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quinta-feira, julho 19, 2012

Vai pra onde, Howard?


O boato do dia era que Dwight Howard havia definido novo rumo para a sua carreira. Aceitaria ser trocado para o Los Angeles Lakers e assinar uma extensão com o time angelino quando terminasse seu atual contrato. Mas como já dito, apenas boato. E quando se fala em Dwight Howard, tudo é um pouco mais complicado.

A novidade agora é que o agente de Howard desmentiu tudo isto. "A posição de Howard continua a mesma dese o fim da última temporada. Ele tem a intenção de explorar o período como agente livre ao fim da próxima temporada, independente do time que adquiri-lo em uma possível troca. Inclusive o Brooklyn Nets", disse Dan Fegan.

Os boatos ainda davam conta que o Lakers envolveria o Cleveland Cavaliers ou o Houston Rockets como terceiro time para mandar para Orlando jovem promessas do draft e liberar espaço no teto salarial, já que não é de hoje que Orlando deseja aliviar seu teto trocando alguns contratos altíssimos. Bynum também estaria envolvido na troca e Orlando só não teria aceitado ainda a proposta, devido não achar que estaria se dando bem com a troca. 

O desejo de D12 não assinar uma extensão é apenas financeira. Howard poderia estender seu contrato por até 3 anos, segundo fontes da ESPN americana. Esperando o contrato acabar, o superpivô poderia assinar com qualquer time pela duração de 5 anos e por incríveis U$108 milhões. Mesma conta de Chris Paul como Los Angeles Clippers.

Se por algumas horas o destino de Howard ficou mais transparente, parece que tudo volta a ficar turvo e embaçado. Não se sabe quem arriscará ter Howard por apenas um ano. Novela que segue.

sexta-feira, julho 13, 2012

Jogadores da NBA no Team USA. Válido?


Estados Unidos e República Dominicana jogavam partida de exibição, uma prévia para a Olimpíada. Mero jogo para os Estados Unidos darem show e mostrarem todo o talento do time que vai a Londres. Tudo ia muito bem até a lesão no jovem Blake Griffin. De joelho machucado, Griffin saiu do jogo, foi levado imediatamente de volta para Los Angeles e horas mais tarde descobriu-se que o ala não poderia mais conquistar a medalha de ouro. Uma lesão no menisco o tira das quadras pelas próximas 8 semanas.

A lesão de Griffin desperta, novamente, uma antiga conversa. Jogadores da NBA deveriam participar dos Jogos Olímpicos? Desde 1992, quando foi permitida a ida de jogadores da liga profissional americana para a disputa das Olimpíadas, os EUA montam esquadrões para vencer e provar ao mundo que possuem a melhor equipe de basquete. 

Em 1992 surge o Dream Team com Michael Jordan, Larry Bird, Magic Johnson, Charles Barkley, John Stockthon, Karl Malone, Charles Barkley e outras estrelas. O time de 1992, considerado o maior de todos os tempos, serviu para estabelecer um padrão altíssimo de jogo e depois daí todo time americano teria que vencer a medalha de ouro, dar show e provar superioridade frente os demais times.

A discussão é ampla e longa. Não se fala muito, nem se faz campanha, mas é notório o descontentamento dos donos das franquias ao liberar que suas estrelas deixem as férias e participem dos Jogos Olímpicos. Eles garantem contratos milionários para os principais jogadores do mundo e podem vê-los lesionados. Caso de Griffin, que um dia antes havia assinado por 5 anos, no valor de U$90 milhões.

Mas também é óbvio a vontade de todo jogador querer vencer uma medalha de ouro e escrever seu nome na história do esporte. Mesmo para craques como Kobe Bryant, LeBron James e Kevin Durant. Estrelas já consagradas, mas que mesmo assim, optaram por irem até Londres conquistar mais um ouro para o país de origem. Para eles não é preciso provar mais nada. Todos já o consideram os melhores jogadores mundiais pelo o que jogam na NBA e não pelo o que vão jogar na Olimpíada.

A lesão de Blake Griffin apenas escancarou o grande medo que torcedores e donos de franquias têm. Griffin passará pela segunda cirurgia no joelho esquerdo. A lesão não é grave, mas poderia ter sido. Foi apenas um jogo e outros 12 jogadores correm o risco de se lesionar até meados de agosto, quando acaba a Olimpíada de Londres. Também é fato que é muito mais empolgante ver as grandes estrelas disputarem o maior torneio mundial entre nações. As Olimpíadas são referência para os melhores atletas do planeta e é natural que as estrelas do basquete lá estejam.

