Mostrando postagens com marcador Los Angeles Lakers. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Los Angeles Lakers. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, outubro 03, 2012

Ainda o cara


A NBA volta apenas em novembro, mas os training camps já começaram. E o time que todo mundo quer ver em quadra já está reunido. O Los Angeles Lakers desta temporada reúne uma game de talentos invejável. Além dos medalhões Kobe Bryant e Pau Gasol, este ano juntam-se aos dois Dwight Howard e Steve Nash.

No papel, possivelmente, o melhor elenco da NBA. Ainda é cedo para afirmar se na prática todo a expectativa em cima dos Lakers se confirmará, mas vai ser interessante ver essas engrenagens fazerem Los Angeles funcionar. 

A primeira grande pergunta é de quem é o time? Mesmo com a chegada de uma estrela como Dwight Howard, não há dúvidas. Kobe será a figura principal até se aposentar. Mesmo com seus tão falados 34 anos, o armador é a alma da equipe. Cabem aos outros apenas respeitar o papel que Kobe tem dentro do Lakers.

Ainda nesta linha, podem Nash e Kobe coexistir dento de quadra? A pergunta vem já que Nash sempre foi o dono do Phoenix Suns. Tem um estilo de jogo em que ele é o centro do seu próprio universo. Segura a bola, abusa dos pick 'n rolls e acha arremessadores livres para pontuar. Nem de perto o jogo que Kobe gosta e está acostumado.

Mas Nash jogava assim em Phoenix. Não tem a mesma moral para chegar em Los Angeles e mudar completamente o estilo de jogo do Lakers. São 5 anéis de Kobe e toda a reputação conquistada ano após ano contra nenhum anel de Nash.

Não que Nash não tenha vez em Los Angeles. Ele será o armador, terá a bola muito tempo e conseguirá ser o jogador que o Lakers busca há tantos anos. Mas ainda assim Kobe será o cara por lá.

Kobe é constantemente chamado de egoísta por passar pouco a bola. Apesar de Kobe negar, fato é que o Black Mamba ao longo dos anos chutou mais vezes em direção ao aro. Mas justamente por não ter um armador ao seu lado. As coisas agora devem ser diferentes. Kobe jogará ao lado de 3 grandes jogadores. Azar é de quem tiver que defender esse novo Lakers.

Em tempo, 5 meses após uma cirurgia nas costas, Dwight Howard voltou às quadras. O treinador Mike Brown gostou do que viu e conta as horas para que Howard seja 100% liberado para ajudar o Lakers. Quem viu, disse que o pivô está bem, saudável e feliz. Sorte de Los Angeles.

terça-feira, agosto 28, 2012

Chegou a Hora?


Ele foi eliminado na 1ª rodada, nas semifinais, nas finais de conferência e finalmente nas Finais da NBA. Kevin Durant ano a ano cresceu e levou o Oklahoma City Thunder mais longe nos Playoffs. O caminho natural para o ala é que este ano ele solte o grito de campeão que estão entalado na garganta.

"Ouvi algumas vezes que em 3 ou 4 anos 'Essa liga vai ser sua'. Não gosto disso. Sinto que agora estou estabelecido na NBA. Minha hora chegou. Sinto que provei nos últimos 5 anos que eu posso ser um dos melhores jogadores da NBA. Ainda falta muito para ser o maior de todos, mas acho que meu tempo chegou. Estou começando a alcançar meu auge", afimrou Durant em entrevista ao Washington Post.

A hora dele parece ter chegado mesmo. Durant foi impressionante nas Olimpíadas. Ofuscou estrelas como Carmelo, Kobe e o próprio LeBron. De onde chutou convertou os arremessos e provou que todos estavam certos. Durant em alguns anos viraria um dos melhores jogadores do mundo. Ele hoje é realmente um dos melhores, talvez o melhor.

Oklahoma tem tudo para novamente dominar o lado Oeste da NBA. Tem no novo Los Angeles Lakers o maior adversário para chegar pelo segundo ano consecutivo nas Finais. Durant precisa apenas virar, de uma vez, dono do Thunder. Westbrook precisa entender que não pode arremessar mais vezes em um jogo do que a máquina de pontuar Kevin Durant.

Durant precisa entender também que chegou a hora de ser protagonista e a nova cara da NBA. Potencial, talento e bola ele tem de sobra. Durant também já provou que pode ser decisivo. Não foi o Durant de sempre nas Finais da temporada passada. Teve médias de 30 pontos por jogos e 50% dos arremessos de quadra. Impressionante, sem dúvidas, mas na hora que o Thunder mais precisou dele, ele não foi o Kevin Durant que conhecemos. 

Compreensível. Muito jovem, apenas 23 anos, e a primeira final de muitas outras que ainda devem pintar para o talentoso jogador de Oklahoma. 

Se chegou a hora de Durant vencer? Tem tudo para que isso aconteça. Se um Kevin Durant já fez o que fez até hoje, calcule o que ele é capaz se ele realmente chegar ao auge. Sorte do Thunder. Azar dos adversários.

quarta-feira, agosto 22, 2012

Kobe vale tudo isso?


Nem LeBron, Nowitzki, Wade, Howard, Carmelo Anthony ou Durant. O jogador mais bem pago da NBA ainda atende por Kobe Bryant. Em lista divulgada ontem, Kobe figura na liderança entre os jogadores que recebem mais dólares por temporada.

Kobe recebe U$27 milhões. O segundo lugar é o alemão Dirk Nowitzki que ganha U$20 milhões por temporada. Sim, não só satisfeito em ser o jogador com maior salário, Kobe recebe U$7milhões a mais que o segundo mais bem-pago da Liga.

Pode-se discutir se Kobe merece receber tal quantia mesmo com 33 anos (Kobe completa amanhã 34 anos). Há quem discuta que ele ganha mais do que merece. Há também quem diga que Kobe é uma lenda. Um símbolo do Lakers e um embaixador do basquete e da NBA. 

Kobe venceu o último título há dois anos. Nas últimas temporadas viu seu Lakers sair para Dallas e Oklahoma na segunda rodada. Em ambas as séries, foi nítido que Kobe poderia dar mais de si. Provar ser o Black Mamba. Kobe não foi. Este ano não conseguiu fechar dois jogos quando o Lakers ganhava do finalista Thunder. Um deles em pleno Staples Center. A culpa não é somente de Kobe. Longe disso. Mas as atenções voltam para o jogador que embolsa U$27 milhões anuais e não é campeão.

