quinta-feira, abril 12, 2012

Até Onde Vai?


A NBA nunca esteve tão aberta. É impossível, hoje, cravar quem vai levar a melhor e levantar o título em junho. E o Lakers acaba de entrar no mix. Importantíssima a vitória for de casa sobre o San Antonio Spurs. SA vinha como uma das sensações até o momento. 11 vitórias consecutivas. Mas o Lakers foi lá e bateu o time do Texas. Mesmo sem Kobe.

Noite de gala com Andrew Bynum pegando 30 rebotes. O Los Angeles Lakers ontem se credenciou como time que pode, sim, chegar às finais da NBA. É o time que mais tem virórias, atrás apenas do Celtics, após o break do All Star Game. Além disso, Oklahoma não vive um bom momento e o Los Angeles Clippers já perdeu duas vezes para o rival de Los Angeles.

Vale lembrar que o Lakers tem duas coisas que nenhum time da NBA tem. Só o Lakers tem 2 jogadores com mais de 2,10m habilidosos e talentosos como Andrew Bynum e Pau Gasol. Só o Lakers tem um jogador como Kobe Bryant.

Daí pode-se perguntar: O Lakers também tinha este time ano passado e caiu como caiu para Dallas. O time pode até ser bem parecido, mas a postura é outra. Principalmente se olharmos para a defesa. Mike Brown pode ter todos os efeitos, mas é inegável que o time californiano defende com mais gosto agora. Se o fator decisão saiu com Derek Fisher, chegou Ramon Sessions, que mal vestiu o uniforme e já começou a jogar muito.

O fator limitante para o sucesso é o banco. Muito aquém do time principal, dá para dizer que o Lakers chegará até onde seu banco o levar. Já que não se duvida da qualidade dos 5 titulares.

A volta de um Kobe saudável também é fundamental para a equação do sucesso dar certo. Não aquele Kobe que chuta 30 bolas por jogo e tenta decidir tudo sozinho. Mas aquele Kobe que sabe a hora certa de arremessar, de passar e de segurar o jogo. O Kobe 6 vezes campeão da NBA e que está louco para provar que não está velho para ser o antigo Kobe.

O Lakers ainda não é o favorito, mas tem um lineup de respeito. Até onde pode chegar, só os Playoffs dirão, mas um fio de esperança surgiu em Los Angeles. E o fio é dourado.

terça-feira, abril 10, 2012

Peyton no SB?


O recebedor do Denver Broncos, Eric Decker se derreteu de elogios a Peyton Manning. Conhecido na temporada passada por nunca ter dado certo com Tim Tebow, Decker mostrou o efeito Peyton Manning. Em entrevista, confirmou que o quarterback está se sentindo muito bem na nova casa e que está lançando a bola incrivelmente.

Peyton Manning vem de 3 cirurgias no pescoço, mais de um ano fora dos campos e muitos pontos de interrogação sobre sua cabeça. Não se sabe ainda como será a volta dele. O retorno de um Manning 100% do que já foi é extremamente improvável. Mas mesmo um Peyton Manning 80% já é suficiente para levar o Denver Broncos a vitórias. Mas será suficiente para vencer um Super Bowl?

Lógico que tudo depende da saúde de Peyton, mas é notável o fato de que o clima por lá fica diferente. Não é todo dia que se olha no vestiário e você está ao lado de um vencedor de Super Bowl e 4 vezes MVP da NFL. Um futuro Hall of Famer. A admiração e respeito por Manning são imensas e ele será o dono do time sem esforço algum.

Mas Denver ainda precisa de muito. A defesa é frágil. E todos sabem que na NFL não se vence sem defender. O ataque de recebedores com Peyton Manning deve ganhar um novo fôlego. Pegue como exemplo o Indianapolis Colts. Indy sempre esteve nos Playoffs, durante os últimos anos. Foi Manning sair a apenas duas vitórias em 16 jogos. Sim, Peyton Manning é um cara que traz vitórias ao time.

A questão é mesmo a linha defensiva. Denver levou mais de 40 pontos para times como o Detroit Lions, New England Patriots e Green Bay Packers. Contra os Patriots foram 5 TDs só no 1º tempo. E Denver só não foi pior defensivamente, graças a Tebow, que tornou os Broncos o melhor time correndo com a bola, o que diminuiu o tempo de posse de bola adversária e ,consequentemente, os apuros que a defesa poderia vir a estar.

