instantes. Toda a performance, brilhante em quase todo o jogo, apagou-se em um lance apenas. Justo? Muito. A partida irrepreensível do armador de Oklahoma será sempre lembrada pelo fatídico lance que definiu o jogo. E Westbrook realmente tem culpa no cartório. Faltou cabeça e faltou pensar ao fazer a infantil falta. Lógico que Oklahoma podia não vencer. Mas a falta simplesmente matou qualquer esperança de vitória.

A partida de Westbrook também escancara uma das maiores críticas sobre o armador. A partida foi incrível, mas ainda assim, Westbrook chutou 32 vezes ao aro. Número completaemnte atípico para um armador, que como a própria função diz, arma o jogo. Não vai ser sempre que as bolas vão cair. E outra. Westbrook tem ao seu lado um dos maiores chutadores da NBA na atualidade: Kevin Durant.

Uma pena que para Westbrook a sua partida de gala tenha acabado tão mal. Serão poucos os que vão lembrar do Jogo 4 como o jogo em que Westbrook comeu a bola. O jogo 4 ficará marcado na história como o jogo em que armador do Thunder acabou com as chances de vitória ao fazer falta. De novo, uma pena.

segunda-feira, junho 18, 2012

Alívio


Miami assegurou mais uma vitória. Virou a série contra o Thunder e confirmou a vantagem de jogar em casa. A tônica da série se repetiu. Miami começando muito melhor, dominando o início do jogo. Já  no 2º tempo dando espaço ao Thunder. Fazendo o Oklahoma gostar do jogo e abrindo espaço para um jogo fácil tornar-se complicado.

Russell Westbrook teve a chance de empatar o jogo com um arremesso de 3 livre, mas falhou. Sem contar com Sefolosha que errou, bizonhamente, um lateral e deu a vitória, de vez, ao Heat. O quão preocupado deve estar o Thunder para o Jogo 4 amanhã? Existe aquela história de que todo jogo é uma decisão, mas amanhã será mais do que nunca. Uma vitória representa vida na série. 2x2 e tudo volta a ficar aberto. Já um revés, coloca o Thunder em uma posição complicadíssima.

Desde 1985, quando se instaurou o sistema 2-3-2, 13 times estiveram na situação que o Thunder pode estar, caso perca amanhã. Nenhum dos 13 times conseguiu chegar ao título. Pior. Nenhum time conseguiu chegar ao Jogo 7. Sempre acabou antes. 

Mas também não dá para duvidar do Oklahoma City Thunder e de Kevin Durant. Ninguém imaginou que seria possível vencer o San Antonio Spurs quatro vezes seguidas e chegar às finais. Também não se pode descartar o Thunder pelo equilíbrio da série. Até aqui, em 144 minutos de jogo, o Thunder tem um ponto a mais que o Miami Heat.

O time do Thunder é excelente, tem jogadores que respondem à pressão. Dá para dizer o mesmo de Miami? Até o momento a equipe vem irrepreensível. Inclusive Lebron. Mesmo falhando muito nos jumpshots, tem ajudado Miami nos momentos decisivos.

Tudo caminha para um espetacular jogo nesta terça. É matar ou morrer. Para o Thunder representa voltar ao caminho do título. Para o Miami representa jogar para vencer o título diante da torcida e não encarar mais o hostil ginásio de Oklahoma. Quem leva?

sexta-feira, junho 15, 2012

Calcanhar de Aquiles


Se o grande vilão do primeiro jogo das Finais da NBA foi LeBron James, no Jogo 2, foi o armador do Oklahoma City Thunder, Russell Westbrook quem roubou a cena negativamente. Novamente os números podem confundir. Quem vê apenas o boxscore se depara com 27 pontos, 8 rebotes e 7 assistências. Uma atuação quase impecável. Mas só na estatística. Dentro de quadra, foi tudo bem diferente.

Espera-se de um armador o que? Que ele arme o jogo. Que consiga distribuir passes e faça o jogo fluir. Se esse é o papel do armador, dá para dizer que Westbrook foi tudo menos isso ontem. Pelo contrário. O egoísmo de Westbrook era absurdo quase. 