Há também o fator extraquadra. Alguém contesta o quanto de mídia e dinheiro Kobe consegue arrecadar e trazer para o Los Angeles Lakers? Em uma época em que poucos podem ser considerados ídolos, Kobe faz justamente o contrário e a cada dia coloca mais o nome na história. Não só do time de Los Angeles, mas de todo o basquete mundial. Kobe é mais que um jogador. Interfere administrativamente no Lakers, dá palpite em contratações e ajuda a franquia. Foi ele quem ligou ara Nash e Howard.

Kobe Bryant é aquilo que se pode chamar de superestrela. Vence jogos, é espetacular dentro de quadra e sabe ser decisivo. Também cumpre os papéis mais burocráticos. Por onde passa lota ginásios. Todos querem ver Kobe. Nem que seja para vaiá-lo. Extrapola a fronteira das quatro linhas da quadra.

Sim, Kobe vale o que custa aos cofres do Los Angeles Lakers. Não é mistério que o time vai até onde Kobe conseguir ir. E este ano as perspectivas são boas. Discute-se se Kobe vale o quanto ganha, principalmete, pelo pequeno período de jejum do time da Califórnia. Kobe vence o 6º título da carreira e esta conversa nunca terá existido.

quarta-feira, agosto 15, 2012

Bynum chega ao 76ers

 
Anunciado esta quarta-feira pelo Philadelphia 76ers em entrevista coletiva, o pivô Andrew Bynum desejou ser parte integrante do futuro da franquia de Philadelphia. Em conferência aberta para o público, o pivô foi recepcionado pela torcida aos gritos de "Bynum!" e "Beat LA!".

Ainda sem cravar se assinará ou não a extensão com o 76ers após a temporada, Bynum respondeu que teve uma ótima primeira impressão do time e que espera que a cidade de Philadelphia seja a sua nova casa.

Bynum tem uma relação já próxima com a cidade. O jogador que teve médias de 18.7 pontos e 11.7 rebotes na última temporada, nasceu a pouco mais de uma hora da Philadelphia e tem um carinho especial pela cidade, principalmente depois da animada recepção de hoje.

Acostumado a ser um coadjuvante no time do Los Angeles Lakers, Bynum chega ao 76ers com a missão de ser assumir o papel principal da equipe. Novo desafio para ele que nunca antes se viu em tal posição, Bynum acredita que será a próxima temporada será muito importante para ele como jogador.

"É o próximo passa da minha carreira. Estou animado com esse time. O Sixers é um time jovem e com muita energia, basta ver o que Doug Collings fez com estes jogadores temporada passada", disse o pivô.

Com foco e escapando das lesões, Andrew Bynum tem tudo para em Philadelphia achar seu melhor jogo e se tornar um dos melhores pivôs da NBA. Um pivô que faça a diferença e leve o 76ers a outro patamar como time. O maior desafio? Colocar isso na cabeça de Bynum.

segunda-feira, agosto 13, 2012

Time a ser batido?

 
21 de maio. O Lakers era eliminado em cinco jogos pela 2ª rodada dos Playoffs do NBA. Em 2011, o mesma já havia acontecido contra o Dallas Mavericks, este ano a derrota veio para o Oklahoma City Thunder. Perguntado sobre o futuro da equipe de Los Angeles, a estrela Kobe Bryant sorriu e apenas respondeu "Não sou a pessoa mais paciente e a organização também não. Queremos ganhar e ganhar agora. Tenho certeza que nós vamos dar um jeito. Nós sempre demos e eu tenho certeza que vamos de novo", afirmou Kobe.

Naquela época, a estrela do Lakers confiou na tradição da franquia em não se acomodar e sempre estar em busca de títulos, fazendo sempre o possível para adquirir novas peças. E desta vez não foi diferente. Kobe ao sorrir, parecia já imaginar que o futuro do Lakers realmente seria, no mínimo, interessante.

Tudo começou com a chegada do armador Steve Nash. Ok. O armador tem idade e assinou por longos dois anos, mas mesmo já rodado e com seus 38 anos de bagagem, Nash conseguiu ter bons números em Phoenix e continua sendo até hoje um dos melhores armadores da NBA. Com talento de sobra e técnica apurada, Nash deu ao Lakers o que há muito tempo não se via. Um jogador capaz de comandar o showtime do Lakers com velocidade e com a força e velocidade do contra-ataque como não se via desde a época de Magic Johnson.

Se com Nash o Lakers já passava a ter outra cara, depois de sexta, dá para dizer que chegou a Los Angeles a cereja do bolo. Sim, a novela acabou e Dwight Howard, enfim, vestirá a camisa roxa e dourada da equipe da Califórnia. Howard chegou em troca que envolveu outros três times. Os boatos estavam certos e o superpivô agora integra um dos prováveis favoritos ao título.

Vale lembrar que o Lakers conseguiu manter também o pivô Pau Gasol. Tem como lineup agora Steve Nash, Kobe Bryant, Metta World Peace, Pau Gasol e Dwight Howard. Time que impressiona no papel e deve impressionar quando o Lakers entrar em quadra no início da temporada. Se os favoritos para o título eram Miami e Oklahoma, dá para dizer que com as novas aquisições, o Lakers entra forte na corrida por mais um anel.
 
Os dois fracassos consecutivos do Lakers serviram de chamado de atenção para Los Angeles. A franquia e seus managers perceberam que para voltar e brigar e disputar o título seria preciso que mudasse a espinha dorsal do time. E aí está. Se Miami conta com o Big Three, dá para dizer que o Lakers agora tem o Big Four da NBA.
 
É verdade que por mais brilhante que seja Dwight Howard, o dono do time ainda é Kobe. E o Lakers também só chegará até onde Kobe conseguir levar a equipe. Acreditava-se que a janela para o Black Mamba estava se fechando, mas com D12, ela voltou a se escancarar. 
 
Por mais que Miami e o Thunder já estejam arumados, a verdade é que em 2012-2013, o time a ser batido voltou a ser o Los Angeles Lakers.

quinta-feira, agosto 09, 2012

Novela chegando ao final?