Fato é que a discussão não tem fim. Vai haver quem defenda a ida dos craques e vai haver quem torça o nariz. Existe algum lado certo? Não. Cada um dos lados têm seus prós e contras. O joelho de Griffin serviu para reacender esta interminável discussão e enquanto for liberado que as estrelas da NBA possam ir, elas jogarão e trarão o ouro para os EUA.

quarta-feira, maio 16, 2012

Que tal o Duncan e o Spurs?


Depois do Lakers, o outro time de Los Angeles perdeu. Na estreia pelas semifinais de conferência, o Clippers caiu diante do San Antonio Spurs. Nada anormal. Jogar e vencer em San Antonio é uma tarefa espinhosa, seja o time que for da NBA. Só que também como o Lakers, o jeito como o Clippers perdeu foi o que chamou  atenção.

Se Oklahoma fez um jogo perfeito contra o Lakers, dá para izer o mesmo de San Antonio. Impecável, o time do Texas definiu a fatura nos 2º e 3 quartos. Abriu 58x43 e uma vantagem tranquila de 15 pontos. Só adminitrou. Já o destque do jogo não poderia ser outro, que não Tim Duncan. Melhor a cada dia que passa, o ala anotou 26 pontos. 14 deles no momento em que o Spurs provou a superiodade, frente o Clippers.

Duncan também adicionou 10 rebotes à sua conta. Resultado final, vitória do Spurs tranquila por 108 x 92. Popovich faz extamente o que havia pretendido. Poupar os jogadores em jogos comuns de temporada regular e usá-los, com força máxima e saudáveis, por todos os Playoffs. Duncan mesmo particiou de 36 minutos, mesmo número de aniversários completados por ele.

Até agora, a ideia do técnico do ano vem dando certo. Mesmo sem os medalhões, o Spurs porta-se bem e com a presença deles só melhora. Depois de poupá-los, Popovich agora os coloca em ação. Entre eles o interminável, mas sempre eficiente, Tim Duncan.

Era natural uma vitória do San Antonio Spurs, em casa. Não se sabe se dá para jogar assim novamente. Caso dê, as esperanças são que nem tudo caíam. É preciso também que a saúde da equipe de San Antonio não esteja comprometida. Apesar de ser bom, um time vira outram com as pesquenas mudanças.

terça-feira, maio 08, 2012

Griffin: Tudo isso?

 
Conhecido por ser um dos jogadores mais físicos da NBA, Blake Griffin vem ganhando, com o tempo, uma fama nada boa. A de flopper. O que em português seria algo como um jogador cai-cai ou que exagera ao sofrer um contato ou uma falta. O aviso foi dado pelo ex-jogador Chris Webber.

Em uma jogada no jogo de ontem contra o Memphis Grizzlies, em que o Clippers venceu e abriu 3x1 na série, Griffin sofreu um leve contato e logo desabou no chão. Griffin é um jogador muito forte fisicamente e foi bem visível que não era para tudo aquilo. Webber chamou atenção de Griffin. Nada muito pesado. Apenas um conselho.

Disse que por experiência prórpia, o ala deveria parar de agir desta forma. Jogadores que simulam faltas ou exageram nas reações não são respeitados na NBA e nos Playoffs. E já não é a primeira vez que Griffin foi chamado a atenção. DeMarcus Cousins, do Sacramento Kings ironizou Griffin quando perguntado sobre as faltas cavadas, quando encarou Griffin. "Ele não joga em Los Angeles? Ué, a terra dos atores", disse Cousins.

Aproveitando o assunto Griffin, vale a discussão sobre suas performances até aqui. Blake contundiu-se no ano de estreia da NBA, graças a uma grave lesão no joelho. Voltou na temporada seguinte e foi uma das sensações da NBA. Não foi capaz de levar o Clippers a lugar algum, mas fez a mídia passar a ver o Clippers com outros olhos. Griffin venceu o Slam Dunk Contest enterrando por cima de um carro. Logo se tornou uma das figurinhas carimbadas da NBA. Justo?

Griffin não é um Kevin Love. Está longe de ser um franchise player. Aquele em que se monta uma franquia em torno. Não é Kobe, Durant, LeBron, Wade, Carmelo... Mas Griffin pode ser uma peça chave. Um elemento importantíssimo para um conjunto. Justamente o que vem sendo este ano. Chris Paul chegou em Los Angeles e logo formou uma bela dupla com o ala.