Denver tem também um dos calendários mais complicados da NFL. A jornada é longa e árdua. Se Petyon Manning pode chegar ao Super Bowl? A resposta provável é não. Mas Peyton vem mordido querendo mostrar que pode ainda jogar. E também não se pode esquecer da máxima: Nunca duvide de um craque.

segunda-feira, abril 09, 2012

Punições Mantidas


Roger Goodell, comissário da NFL, manteve firme sua posição. Segue a punição aos membros do New Orleans Saints envolvidos no escândalo de recompensas. Hoje, em reunião, foram confirmada as punições. Sean Peyton, técnico dos Saints, segue cfora 1 ano da NFL. O GM, Mickey Loomis, está fora de 8 jogos e o assistente técnico e treinador dos linebackers, Joe Vitt, está suspenso por 6 jogos.

Gregg Williams, coordenador defensivo dos Saints na época e mentor do sistema, segue suspenso por tempo indefinido. A decisão já era esperada. A NFL quer se ver livre da imagem que o Saints deixou. Precisava de uma decisão que intimide outros times a nunca mais cometerem o que o Saints fez. Uma punição exemplar. Não quer mais ver o esporte envolvido com um tipo de violência que extrapole a regra do jogo.

E está aí. Puniu o talvez melhor técnico da Liga. Sem pena. Sean Peyton só não será demitido pelo seu brilhante trabalho em New Orleans. Peyton é uma personalidade na comunidade de New Orleans, além de carregar em um dos seus dedos o título do SuperBowl.

As punições confirmadas não devem mais ser revistas. O máximo que pode acontecer agora são as multas em dinheiro serem diminuídas. O New Orleans Saints tem um pepino agora para resolver. Na próxima semana os jogadores voltam a se apresentar para treinos. E quem os comandará? Um técnico interino precisa ser contratado. Bill Parcels, lendário treinador, já demonstrou interesse. Mas é preciso que Goodell dê o aval. E do jeito que as coisas andam, a punição aplicada pelo comissário da NFL busca ser a mais exemplar e implacável possível.

quinta-feira, abril 05, 2012

Fim da Linha?


O que andam colocando na água dos times da NBA? É crise atrás de crise nos vestiários. Bulls, Lakers e o, agora bola da vez, Orlando Magic. O técnico Stan Van Gundy disse abertamente que pode sair do comando da equipe da Flórida. O motivo? Dwight Howard não o quer mais por lá.

O pivô jura ser mentira, especulação ou algo para desestabilizar a equipe. Mas Van Gundy continua seu discurso. Disse que sai quando for decidido. Que não se importa em ir para casa. Dwight Howard diz que o foco está totalmente em vencer jogos. Em se tornar campeão da NBA. Howard também quis saber de onde vazou esta suposta declaração de Van Gundy.

Qual não foi a reação do superpivô, quando foi convencido pelos repórteres, após inúmeras tentativas, de que quem havia proferido isto não era ninguém mais, ninguém menos, que o próprio Stan Van Gundy.

Fontes dizem que uma das condições para a permanência de D12 era ter papel mais ativo nos bastidores da franqua. Dwight Howard daria palpite no comando do atual General Manager, Otis Smith, e do treinador Stan Van Gundy. Ambos teriam seus destinos selados ao fim da temporada, por Howard. E parece que Van Gundy descobriu isso.

Faltando 12 jogos para o fim da temporada regular e já com participação quase garantida, seria loucura demitir o técnico. E não será feito. Já ao fim da temporada... Orlando ser campeão é inimaginável. Mesmo para o torcedor fanático do Magic. Howard pode conseguir a desculpa que queria para o Orlando Magic ter um novo comandante, na temporada 2012-13. Vale lembrar que Orlando teve campanhas com mais de 50 vitórias nos últimos anos. Também vale frisar que o contrato de Van Gundy vence ao fim da temporada.

Perguntado se haveria uma renovação, o GM, Otis Smith, disse que só pensaria nesta conversa em junho. Averdade é que tudo converge para a demissão de Stan Van Gundy.

quarta-feira, abril 04, 2012

O Melhor da Liga?


"Eu sou o melhor quarterback da NFL". É difícil ver alguém se assumir como melhor em algo. Pode-se passar a imagem de arrogante ou prepotente. Mas a frase poderia ser dita por alguns jogadores que hoje jogam pela liga de futebol norte-americano. Drew Brees, Aaron Rodgers, Tom Brady, Eli Manning ou até mesmo Peyton Manning. Mas, acredite se quiser, quem proferiu tais palavras foi o quarterback do Baltimore Ravens, Joe Flacco.

Sim, o jogador dos Ravens colocou a modéstia de lado e se admitiu como melhor lançador da Liga. Ele e seu agente já falaram tal coisa, durante o ano passado. Só que o discurso era de que Flacco fazia parte de um Top 5. Muito já se questionou na época. Seria Flacco um Top 5? Mas a declaração de hoje é completamente desilusional.

O jogador precisa ter confiança e autoestima. Mas isso não significa ficar mentindo para si mesmo. Flacco não está entre os melhores 5 QBs da NFL. Talvez não esteja nem entre os 10. Verdade que ele tem chegado a muitas pós-temporadas, desde que entrou na NFL. Mas também não é preciso conhecer muito para saber que muito mais por méritos defensivos, do que por métritos do time de ataque.