Parece que a novela tem tudo para acabar nesta sexta. De novo, são fontes que dizem que o negócio está praticamente selado, mas agora são muitas que confirmam a chegada de Dwight Howard no Los Angeles Lakers. A troca que faria o superpivô chegar ao time da Califórnia envolveria 4 times. Além do Lakers, o Philadelphia 76ers, o Denver Nuggets e, obviamente, o Orlando Magic.

Com a negociação, o Lakers adicionaria ao seu plantel Dwight Howard. Pelo lado do Denver Nuggets, chegaria Andre Iguodala. Já o time da Philadelphia pegaria Jason Richardson e Andrew Bynum. Por fim, Orlando teria Arron Afflalo, Al Harrington, Nikola Vucevic e uma primeira rodada futura do draft de cada uma das três outras equipes.

Há quem diga que Pau Gasol também poderia estar envolvido na troca e iria jogar pelo Nuggets, mas as fontes dizem que existem cenários com e sem o pivô espanhol dentro do bolo de jogadores. Um fator complicador também seria Andrew Bynum. Sempre ele. o 76ers não teria conversado ainda com o pivô e seus agentes. Não sabem se Bynum toparia se comprometer com a equipe do Sixers.

Outras fontes afirmam que Bynum só aceitaria assinar uma entensão de contrato com o Lakers. Há o risco de Bynum sair de graça após um ano, quando ele se torna agente livre e pode assinar por 5 anos, no valor de U$102 milhões. Caso Bynum assinasse a extensão, seriam mais 3 anos e U$60 milhões no bolso do pivô do Lakers.

Que Howard quer sair, não há novidade alguma. Há meses se escuta que ele fala pra quem quiser ouvir sobre o desejo de se transferir. O Lakers assumiria o risco de trazer Howard e poder vê-lo sair no ano seguinte como agente livre. Mas Los Angeles parece querer assumir este risco. Acredita que Howard se sentiria bem em um ambiente que pudesse ganhar o anel da NBA.

De novo, são especulações e fontes. Mas parece que agora vai.

quinta-feira, julho 26, 2012

Novela que segue


Em mais uma sessão de rumores sobre Dwight Howard, a novidade, ou nem tanto, é que o pivô encontrou-se com o General Manager de Orlando ontem e mostrou  a Rob Hennigan o seu desejo de não jogar a próxima temporada pelo Orlando Magic.

Howard não assinará uma extensão de contrato ou concordará em jogar por Orlando após seu contrato expirar em julho de 2013. Já manifestou desejo em ser trocado para o Los Angeles Lakers ou para o Brooklyn Nets. A questão é que Hennigan está firme e sem pressa para negociar.

O GM de Orlando quer um bom negócio para trocar Dwight Howard. Mas  até agora, nada de aparecer um bom negócio ainda. Brooklyn não consegue mover suas peças e fazer valer a pena para o Magic. Já com o Lakers a situação é fazer com que Andrew Bynum se comprometa a escolher o Orlando como opção para os próximos anos de sua carreira. E aí está outro problema. Fazer com que Bynum se comprometa a algo.

Enquanto nada se resolve, Howard continua insatisfeito na Flórida. A posição do GM Rob Hennigan é interessante. Mesmo com toda a pressão para que Howard saia, ele continua firme e espera uma boa proposta, sempre sem se precipitar. Já Dwight Howard segue envolto de muitos rumores e boatos. Sempre se comenta do desejo do superpivô em sair, mas a verdade é que Howard ainda não se pronunciou oficialmente sobre isso. 

E até isso acontecer, seguirão os boatos e o disse-me-disse sobre o pivô.

quinta-feira, julho 19, 2012

Vai pra onde, Howard?


O boato do dia era que Dwight Howard havia definido novo rumo para a sua carreira. Aceitaria ser trocado para o Los Angeles Lakers e assinar uma extensão com o time angelino quando terminasse seu atual contrato. Mas como já dito, apenas boato. E quando se fala em Dwight Howard, tudo é um pouco mais complicado.

A novidade agora é que o agente de Howard desmentiu tudo isto. "A posição de Howard continua a mesma dese o fim da última temporada. Ele tem a intenção de explorar o período como agente livre ao fim da próxima temporada, independente do time que adquiri-lo em uma possível troca. Inclusive o Brooklyn Nets", disse Dan Fegan.

Os boatos ainda davam conta que o Lakers envolveria o Cleveland Cavaliers ou o Houston Rockets como terceiro time para mandar para Orlando jovem promessas do draft e liberar espaço no teto salarial, já que não é de hoje que Orlando deseja aliviar seu teto trocando alguns contratos altíssimos. Bynum também estaria envolvido na troca e Orlando só não teria aceitado ainda a proposta, devido não achar que estaria se dando bem com a troca. 

O desejo de D12 não assinar uma extensão é apenas financeira. Howard poderia estender seu contrato por até 3 anos, segundo fontes da ESPN americana. Esperando o contrato acabar, o superpivô poderia assinar com qualquer time pela duração de 5 anos e por incríveis U$108 milhões. Mesma conta de Chris Paul como Los Angeles Clippers.

Se por algumas horas o destino de Howard ficou mais transparente, parece que tudo volta a ficar turvo e embaçado. Não se sabe quem arriscará ter Howard por apenas um ano. Novela que segue.

quinta-feira, julho 12, 2012

Bynum por Howard. E aí? Vale a pena?


A novela Dwight Howard ganhou mais um capítulo. Chegou dia 11 e o Brooklyn Nets confirmou a chegada de Joe Johnson e a renovação de Brook Lopez, o que pôs fim aos planos do pivô jogar com o Nets, pelo menos na próxima temporada, já que o teto salarial da nova equipe de Nova York está no limite. A novidade agora são as fontes que dizem que uma troca entre Lakers e Magic é possível de acontecer.

O Lakers abriria mão do seu pivô Andrew Bynum e receberia Dwight Howard de Orlando. D12 nunca manifestou interesse de jogar pelo Lakers enquanto Kobe fosse a estrela por lá. Howard seria coadjuvante, o número 2 da cidade e isso o pivô não quer. Apesar disso, diz-se que é possível que aconteça a tal troca e o Lakers tenha Kobe, Nash, Gasol e Howard, em 2012-13.

A grande questão é saber se é bom para o Lakers abrir mão de Andrew Bynum. O pivô do time californiano é mais jovem e apresenta talento incrível. Há anos era tido como promessa e aos poucos vai finalmente se vendo em quadra o que era previsto para Bynum. Um pivô versátil, muito físico e habilidoso. Hoje Dwight Howard é melhor, mas a longo prazo, a história pode ser um pouco diferente.