Em um time com uma máquina de pontuar como Kevin Durant, não se pode chutar mais que a estrela do time. E Westbrook chutou. Foram 26 chutes e apenas 10 convertidos. E este já é o segundo jogo consecutivo que Westbrook tem 4 arremesos a mais que o All Star do Thunder.

De quem é a culpa? Primeiramente, do próprio Russell Westbrook. Não é de hoje que ele vem com o enorme apetite e busca ser "o cara" da equipe de Oklahoma. Seu talento é irrepreensível, apenas falta inteligência quando se tem a bola em posse. Russell Westbrook parece ter um ego muito grande. Quer ser o centro das atenções. Ofuscar Durant e ser a superestrela. E isso não vai acontecer.

A culpa também é do treinador Scott Brooks, do assistente técnico Maurice Cheeks e do reserva de Russell, Derek Fisher. Como 3 grandes armadores da história da NBA, é preciso que seja dito a Westbrook que para vencer um título na NBA precisa-se de um time. Nao apenas uma grande atuação .

O próprio Kevin Durant também já defendeu o armador do Thunder, ao longo da temporada. O cestinha das Finais disse que o time e ele mesmo rendem mais quando Westbrook tem mais arremessos. Nas palavras de Durant, o jogo fica mais solto e a performance do ala melhora. A julgar pelo o que foi visto no Jogo 2, o Thunder precisa mostrar esta postura.

E só para constar: LeBron James tem 4/28 em jumpshots nos últimos 3 jogos.


terça-feira, junho 12, 2012

Chegou a Hora!

Miami Heat x Oklahoma City Thunder

Era a final que todos esperavam e a que todos apostavam antes do início da temporada regular. O Miami Heat das estrelas LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh tentando redenção após o fiasco nas finais de 2011, contra o Oklahoma City Thunder, time jovem, mas que conta com Kevin Durant e Russell Westbrook. As duas equipes foram número 2 nas respectivas conferências e a vantagem do mando de quadro é do Thunder.

O Miami Heat chega aos 7 jogos decisivos depois de bater o New York Knicks, o Indiana Pacers e o Boston Celtics. Ambos os últimos dois confrontos terminaram em 7 confrontos. Miami vem oscilando. E a pressão em cima dos jogadores é imensa. Desde o ano passado acredita-se que o time é bom demais para não vencer. LeBron vive, novamente, uma pressão incrível. Tem o mundo nos ombros e precisa vencer para ser coroado rei. 

Já Oklahoma teve um caminho mais tranquilo até a série final. Varreu o ex-campeão Dallas Mavericks, perdeu apenas um jogo para o Los Angeles Lakers e bateu o San Antonio Spurs de forma incontestável. Tem o jovem Kevin Durant jogando o melhor basquete dos seus 23 anos de vida. O time é jovem, mas parece que chegou a hora de ser campeão. Mesmo, o muitas vezes afobado, Russell Westbrook faz um bom Playoff. Sem contar a força coletiva que tem em Ibaka um excelente defensor e em James harden um verdadeiro 6º homem.

LeBron James x Kevin Durant 

O comissário da NBA, David Stern, não poderia querer outra final. Thunder x Heat é simplesmente o confronto das duas maiores estrelas do basquete contemporâneo mundial. LeBron é o atual MVP, mas nada vai importar, caso ele deixe de vencer o anel. A situação está insustentável. Ele pode anotar 100 pontos, fazer chover, tudo será apagado com a derrota.
LeBron ainda não foi o cara que se espera dele no Playoff. Certo, fez um jogo de cinema. Para entrar nas melhores antologias do esporte, em Boston, valendo pelo Jogo 6. Mas o mesmo LeBron perdeu lances livres, arremessos fáceis e tocou de lado quando era preciso decidir para vencer.

Já Durant é justamente o contrário. Gosta do crunch time. É frio e mortal no jumpshot. Parece gostar de jogar sob enorme pressão. O ala hoje é quase impossível de se marcar. e Miami terá muitos problemas com ele. Mesmo o duelo com LeBron parece ter o ala do Thunder levando vantagem.