Flacco é um jogador mediano e que não tem decidido quando preciso. Sofre interceptações e nem o time tem confia nele. O episódio em que Ed Reed questionou a habilidade do QB em comandar o time ofensivo foi prova disso.

Flacco ainda tem um ano de contrato. Disse que deseja renovar com Baltimore e espera inicar a temporada 2012-13 de contrato assinado. Diz ele que não é por questão financeira. Ele defende uma renovação pelos méritos e serviços prestados. Em que mundo vive Joe Flacco?

terça-feira, abril 03, 2012

Clima Nada Bom


"Não sei. Não faço parte das conferências. Estou descansando e relaxando". Assim Andrew Bynum respondeu, após ser perguntado o que Kobe disse na conferência do time, depois de desperdiçar 15 arremessos consecutivos. O pivô mostrou um lado extremamente imaturo. Já pelo lado do Lakers, escancarou uma crise que há algum tempo pensávamos já existia. O clima entre o técnico Mike Brown e a equipe californiana não anda nada bom.

Que Bynum foi imaturo, isso é impossível negar. Um jogador profissional e all star como o pivô não pode falar algo assim. O clima pode não estar bom, mas expor isso a público é extremamente prejudicial. Para a imagem do jogador e do time. Bynum já havia mostrado sinais de imaturidade nos últimos jogos. Foi sacado e agiu como um menino mimado no banco. Ficou de cara feia. Apenas olhou o jogo. Não vibrou, reagiu ou comemorou.

Já sobre o clima entre Mike Brown e a equipe, todos sabem que ele nunca foi a opção preferida por lá. Kobe manisfestou isso logo de cara quando Mike Brown foi anunciado. Há uma guerra declarada entre Kobe e Jim Buss, executivo do Lakers. Os dois já trocaram farpas e não se bicam. Buss bancou Brown em LA e Kobe não gostou nada.

Se por um lado Bynum explanou seus sentimentos em relação ao momento vivido no vestiário do Lakers, Kobe fez justamente o contrário quando foi sacado por Mike Brown. Usou sua experiência e mostrou ser veterano. Não criticou abertamente Brown. Era visível que ele não havia gostado nem um pouco de ficar de fora do jogo, mas acatou e não polemizou. Mas apesar disto, Kobe vem dado declarações na mídia apoiando Andrew Bynum.

Já Bynum fez justamente o contrário. Chutou o balde na mídia. Um jovem imaturo ou uma atitute premeditada? Pode Mike Brown sobreviver como técnico do Los Angeles Lakers? Tudo parece caminhar para um motim no Lakers. Uma autosabotagem. Brown terá que ser extremamente habilidoso para voltar a ter o time na mão. Se é que ele já teve um dia...

segunda-feira, abril 02, 2012

Mais Uma Baixa


Algumas semanas atrás cravei aqui que o New York Knicks. Mas as notícias vindo de Nova York não são nada boas. Não bastasse a lesão de Amar'e Stoudemire, mais uma bomba caiu na Big Apple. O armador Jeremy Lin sofreu uma lesão no joelho e terá que passar por uma cirurgia. A expectativa é que Lin fique de fora por 6 semanas. A temporada regular já terá terminado quando Jeremy Lin puder voltar. E agora?

Sem Amar'e, sem Lin = Sem Playoffs? Não. Nem tudo está perdido ainda. Faltam 13 jogos para o Knicks encerrar a participação na temporada regular. Verdade que são 8 jogos contra times com mais de 50% de aproveitamento. Mas New York entra, nesta segunda, com 2 1/2 de vantagem sobre o Milwaukee Bucks. O que joga contra o New York Knicks são os adversários de Milwaukee. 6 dos últimos 14 jogos de Milwaukee são os últimos times em suas respectivas divisões.

New York terá que confiar em Carmelo. O ala precisará mostrar porque é a principal estrela da companhia. E torcer também para a bruxa ir embora. Ou pelo menos deixar o Knicks pr um tempinho. Além de Lin e Stoudemire, Chandler e Baron Davis não estão 100%.

As derrotas no início da temporada nunca foram tão sentidas. Seria um desastre ficar fora dos Playoffs. O time está sendo formado para o ano que vem. Mas ir para a pós-temporada sempre é bom. Traz dinheiro, movimenta a cidade e os fãs. Carmelo volta a ser a figura central. Como gostava de ser em Denver. Tem tudo para provar que o antigo Carmelo ainda está lá, apenas se perdeu por um breve tempo.

A Linsanity por esta temporada chega ao fim. Não o fim que esperávamos. Mas a torcida é que seja apenas uma breve pausa.