Mas há também quem já acredite que Bynum é melhor hoje que Dwight Howard. O pivô do Lakers é mais efetivo ofensivamente e tem aproveitamento muito superior na linha dos lances livres. O que ainda pesa na balança para Howard é o seu jogo defensivo. Mas ainda assim, Bynum mostrou esse ano que pode defender e a tendência é que ele melhore defensivamente ao longo das próximas temporadas.

O ponto de interrogação é a personalidade de Andrew Bynum. O pivô é o jogador que bateu de frente com o treinador Mike Brown. Bynum disse que jogaria da forma que ele achasse que seria melhor para seu jogo. Mesmo que para isso tivesse que continuar chutando bolas de 3 sem que o técnico ficasse satisfeito. Bynum também aprontou e dispensou o treinador particular Kareem Abdul-Jabbar por achar que não tinha mais o que aprender com um dos maiores jogadores da história da NBA.

A troca pode sair dos boatos e tornar-se realidade, mas o Lakers viverá um dilema. Manter um jogador que futuramente pode vir a ser melhor que o próprio Dwight Howard, mas que ao mesmo tempo se comporta e tem atitude que compromete a própria equipe. Um jogador extremamente temperamental que parece jogar para si mesmo e não pensar coletivamente. 

Vale a pena pagar esse preço e manter Bynum?

quarta-feira, julho 04, 2012

Steve Nash fecha com Lakers


Tudo que o torcedor do Lakers sonha há anos, virou realidade nessa noite. O duas vezes MVP e ex-armador do Phoenix Suns, Steve Nash, chega a Los Angeles por 3 anos e U$25 milhões. O Lakers pelo armador deu a Phoenix duas escolhas de primeira rodada, 2013 e 2015, e outras duas de segunda rodada, 2013 e 2014.

O negócio movimentou a NBA, já que não se esperava a saída de Nash do Suns e muito menos a sua chegada em Los Angeles. Boatos dizem que Nash também recebeu propostas de Dallas, New York e Raptors, mas optou a equipe de Los Angeles pelas maiores chances de conquistar um inédito anel, um contrato de 3 anos, a estrela Kobe Bryant pressionar Nash e a proximidade com o Arizona, onde o armador canadense estaria mais perto dos 3 filhos.

Apesar dos 38 anos de idade, a vinda de Nash é uma das grandes peças que faltavam ao quebra-cabeça do Los Angeles Lakers. Steve Nash teve médias de 12,5 pontos e 10,7 assistências na temporada passada e se com Ramon Sessions as coisas já mudaram um pouco de cara, no ano passado, com o ex-armador do Suns, as coisas tendem a realmente mudar de figura. Nash já não é mais tão explosivo, mas jogar com o trio Bryant, Bynum e Gasol  facilitará e muito o trabalho do armador.

Acostumado a ser protagonista no Arizona, Nash basicamente agora terá a missão de passar a bola e servir os companheiros do Lakers e isso, Nash faz como poucos. A pressão em cima do armador será dividida e isso é importantíssimo para um jogador com 38 anos
A surpresa pela chegada do armador ainda foi maior devido a entrevista dada por ele mesmo em 25 de junho. Nash considerava difícil uma ida para o Lakers. apesar de respeitar e compreender a grandeza da equipe, o canadense admitiu dificuldade em vestir o uniforme dourado e roxo após tantos anos enfrentando o Lakers nos Playoffs do Oeste. 

Com a vinda de Nash, o Lakers volta a ser uma das forças do Oeste. Junto com Oklahoma e Spurs, volta a ser um time de respeito e não se desfaz do seu núcleo principal. Los Angeles continua com o potencial mais talentoso garrafão da NBA. Pelo menos por enquanto, já que a relação entre o time e Bynum já vem azedada. Mas por enquanto, o Lakers vai, aos poucos, voltando a ser Lakers.
A equipe californiana ganha a chance de vencer a NBA em 2012/2013 e o armador canadense ganha a chance de ter um time capaz de lhe dar o anel que ele já persegue por 16 temporadas.

terça-feira, maio 22, 2012

Próximos Passos


Deu a lógica na NBA. Já era esperado e o Los Angeles Lakers caiu diante de um muito melhor Oklahoma City Thunder. Não foi tão fácil como se pensou. A equipe de Los Angeles fez jogos duros. Quase venceu os jogos 2 e 4. No jogo 5, uma apagão no início do 4º período e lá se foi a série. Indiscutível a superioridade do Thunder e do craque Kevin Durant

A pergunta que fica agora é: O que fazer com a equipe do Lakers? Continuar do mesmo jeito que acabou esta temporada é inviável. A não ser que o Lakers queira ser figurante em mais uma temporada. O que não é o caso. Então quem precisa sair? O que é preciso para a equipe da Califórnia voltar a sonhar com títulos?

Vamos caso a caso. O primeiro nome, logo de cara, é Kobe Bryant. Kobe está com idade. Vai fazer 34 anos e jogará em 2012-13 a sua 17ª temporada de NBA. Mas e daí? Kobe ainda é o cara, ainda pode decidir e é a cara do Los Angeles Lakers. O Black Mamba ficará e, realmente, precisa ficar. O próximo nome é Pau Gasol. De extrema importância na conquista dos 2 últimos campeonatos do Lakers, o espanhol não é mais sombra do jogador que foi.

Não bastasse isso, Gasol tem contrato ainda de dois anos com cláusulas milionárias. E nem de perto tem o valor que teria há 2 anos atrás para uma posível troca no mercado. Vale a pena perder Gasol? Talvez. Depende do que se fosse conseguir por dele. Poucos seriam os times que arriscariam uma jogada como essa. Outro nome é Metta World Peace. Bom jogador? Sim. Mas não tem valor também como moeda de troca. Sofre do mesmo problema de Gasol. Caro, já com idade e sem garantia de efetividade como jogador. Quer quer pegar e pagar um contrato de 2 anos no valor de U$15 milhões?