Dwyane Wade x Russell Westbrook


Wade vem sendo consistente até aqui. Com média de 22.9 pontos por jogo e 47% de arremessos de quadra convertidos, o armador do Miami prova que é importantíssimo. Wade precisa apenas acordar. Acordar mais cedo. É o jogador que LeBron não é no 4º período. Mas precisa ser esse jogador antes do momento decisivo.

Pelo lado do Thunder, Westbrook vive momento bom nos Playoffs. Mas precisa continuar distribuindo o jogo e deixando Durant ser o centro do jogo. Sem se afobar e forçar chutes. Westbrook é um bom jogador, mas depende da cabeça centrada. O armador precisa entender o seu papel. Qusndo o faz, torna-se peça vital.

Conclusão 

A série tem tudo para ser épica. Não se espera menos. Duas equipes que sabem jogar tanto no ataque, quanto na defesa. Equipes que contam com estrelas. Estrelas que vestem o uniforme, repsentam e fazem o espetáculo. É difícil apontar favorito. Talvez o Thunder pelos jogos em casa. A certeza é que teremos jogões e, ao fim, LeBron ou Durant ganhará seu merecido 1º anel. Que vença o melhor.

sexta-feira, junho 01, 2012

Temos uma série?


10 pontos e 9 assistências. Números que não chamam muito a atenção, mas Russell Westbrook fez contra  Spurs, no Jogo 3 da sére, talvez, o seu melhor jogo como armador em a sua carreira. A impressão passada é que alguém chamou ele e conversou "ou você joga como um armador, ou perderemos isso".

Antes de arremessar ao aro, Westrbrook facilitava e distribuía o jogo. O tiro à cesta era usado somente em última instância. Russell passou a ser coletivo e o Thunder venceu. Logo no início do primeiro período, Westbrook tentou 7 arremessos. 4 deles precipitaodos Não à toa, San Antonio levou a vitória parcial.

Vendo o placar de inceretzas, Westbrook precisou mover mais  a bola. E o time acabou fluindo. A impressão é que o Thunder fosse o Spurs. Tamanha coletividade e jogo em quipe. Westbrook também fez ecelente marcação. Manteve o corpo nas jogadas, estava em todos os lugares e evitou infiltrações.

O armador do Thunder apesar da fama de fominha, resolveu passar a bola. San Antonio pode ligar o sinal de alerta, se Russell Westbrook resolver aderir a nova filosofia. Basquete é um jogo de equiope. Westbrook descobre isso e junto com Kevin Durante, podem começar a sonhar com o anel de campeão.

domingo, maio 27, 2012

Quem leva no Oeste?


Começam hoje as finais da Conferência Oeste. De um lado, o San Antonio Spurs. De outro, o Oklahoma City Thunder. Duelo de gerações na NBA. Duelo dos melhores ataques da Liga e das duas melhores equipes, até aqui, dos Playoffs. Duelo que todos queriam ver e que promete ser a final antecipada da Liga.

Quando a temporada começou, foi unanimidade apostar no Oklahoma City Thunder, em uma eventual final. Nada mais natural. O time com o melhor jogador da NBA, com dinamismo, torcida apaixonada e excelente conjunto. Tudo estava preparado para a chegada do Thunder ao título. Para o 1º anel do craque Durant. Esse ano pareceia não ter como escapar. Todos só não esperavam na volta do temido San Antonio Spurs.

A equipe do Texas, apesar da idade, mostrou que ainda é um dos times mais perigosos da NBA. Usando e abusando da experiência do trio prinicipal, o Spurs teve uma fantástica campanha depois do All Star Game. Logo se alçou a melhor time da Liga. Era difícil acreditar no que era visto. Um time tão envelhecido jogar como verdadeiros jovens.

Duncan com 36 anos e 13 temporadas na bagagem parece viver o melhor momento como jogador de basquete. Forma física impecável e atuação defensiva de dar inveja. O papel de protagonista passou para o armador Tony Parker. Mais maduro, Parker desbancou Rose, Rondo, Deron Willians e Chris Paul. Hoje ele é o melhor armador da Liga. Sem contar com Ginobili. O argentino voltou a sofrer com lesões, mas voltou a tempo de ser decisivo e importante para San Antonio.