Griffin também tem algumas falhas graves em seu jogo. Não é um feroz marcador. Também tem um aproveitamento muito fraco na linha dos lances livres. Não é um exímio chutador de média distância. Griffin ficou famoso por dar show e ser espetacular. É superestimado?

Talvez. Mas não dá pra colocar seu valor de lado. Mesmo com todas estas deficiências em seu jogo, consegue ser dominante no garrafão. Dá muito trabalho às defesas e tem médias de 20 pontos e 10 rebotes por noite. Vale lembrar que é apenas o 2º ano na NBA. Ainda há muito o que aprender, melhorar e desenvolver no basquete.

segunda-feira, dezembro 19, 2011

Agora vai?


"Os Clippers são sérios candidatos para vencer a Conferência Oeste com Chris Paul 3". Assim Magic Johnson definiu o antigo primo pobre de Los Angeles. Antigo porque o Clippers parece ter finalmente tornado uma potência no Oeste. Quem diria que o Clippers faria frente ao Lakers? E talvez tornar-se até superior.

A chegada de Chris Paul em Los Angeles balança não só o Clippers, mas também o Lakers. Se os lagoanos já estavam ameaçados frente a Conferência, o perigo agora vem da própria cidade. A hegemonia amarela e roxa pode estar finalmente chegando ao fim. A troca deve ser positiva para os dois times. O Clippers obviamente por adicionar um all star no seu plantel. O Lakers por se ver na obrigação de se mexer para conseguir reforços de peso.

Chris Paul e Blake Griffin só vão faltar fazer chover essa temporada. Isso se o já conhecido azar da franquia ajudar. O Clippers é conhecido por enfileirar lesões e zicas. Uma atrás da outra. Por ora, o que se sabe é que a nova dupla vai dar trabalho. It's Showtime! Só que agora o show vem de outro lado.

terça-feira, dezembro 06, 2011

Showtime?


Dallas é melhor. Oklahoma idem. Já não é de hoje que o Lakers não é mais a melhor equipe do Oeste. Kobe e cia foram varridos contra o atual campeão. No jogo 4, o Lakers se viu massacrado e entregue. 30 pontos de vantagem. Fora o baile.

Muito se falou sobre o que poderia acontecer com a equipe californiana. Veio o locaute. Tudo se calou. Os boatos de trocas e assinaturas de free agents esfriaram. Falou-se por meses apenas de contratos e reuniões. Tudo acertado, voltam os boatos. E que boatos!

Fontes afirmam que Los Angeles vai pra cima de reforços. Os badalados Dwight Howard e Chris Paul. Não apenas um deles. O objetivo é juntar ao roster do Lakers os dois. Custe o que custar. O único intocável é Kobe Bryant. E aí que está o perigo. Kobe já não gostou da contratação de Mike Brown, como substituto do Mr. Zem, Phil Jackson. Kobe também já manifestou interesse na manutenção de Gasol e Bynum para o garrafão. Disse estar feliz com o time. O Lakers ainda pode ser campeão é o que afirma o camisa 24. Mas pode? O Lakers do ano passsado foi um time sem espírito. Que vivia da promessa que os Playoffs chegariam e tudo mudaria. Que nada. Vitórias apertadas e o varrida para o Mavericks.

Acredito, sim, que uma mexida viria bem. Mas as chegadas de Howard e Paul são improváveis. E então? Entre o pivô mais dominante da Liga e um dos armadores mais talentosos, quem o Lakers deveria pegar? Howard traria a força ofensiva que falta ao garrafão do Lakers. Alguém ainda confia na saúde de Andrew Bynum? Alguém ainda acredita que Gasol pode vir a ser o jogador marcador ou aquele que parta pra cima e imponha respeito ao adversário?

Por outro lado temos Chris Paul. Há quanto tempo não se vê um time do Lakers com um armador que, de fato, desequilibre? É o que falta hoje ao plantel de Los Angeles. Para conseguí-lo, é preciso abrir mão de pelo menos dois dos Big Men. E New Orleands quer Bynum? E Gasol seria o número 5 da equipe californiana? E a falta que Lamar faria?

O Lakers é grande e precisa voltar a vencer. Ainda também acredito que com Odom jogando na posição 3, um Gasol valente e Bynum saudável, o time do Lakers ainda é bastante competitivo. Um dos reforços viria para fortalecer o time de um lado, mas poderia prejudicar de outro. Principalmente se confirmada a vinda de Paul. É aguardar para ver. A NBA volta em 25 de dezembro.