E assim chegamos ao maior nome do plantel do Lakers. Maior tanto em tamanho, quanto em polêmica. Andrew Bynum. Cercado de controvérsias esta temporada, Bynum brigou com o técnico, deu declarações polêmicas e fez todo um circo em Los Angeles. Que Bynum é um dos melhores pivôs da NFL, isso é indiscutível. Mas vale a dor de cabeça? Justamente por isso, o pivô é, sem dúvidas, a maior moeda de troca de LA.

Bynum poderia ser a solução para negociar a vinda de Dwight Howard para Hollywood. Ou então a chegada de um armador capaz e realmente eficiente. Perguntado ontem ao fim do jogo, Bynum não teve o mínimo pudor em falar do seu futuro na equipe do Lakers e na NBA. "Não me importa para onde eu vou, para mim, não tem importância", disse o pivô. Atitudes como esta que jogam contra Bynum.

A maturidade parece estar longe de chegar. Com 24 anos, Andrew Bynum pode ter uma carreira brilhante pela frente. Mas não com essa cabeça. Chegará a lugar nenhum pensando apenas em si mesmo. O desgaste no Staples Center também já é evidente. Não há mais clima por lá. Principalmente, se Mike Brown permanecer.

A saída é trocar Andrew Bynum. Há riscos? Com certeza. Bynum tornando-se o jogador com o potencial que pode tornar-se, pode trazer problemas futuros. É forte, dominante, tem incrível habilidade no ataque e consistência defensiva. Imagine o sangue no olho que o pivô viria em um eventual jogo de Playoff contra a atual equipe?

 A questão é que no atual momento, o Lakers deve pensar no presente e não no futuro. E hoje, trocar Bynum é o primeiro passo para quem sonha em voltar aos títulos.

terça-feira, maio 15, 2012

Vem varrida aí?


Primeiro jogo da série entre Lakers x Oklahoma e 1º atropelo. Não deu para o Lakers. A equipe de Los Angeles viu o Thunder fazer um jogo perfeito. Tudo caiu para Oklahoma e até o que não vinha acontecendo, resolveu acontecer na partida de ontem.

A começar pelos pontos positivos de OKC. Russell Westbrook teve uma partida mágica. Converteu 10 de 15 arremessos de quadras. Não foi o jogador que prende o jogo, arremessa e, na maioria das vezes, desperdiça oportunidades. Outro ponto de destaque foi o desempenho ofensivo de Oklahoma. Líder em turnovers da NBA, com 16 por jogo de média, o Thunder cedeu apenas 4 ao Lakers, na noite passada. O Lakers apenas assistiu o Thunder dar seu show. Isso sem contar com o já habitual Kevin Durant sempre fantástico.

Já pelo lado do Lakers, os problemas já habituais. Kobe anotou 20 pontos, mas errou 11 arremessos de 18. O time parecia não estar ligado no jogo. Abateu-se facilmente com a rápida transição do Thunder e não conseguiu acompanhar o ritmo. Alguém precisa avisar que já estamos nos Playoffs. Raça, vontade e determinação são precisos para um time que quer vencer e ser campeão.

Ramon Sessions e Steve Blake também não apareceram. Gasol foi soft, após a excelente partida que fez contra Denver. Kobe forçou tudo e Mike Brown apenas contemplava com olhar estático o massacre. Caso não mude a postura, a coisa vai ficar feia para o lado do Lakers. Contra um time pior, já foi varrido ano passado. O Thunder deste ano é melhor que o Mavericks campeão da temporada anterior. Significa que vem outra varrida por aí?

Talvez. Ainda é cedo. Oklahoma, sem dúvidas, acertou um jogo perfeito. Um jogo em que tudo deu certo. Será difícil repetir a dose. Mas, independentemente disto, ainda é mais time que o Los Angeles Lakers. A equipe de idade do Lakers tem tudo para sofrer com a juventude, velocidade e vontade do Thunder. Kobe ainda pode ganhar jogos para LA. Mas ganhar a série, pelo o que foi visto até aqui, será extremamente difícil. Bem improvável

sexta-feira, maio 11, 2012

Gasoft ataca novamente


Tudo parecia estar em ordem pelo lado do Lakers. 3x1 contra Denver e com o jogo 5 em Los Angeles. Bastava uma simples vitória para confirmar o favoritismo e encarar o Oklahoma City Thunder. Mas o Lakers perdeu, em pleno Staples Center. Veio o jogo 6, agora em Denver, e o Nuggets, novamente, venceu e forçou o 7º jogo.

Mas o que mais chamou atenção nas duas derrotas consecutivas de Los Angeles foram as decepcionantes atuações de Pau Gasol. O espanhol, campeão da NBA duas vezes, habilidoso pivô, All Star e experiente, simplesmente, não apareceu para o jogo. Foi inexistente pela 2ª noite consecutiva. Tivesse Gasol jogado o que sabe, já estaria definida a semifinal Lakers x Thunder. Mas Gasol foi Gasoft.

Vendo tudo ir por água abaixo, Kobe foi à imprensa e fez declarações fortes sobre seus companheiros. Duvidou da vontade e comprometimento de cada um dos lagoanos.  Só poupou Metta World Peace, ou Ron Artest. "Ele é o cara que eu posso confiar toda noite. O cara que vai competir e jogar duro, sem medo. Estou ansioso para ter ele ao meu lado no jogo 7", afirmou Kobe. Um tiro no pé ou estratégia para o tudo ou nada de amanhã?

Kobe dizer que só confia em World Peace, mostra aos outros jogadores que a irregularidade dos demais preocupa o Black Mamba. O que não deixa de ser verdade. A equipe do Lakers vem oscilando entre bons e maus momentos, por toda a temporada. A questão é dizer que World Peace é o único que joga sem medo. Kobe diz aí que o time não é raçudo, não tem vontade.

O Lakers deve passar para a próxima fase. Seria um enorme desastre cair fora para o Denver, em casa, e na primeira rodada. Aos 33 anos, Kobe não vai querer deixar passar mais uma chance de vencer o título. O problmea é passar por Thunder, jogando como está.

Seria longe demais pensar em um motim para cima de Kobe e Artest? Difícil. Diria até impossível. Justamente pela declaração ter sido dada por Kobe Bryant. Mas que Gasol, Bynum, Sessions e cia. não devem ter gostado nada do que Kobe disse por aí... Isso é certeza.


quinta-feira, abril 26, 2012

Balanço Geral


Chega ao fim hoje a temporada da NBA. Se pararmos pra pensar, olharmos lá atrás, uma temporada que quase não aconteceu. Divergências entre donos das equipes e jogadores. Um acordo que não saía de jeito nenhum. Que levou a temporada deste ano não ter 82 jogos, mas sim, 66 confrontos. Temporada que como todas as outras contou com bons e maus momentos.