Já o Thunder confia na continuidade das atuações de Westbrook. Principal jogador na série contra o Lakers, o armador do Thunder tenta provar que é,sim, um jogador de valor para Oklahoma e que também é tão importante quanto Kevin Durant. A defesa do Thunder também conta com dois ótimos nomes. Ibaka e Perkins dão o equilíbrio necessário ao setor defensivo. Ibaka é, inclusive, para muitos, o melhor jogador de defesa hoje na NBA.

Vale lembrar que ambas equipes têm mostrado um basquete de altíssimo nível nos jogos da pós-temporada. Enquanto o Spurs varreu o Utah Jazz e Los Angeles Clippers, o Thunder varreu o campeão passado, Dallas Mavericks, e perdeu apenas um jogo para o Los Angeles Lakers.

No confronto direto entre as duas equipes, nos últimos 10 jogos, foram 8 vitórias para o lado do Spurs. Dos 3 jogos, nessa temporada de tiro curto, o Spurs venceu os 2 últimos. Um deles com direito a atuação de gala do francês Tony Parker, e no ginásio do Oklahoma. Parker tirou o sono de Russell Westbrook, com 42 pontos e 9 assistências.Vale lembrar também que nos 3 confrontos da temporada regular, Ginobili esteve machucado e não esteve, sequer, um minuto em quadra contra Durant e cia.

É certo que podemos esperar uma série espetacular pela frente. Ambos os conjuntos e elencos são fora de série. As duas melhores equipes do Oeste chegaram à final com todos os méritos. Todas as duas equipe têm muito a perder. Já nós, amantes do melhor basquete do mundo, só temos a ganhar.

terça-feira, maio 15, 2012

Vem varrida aí?


Primeiro jogo da série entre Lakers x Oklahoma e 1º atropelo. Não deu para o Lakers. A equipe de Los Angeles viu o Thunder fazer um jogo perfeito. Tudo caiu para Oklahoma e até o que não vinha acontecendo, resolveu acontecer na partida de ontem.

A começar pelos pontos positivos de OKC. Russell Westbrook teve uma partida mágica. Converteu 10 de 15 arremessos de quadras. Não foi o jogador que prende o jogo, arremessa e, na maioria das vezes, desperdiça oportunidades. Outro ponto de destaque foi o desempenho ofensivo de Oklahoma. Líder em turnovers da NBA, com 16 por jogo de média, o Thunder cedeu apenas 4 ao Lakers, na noite passada. O Lakers apenas assistiu o Thunder dar seu show. Isso sem contar com o já habitual Kevin Durant sempre fantástico.

Já pelo lado do Lakers, os problemas já habituais. Kobe anotou 20 pontos, mas errou 11 arremessos de 18. O time parecia não estar ligado no jogo. Abateu-se facilmente com a rápida transição do Thunder e não conseguiu acompanhar o ritmo. Alguém precisa avisar que já estamos nos Playoffs. Raça, vontade e determinação são precisos para um time que quer vencer e ser campeão.

Ramon Sessions e Steve Blake também não apareceram. Gasol foi soft, após a excelente partida que fez contra Denver. Kobe forçou tudo e Mike Brown apenas contemplava com olhar estático o massacre. Caso não mude a postura, a coisa vai ficar feia para o lado do Lakers. Contra um time pior, já foi varrido ano passado. O Thunder deste ano é melhor que o Mavericks campeão da temporada anterior. Significa que vem outra varrida por aí?

Talvez. Ainda é cedo. Oklahoma, sem dúvidas, acertou um jogo perfeito. Um jogo em que tudo deu certo. Será difícil repetir a dose. Mas, independentemente disto, ainda é mais time que o Los Angeles Lakers. A equipe de idade do Lakers tem tudo para sofrer com a juventude, velocidade e vontade do Thunder. Kobe ainda pode ganhar jogos para LA. Mas ganhar a série, pelo o que foi visto até aqui, será extremamente difícil. Bem improvável