Temporada que teve a volta do San Antonio Spurs e o Boston Celtics como uns dos melhores times da Liga. Ambas equipes cresceram muito após o All Star Game. Boston, desde o Jogo das Estrelas, teve o melhor retrospecto da NBA. Já o Spurs conquistou o Oeste quando não se esperava mais nada de um time envelhecido. Tony Parker hoje vive seu melhor momento em anos de carreira. Tim Duncan, agora coadjuvante, é extremamente consistente, e o elenco mostra força, já que mesmo na ausência de Manu Ginobili, esteve lá e garantiu o topo do Oeste. Quem iria dizer no início da temporada que o Spurs sobrepujaria a juventude e qualidade do Thunder?

A temporada também contou com as boas participações de Miami e Chicago que lideraram o Leste do início ao fim. O Bulls teve que lidar sem o principal jogador, Derrick Rose, que passou boa parte do tempo lesionado. Apareceram pro jogo Luol Deng e Carlos Boozer e estes deram conta do recado.

Pelo lado do Miami, a missão era se recuperar do baque pós-final da temporada passada. Derrota para o Dallas Mavericks com atuação abaixo da média. LeBron amarelando e perdendo a chance de gritar "É campeão!" pela 1ª vez na carreira. Miami  se recuperou e foi dominante. Também jogou sem Dwyane Wade muitos jogos. LeBron foi o MVP da temporada. Tá certo que nada disso valeu, caso o título não venha, mas as coisas parecem estar no caminho certo.

Já o Thunder é há alguns anos a promessa da NBA. Todo ano parece que vai. Será que 2012 é o ano de deixar de ser promessa e virar realidade? Com início irrepreensível, mas final oscilante, ainda não dá para saber. Kevin Durant continua impecável. É hoje o melhor jogador da NBA, mas Westbrook... Anda chutando mais que o próprio Durant. Não encaixa como armador. Tem velocidade, mas prende demais o jogo. Pode ser um risco para Oklahoma.

Ainda no Oeste, o Lakers teve uma temporada de reconstrução. Após anos de Phil Jackson, Mike Brown deu lugar ao Mr.Zen. Kobe, mesmo em sua 16ª temporada e com 33 anos, mostrou ainda ter gás no tanque. Tornou-se o 5º maior pontuador da história da NBA. O novo gerenciamento da equipe de Los Angeles também causou problemas. Ninguém gostou de ver Lamar Odom deixar o time por alguns milhões de dólares. Fisher também deixou a equipe, mas Gasol e Bynum foram mantidos. Bynum não se sabe até quando, já que declarou guerra ao técnico Mike Brown, após muitas divergências ao longo do ano.

Também em Los Angeles, o Clippers deixou de ser o Clippers. O time vai aos Playoffs mais forte como nunca. Créditos a Chris Paul que transformou o time. De uma das piores equipes da NBA, levou o time a ser um dos favoritos ao caneco. Some isto a um Blake Griffin mais maduro e aí está o ex-primo pobre de Los Angeles.

Voltando ao Leste, Orlando manteve Dwight Howard. Howard consolida, cada vez mais, seu nome como grande ídolo do Magic. Mas o pivô terá de passar por uma cirurgia nas costas e volta apenas ano que vem. A certeza é que a equipe da Flórida não terá mais o técnico Stan Van Gundy. A corda vai arrebentar o lado mais fraco e o Orlando terá novo técnico, após a briga entre Howard e Van Gundy.

Agora nada na NBA foi tão bom de se ver como a Linsanity. O fenônemo global causado pelo asiático Jeremy Lin foi, sem dúvida alguma, o melhor da temporada 2011-12. Talvez não a maior febre do esporte mundial, porque também lá nos EUA tivemos a Tebowmania. Como em um conto de fadas, Jeremy Lin saiu de uma Liga secundária, não foi draftado, passou por dois times e entrou em uma fria enorme. Ser armador do New York Knicks. Com um simples detalhe: Em plena crise. Todos adoram torcer pelo improváel e com Lin não foi diferente.

Com um palco como a cidade de Nova York, Jeremy Lin foi incrível. Conseguiu suportar a pressão. Levou o Knicks de volta às vitórias, mesmo sem Amar'e Stoudemire e Carmelo Anthony. Uma pena que tão rápida como a ascensão meteórica, também foi a lesão que lhe custou toda a temporada regular. O mundo viu o rosto de Jeremy Lin. Fosse no jornal, revista, TV, internet.... Só deu Jeremy Lin. Sensação global. Uma pena que não tivemos a chance de ver como o conto de fadas terminaria. Se com um final feliz ou não. Isso se, de fato, terminaria...

A NBA 2011-12 foi, basicamente, isso. Foi muito bom acompanhar o melhor basquete do mundo e agora a tendência é só melhorar. Playoffs e Finais. Mais perguntas virão. A principal é se LeBron conseguirá, enfim, vencer o tão sonhado anel. Será? A certeza é uma só. Ainda bem que a NBA existe.


quarta-feira, abril 18, 2012

E Quando Kobe Voltar?


Já são quatro vitórias e duas derrotas. Esse é o retrospecto do Los Angeles Lakers sem a estrela Kobe Bryant. A equipe venceu times como San Antonio e Dallas. Mostrou um bom basquete. Gasol e Bynum despertaram e estão em seus melhores momentos na temporada. O Lakers é um time que mostra vontade e comprometimento. Parece querer voltar a ser potência no Oeste que já foi um dia. Mesmo sem Kobe.

Mas Kobe voltará ainda nesta temporada. Sua lesão não é grave e o tempo de recuperação está acabando. Bom período de tempo para recarregar as baterias para os Playoffs de maio. E quando Kobe retornar? Como fica o Los Angeles Lakers? O que esperar da sua volta?

Primeiro é preciso saber que estamos falando de Kobe Bryant. E de Kobe nunca se duvida de nada. Simplesmente pelo Black Mamba ser gênio. Kobe voltará como saiu. Sendo um jogador que mesmo com 16 temporadas na bagagem e 33 anos nas costas, ainda é um dos melhores jogadores da NBA. Jogador que é líder em média de pontos por jogo, com 28, e briga, inclusive, pelo MVP da temporada regular.

Kobe voltará ao time e veremos como irá se adaptar ao novo Lakers. O Lakers sem o camisa 24 teve Andrew Bynum e Pau Gasol extremamente participativos. Dividiram a liderança do time e mostraram o porquê deles formarem a dupla mais temida no garrafão. Antes da lesão, Kobe estava passando pouco para eles e arriscando muitos chutes. Terá de mudar agora.

E Kobe não é orgulhoso para deixar de ver isto. A chance de vitória do Lakers é usando seu trio ofensivo. Kobe não poderá mais chutar 25-30 bolas por jogo. E Kobe muito provavelmente fará isso. Só quando for preciso decidir que ele será o jogador fominho e que coloca a bola debaixo do braço. Até lá, a inteligência do Black Mamba irá mostrar o certo a ser feito. Se for preciso passar e chutar menos para vencer, assim será.

O Lakers tem um final de temporada muito superior ao início. Está com cara de time. A volta de Kobe reforça a equipe. Afinal, estamos falando de Kobe Bryant. Um Kobe participativo significa problemas para a defesa adversária, já que o foco não passa a ser somente ele. A volta da estrela não é esperada só pela equipe e pelos torcedores, mas também por quem quer ver até onde o Los Angeles Lakers pode chegar.

quinta-feira, abril 12, 2012

Até Onde Vai?


A NBA nunca esteve tão aberta. É impossível, hoje, cravar quem vai levar a melhor e levantar o título em junho. E o Lakers acaba de entrar no mix. Importantíssima a vitória for de casa sobre o San Antonio Spurs. SA vinha como uma das sensações até o momento. 11 vitórias consecutivas. Mas o Lakers foi lá e bateu o time do Texas. Mesmo sem Kobe.

Noite de gala com Andrew Bynum pegando 30 rebotes. O Los Angeles Lakers ontem se credenciou como time que pode, sim, chegar às finais da NBA. É o time que mais tem virórias, atrás apenas do Celtics, após o break do All Star Game. Além disso, Oklahoma não vive um bom momento e o Los Angeles Clippers já perdeu duas vezes para o rival de Los Angeles.

Vale lembrar que o Lakers tem duas coisas que nenhum time da NBA tem. Só o Lakers tem 2 jogadores com mais de 2,10m habilidosos e talentosos como Andrew Bynum e Pau Gasol. Só o Lakers tem um jogador como Kobe Bryant.

Daí pode-se perguntar: O Lakers também tinha este time ano passado e caiu como caiu para Dallas. O time pode até ser bem parecido, mas a postura é outra. Principalmente se olharmos para a defesa. Mike Brown pode ter todos os efeitos, mas é inegável que o time californiano defende com mais gosto agora. Se o fator decisão saiu com Derek Fisher, chegou Ramon Sessions, que mal vestiu o uniforme e já começou a jogar muito.

O fator limitante para o sucesso é o banco. Muito aquém do time principal, dá para dizer que o Lakers chegará até onde seu banco o levar. Já que não se duvida da qualidade dos 5 titulares.

A volta de um Kobe saudável também é fundamental para a equação do sucesso dar certo. Não aquele Kobe que chuta 30 bolas por jogo e tenta decidir tudo sozinho. Mas aquele Kobe que sabe a hora certa de arremessar, de passar e de segurar o jogo. O Kobe 6 vezes campeão da NBA e que está louco para provar que não está velho para ser o antigo Kobe.

O Lakers ainda não é o favorito, mas tem um lineup de respeito. Até onde pode chegar, só os Playoffs dirão, mas um fio de esperança surgiu em Los Angeles. E o fio é dourado.

terça-feira, abril 03, 2012

Clima Nada Bom


"Não sei. Não faço parte das conferências. Estou descansando e relaxando". Assim Andrew Bynum respondeu, após ser perguntado o que Kobe disse na conferência do time, depois de desperdiçar 15 arremessos consecutivos. O pivô mostrou um lado extremamente imaturo. Já pelo lado do Lakers, escancarou uma crise que há algum tempo pensávamos já existia. O clima entre o técnico Mike Brown e a equipe californiana não anda nada bom.

Que Bynum foi imaturo, isso é impossível negar. Um jogador profissional e all star como o pivô não pode falar algo assim. O clima pode não estar bom, mas expor isso a público é extremamente prejudicial. Para a imagem do jogador e do time. Bynum já havia mostrado sinais de imaturidade nos últimos jogos. Foi sacado e agiu como um menino mimado no banco. Ficou de cara feia. Apenas olhou o jogo. Não vibrou, reagiu ou comemorou.

Já sobre o clima entre Mike Brown e a equipe, todos sabem que ele nunca foi a opção preferida por lá. Kobe manisfestou isso logo de cara quando Mike Brown foi anunciado. Há uma guerra declarada entre Kobe e Jim Buss, executivo do Lakers. Os dois já trocaram farpas e não se bicam. Buss bancou Brown em LA e Kobe não gostou nada.

Se por um lado Bynum explanou seus sentimentos em relação ao momento vivido no vestiário do Lakers, Kobe fez justamente o contrário quando foi sacado por Mike Brown. Usou sua experiência e mostrou ser veterano. Não criticou abertamente Brown. Era visível que ele não havia gostado nem um pouco de ficar de fora do jogo, mas acatou e não polemizou. Mas apesar disto, Kobe vem dado declarações na mídia apoiando Andrew Bynum.

Já Bynum fez justamente o contrário. Chutou o balde na mídia. Um jovem imaturo ou uma atitute premeditada? Pode Mike Brown sobreviver como técnico do Los Angeles Lakers? Tudo parece caminhar para um motim no Lakers. Uma autosabotagem. Brown terá que ser extremamente habilidoso para voltar a ter o time na mão. Se é que ele já teve um dia...

quarta-feira, março 28, 2012

Problemas em LA?


Nem quando o Lakers vence parece haver paz em Los Angeles. Se no domingo Kobe ficou de fora do último quarto, na derrota para o Memphis Grizzlies, o novo barrado por Mike Brown foi o pivô Andrew Bynum. No domingo, Kobe soube lidar bem com a situação. Ao fim do jogo falou aos repórteres que não havia problema ficar no banco. "Ninguém quer ficar de fora, mas a decisão é dele. Se vocês estão esperando por uma história, da minha parte, não vão ganhar", afirmou o Black Mamba.

Kobe usou toda sua experiência e contornou bem a situação. Não polemizou e acatou o que Mike Brown decidiu fazer. Muito diferente do que fez Andrew Bynu, na noite passada. O Lakers fazia jogo duro contra o Golden State Warriors. Bynum vinha fazendo uma partida bem mediana. Terminou o 1º tempo com 10 pontos e 3 rebotes. Começou o 3º quarto e tentou um chute precipitado de 3 pontos. sim. O pivô preferiu não passar, perdeu a cabeça e arriscou uma bola de 3 pontos.

A bola ainda viajava em direção a cesta e já dava pra ver que Mike Brown não gostou nada daquilo que via. Tirou Andrew Bynum. O pivô ficou fora de todo o 3º quarto e jogou apenas 3 minutos do último período. Bynum não quis dar entrevistas, ao fim do jogo. Mas dava pra ver que ele não gostou nada de ser sacado.

Imagens da TV americana focalizavam o banco e um Bynum bem irritado estava sentado por lá. Único membro que não levantava para vibrar após uma cesta ou para cumprimentar seus companheiros, quando um tempo técnico era pedido.

Como Mike Brown vai lidar com isso? Será interessnate de se ver. Não dá para barrar um jogador como Andrew Bynum. Ele é extremamente importante para a equipe do Los Angeles Lakers. Mas quem gosta de ver um jogador insubordinado? Bynum mostrou que ainda está longe da maturidade e de ser um líder em quadra. Justamente o que LA espera dele. Basta comparar com a atitude de Kobe Bryant. Problemas ?

terça-feira, março 13, 2012

Gasol por Rondo?


Dois dias para o fim do período de trocas na NBA e o LA Times ontem divulgou uma possível negociação. Negociação essa, no mínimo, interessante. Envolvendo os dois maiores rivais da NBA. Los Angeles Lakers e Boston Celtics. A possível troca colocaria em Los Angeles Rajon Rondo. Já Boston receberia Pau Gasol.

Ambos parecem estar com os dias contados em seus respectivos times. Gasol tem um alto salário, não parece animado como nos últimos anos e constantemente vê seu nome ligado a trocas. Já Rondo quer vencer e Boston deve viver uma renovação nos próximos anos. O clima no vestiário também não é nada bom com Doc Rivers, segundo fontes. Seria unir o últil ao agradável. Mas o Lakers declinou a oferta.

A primeira vista, não se entende a razão disso. Rondo seria uma peça importante para o Lakers. Finalmente o time voltaria a ter um armador que realmente arme o jogo. O time californiano se veria livre de Gasol e poderia sonhar com o título. Não dá para imaginar o atual time do Lakers vencendo o anel em junho. Uma mudança para mexer as coisas por lá são mais que necessárias. Rondo faria esse papel.

Mas a direção de Los Angeles parece ainda dar um voto de confiança a Pau Gasol. Importante adesão do Lakers nos últimos anos. O espanhol, juntamente com Kobe, liderou o time a três finais de NBA e dois anéis. O Lakers se dá ao luxo hoje de possuir o maior garrafão da liga. E possivelmente o mais talentoso. Gasol e Bynum poderiam infernizar defesas, mas na prática não é o que acontece.

Pelo contrário. Vemos um Los Angeles Lakers extramamente dependente da mão de Kobe. Mão fantástica. Mas não dá para contar com ela em todos os jogos da temporada. Invariavelmente ela não vai dar conta. E aí está o buraco do Lakers.

Kobe também adora Pau Gasol. Poderia ficar insatisfeito com a troca. Seria o segundo baque em poucos meses. O Black Mamba não esperava a saída de outro amigo. Lamar Odom. Seria criar mais problemas.

E Rondo se encaixaria no time de Los Angeles? O armador infiltra e passa para alguém aberto arremessar. Mas só Kobe por lá tem essa capacidade. Falta um ala-armador em Los Angeles. E não é Metta World Peace ou Devin Ebanks que os converterá arremessos.

Rondo no Lakers seria positivo pelo impacto que seria causado. No jogo mesmo, não sei se seria a melhor opção. Atualmente é impossível para os lagoanos vencerem Oklahoma e o Oeste. Só uma mudança de postura ou uma troca. O Lakers apostou na mudança de postura.

quinta-feira, março 01, 2012

Mascarado


Após uma concussão e uma fratura nasal, no All Star Game de domingo, Kobe Bryant voltou a jogar pelos Lakers. E não fez nem um pouco feio. O camisa 24 aotou 31 pontos, pegou 7 rebotes e distribuiu 8 assistências em apenas 32 minutos jogados. Sim, Kobe se recuperou de uma lesão a tempo e levou o Los Angeles a mais um triunfo. Dessa vez sobre o Minnesota Timberwolves, no Staples Center.

Após a convincente vitória e uma bela atuação, Kobe foi perguntado sobre a falta que gerou sua contusão. O lance foi com o seu companheiro de seleção norte-americana. Perguntado se guardava mágoas de Wade, Kobe disse achar engraçado toda a situação vista na mídia. Disse também que nunca teve problemas com Wade, que são amigos e que está tudo bem entre eles. Dwyane Wade também parece ser um jogador boa praça. Sem histórico de problemas ou faltas sujas na NBA.

Mas o mais interessante de toda essa questão é ver como Kobe Bryant consegue sair das adversidades causadas por lesões. Há quanto tempo ouvimos que Kobe não está 100%? Sempre há um joelho, pulso ou braço machucados. Dessa vez, o Mamba jogou de máscara e não pareceu se incomodar nem um pouco com isso. E é aí mesmo que diferenciamos o craque do jogador comum.

Como bem definiu Derek Fisher, "Kobe é um dos caras mais duros, se não o mais duro de todas que eu já conheci quando o assunto é jogar com lesões ou superá-las. Ele sempre dá um jeito de usá-las em seu favor e não usá-las como desculpa".

Muito mais que encestar bolas, driblar e ganhar jogos, o craque transcende o dentro de campo. Tá aí porque Kobe é gênio.

OBS: Vale lembrar que domingo teremos Heat x Lakers. Irá Kobe e cia. devolver a jogada que o lesionou? Veremos.